No 150o aniversário do nascimento de Pio XII, Emilio Artiglieri presta homenagem ao pontífice do final da guerra e desafia uma campanha de difamação de longa data que inclui um novo filme da Netflix.
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| Papa Pio XII rezando em uma foto sem data. (foto: Vatican Media / Vatican Media) |
O dia 2 de março marca o 150o aniversário do nascimento de Eugenio Pacelli, que se tornou o Papa Pio XII e cuja vida e pontificado permanecem entre os mais estudados e debatidos do papado moderno.
Para marcar a ocasião, o Registro conversou em 27 de fevereiro com Emilio Artiglieri, presidente do Comitê Papa Pacelli – Associação Pio XII, que há muitos anos realiza eventos culturais em Roma para incentivar a discussão histórica sobre ele, e destacar seus amplos ensinamentos sobre teologia, moralidade, sociedade e bioética.
Artiglieri também discute se a “lenda negra” que tem procurado manchar o falecido pontífice por muitos anos conseguiu; um novo filme que tenta ainda mais enegrecer seu nome; como Pio poderia ter lidado com o impasse da FSSPX-Santo Sé de hoje, e por que o falecido pontífice continua a inspirar tanto a devoção quanto o interesse acadêmico.

