lumenrationis
24 de outubro de 2012

E chegou à conclusão de que essas “categorias de risco” acabam consumindo drogas ilegais numa proporção 700% superior à média geral, informou Catholic Online.
Além do mais, um de cada cinco dos LGBT apresenta sinais de dependência da droga ou do álcool. Maconha, alucinógenos químicos, cocaína e ecstasy são os entorpecentes mais usados.
Para efeito de comparação, um estudo sobre o crime na Inglaterra e Gales constatou que só 5% dos casos analisadas tinham consumido as mesmas drogas em idêntico período.
A prática mais citada foi a das “festas de droga”, com o consumo de maconha e “poppers”, uma droga química líquida que se inala. Mas o estudo registrou também o uso de cocaína, ecstasy, cetamina “especial K” e anfetaminas.
O
estudo especificou que no último mês os homossexuais estudados tinham
consumido cocaína numa proporção 1.000% superior à média da sociedade e
que 1.300% haviam usado mais cetamina que o geral da população.
David Stuart, diretor da associação London Friend, tentou justificar esses espantosos índices alegando que o público LGBT sente vergonha, medo e recusa, e por isso apela às drogas.
Segundo seu peculiar raciocínio, a culpa seria da sociedade normal.
Mas ele não procurou indagar se esses sentimentos ligados à vergonha e ao senso de culpa não provêm da consciência, como costuma acontecer com aqueles que caem nos mais torpes vícios morais.
David Stuart, diretor da associação London Friend, tentou justificar esses espantosos índices alegando que o público LGBT sente vergonha, medo e recusa, e por isso apela às drogas.
Segundo seu peculiar raciocínio, a culpa seria da sociedade normal.
Mas ele não procurou indagar se esses sentimentos ligados à vergonha e ao senso de culpa não provêm da consciência, como costuma acontecer com aqueles que caem nos mais torpes vícios morais.

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