jbpsverdade: O que era profetizado a 10, 20, 30 anos atrás, está se cumprindo assustadoramente. Ultimamente tem aparecido vírus, bactérias e outras doenças que estão matando o povo. E o que dizer de terremotos, violência, filhos matando os pais, pais que matam filhos, o homossexualismo, "casamentos" de pessoas do mesmo sexo, a degradação familiar, roubos, sequestros, violência contra animais, idosos e crianças, o clima sem controle, homens que se tornam mulher, mulheres que se tornam homem, Tudo isso é consequência da falta de amor e de conhecimento de Deus, não que Ele (Deus) não se deixe ser conhecido, Ele enviou Seu Filho que é a Imagem visível Dele, mas como disse Jesus a mais de dois mil anos... E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. (Mt 24, 12), é justamente esta caridade (amor) que está esfriando na humanidade. Eu tenho notado que os jovens não tem mais respeito para com os mais velhos, para com seus pais, tenho notado o aumento de casais em que o marido mata a esposa e vice-versa. E o que dizer do aborto? Muitas clinicas clandestinas que por "amor" ao dinheiro se oferecem para praticar o assassinato de inocentes. Meu Deus... Até quando vais permitir essas atrocidades? Até quando vais permitir que a iniquidade seja mais forte que o amor no coração da humanidade?
O que me fez escrever isto foi a matéria que ví hoje pela manhã!
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Quatro morreram por causa da doença, segundo o Ministério da Saúde. Vírus que não pode ser combatido com vacinas.
Durante
cerimônia em Seul, soldados sul-coreanos usam máscaras de proteção
contra surto de coronavírus (Foto: Jung Yeon-je / AFP Photo)
O Ministério da Saúde da Coreia do Sul
informou neste sábado (6) que foram registrados nove novos casos da
Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV), o novo coronavírus, o
que eleva o total de infectados no país asiático para 50.
Cinco dos novos doentes contraíram a doença após visitarem o Centro Médico Samsung de Seul, onde um médico recentemente foi infectado pela doença.
Cinco dos novos doentes contraíram a doença após visitarem o Centro Médico Samsung de Seul, onde um médico recentemente foi infectado pela doença.
O caso do médico, que foi submetido à quarentena, elevou ainda mais a
preocupação pelo surto do vírus na Coreia do Sul, já que antes que fosse
diagnosticado com a doença, o profissional de saúde teve contato com
mais de mil pessoas.
Outros três dos novos casos eram pacientes e profissionais de saúde do
Hospital Saint Mary de Pyeongtaek, ao sul de Seul, onde foi registrado o
primeiro caso de MERS na Coreia do Sul, no dia 20 de maio, e onde a
maioria das infecções ocorreu até o momento.
Desde então, 50 pessoas contraíram o vírus que não pode ser combatido
com vacinas e tratamentos. Entre elas, quatro morreram por causa da
doença, segundo o Ministério da Saúde sul-coreano.
O surto também atraiu a atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS),
que anunciou o envio à Coreia do Sul do diretor-geral adjunto para
Segurança Sanitária, Keiji Fukuda, e de um grupo de especialistas para
analisar a situação.
As autoridades sul-coreanas, por sua vez, colocaram mais de 1,6 mil
pessoas em quarentena em instituições médicas ou em suas casas para
tentar conter a propagação da doença.
Além disso, milhares de escolas e institutos cancelaram suas aulas para
evitar novos contágios, enquanto muitos sul-coreanos optam por outras
medidas preventivas como o uso de máscaras e maiores cuidados com a
higiene, além de evitar as visitas a hospitais e lugares movimentados.
A OMS afirma que o contágio do coronavírus não é fácil e requer um
contato muito direto. No entanto, alguns especialistas da Coreia do Sul
acreditam que o vírus pode ter sofrido uma mutação, já que está se
propagando entre pessoas que simplesmente compartilharam um quarto e não
passaram muito tempo juntas.
Desde que o vírus foi detectado em humanos pela primeira vez na Arábia
Saudita, em 2012, foram registrados 1.193 casos, confirmados em
laboratório, em 25 países do mundo, dos quais 446 morreram, segundo
dados da OMS.
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