segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Restringir sacramentos por medo de covid-19 é pecado grave, diz cardeal Müller

Cardeal Gerhard Müller, ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé

 

O cardeal Gerhard Müller, ex-prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, chama as restrições aos sacramentos relacionadas à covid-19 de "pecado grave". Em entrevista ao jornal Natitonal Catholic Register, o cardeal alemão também alertou contra bispos e padres que "se oferecem como cortesãos aos governantes deste mundo e se fazem seus propagandistas".

Alguns políticos, a grande mídia e a Big Tech “exploraram implacavelmente” o covid-19 para promover o “pensamento totalitário” que levou até mesmo à divisão dentro das famílias, disse o cardeal Gerhard Müller. Para Müller, a reação de alguns bispos e padres para fechar igrejas ou negar os sacramentos é um "pecado grave" que vai contra sua “autoridade dada por Deus.”

Uma pequena minoria de dioceses na Alemanha tem restringido o acesso às missas a quem tenha tomado vacina ou tenha tido covid-19 recentemente. Essa decisão, assim como o fechamento de algumas igrejas, é "uma prova chocante de quão longe a secularização e descristianização do pensamento já atingiu os pastores do rebanho de Cristo", disse o cardeal alemão.

sábado, 4 de dezembro de 2021

O Crescimento da Graça na Mãe de Deus

Está escrito no Evangelho de São Lucas que Jesus "avançou em sabedoria, idade e graça com Deus e com os homens" (Lc 2, 52). Mas os Padres e os teólogos assinalaram que esse crescimento, no que diz respeito à sabedoria e à graça, era apenas aparente.

 

 

Na verdade, desde o primeiro instante de Sua existência, Cristo possuía graça e sabedoria perfeitas, que não podiam aumentar. Este “crescimento” significa que o Verbo Encarnado manifestou esses dons de acordo com Sua idade.

Cristo possuía graça em sua plenitude, inteiramente, tanto quanto é possível para uma natureza humana possuí-la, um máximo de graça. Uma outra razão implica a impossibilidade de crescer na graça: o fato de que a humanidade de Cristo possuía a Visão Beatífica.

 E a Virgem Maria?

O sofrimento do filho não nascido

Uma das grandes discussões em torno da questão do aborto é a do sofrimento fetal. Um famoso documentário, lançado em 1984, intitulado “O Grito Silencioso” e dirigido por Bernard Nathanson, um abortista que se arrependeu diante das imagens que observou, foi objeto de acalorada controvérsia.

Maureen Condic, autora do estudo

 

Alguns, como o professor Etienne-Emile Beaulieu, conhecido pelo desenvolvimento do RU 486, esse “pesticida humano” segundo o professor Lejeune, o descreveram como uma fraude científica. Ginecologistas famosos a defenderam fortemente. Mas hoje, com o conhecimento recente adquirido em vários campos, existe alguma certeza sobre a realidade do sofrimento fetal.

Aqui está um resumo de um artigo de Maureen Condic, PhD, Professora Associada de Neurobiologia da Universidade de Utah, que também trabalha para o Instituto Charlotte Lozier (pró-vida).

O progresso científico tornou possível esclarecer quais estruturas do cérebro são necessárias para o feto sentir dor.

Os cientistas há muito tempo e quase universalmente concordam que as conexões entre a medula espinhal fetal e o cérebro se formam entre 12 e 18 semanas. Mas evidências crescentes mostram que essas conexões, que se desenvolvem muito tarde, não são necessárias para sentir dor. É aceito que o feto pode e sente dor já no início do segundo trimestre, que é entre 12 a 14 semanas.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Apoia o Papa Francisco a sodomia? E a Sagrada Comunhão para políticos pró-aborto?

 

 

Por Luiz Sérgio Solimeo

 

O Papa Francisco usa entrevistas como um novo tipo de magistério papal. Mais especificamente, entrevistas aéreas a jornalistas que o acompanham em suas viagens internacionais.

É um magistério descontraído, igualitário e com tiradas bem- humoradas. O que não é nada engraçado, no entanto, é que o Papa lida com sérios assuntos teológicos, morais, pastorais e disciplinares da Igreja. Frequentemente, suas declarações são contrárias à fé e à moral.

Em 15 de setembro, no avião que o trouxe de volta a Roma depois de sua visita à Hungria e à Eslováquia, o Papa não hesitou em responder às perguntas dos repórteres sobre o Santíssimo Sacramento e a Comunhão aos políticos pró-aborto. Também não perdeu a oportunidade de reiterar seu apoio às uniões civis homossexuais.

Teve também uma referência irônica e pouco caridosa a um cardeal doente com a COVID. Embora ele não tenha mencionado o nome do purpurado (ainda hospitalizado no momento da entrevista), a mídia rapidamente reconheceu que se tratava do Cardeal Raymond Leo Burke.1

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