Por RP José Antonio Calderón
Vivemos num mundo pusilânimo, onde a exaltação de qualquer privilégio recebido pela herança ou pela graça de Deus, aparece sempre como um insulto à igualdade na mediocridade de todos os homens.
Sempre o melhor é o mínimo, a santidade é algo extraordinário, mas a sociedade cristã sabia tê-los como referências e a Igreja como regra de conduta, por isso canonizou apenas os melhores, aqueles que haviam chegado mais alto, não para lisonjear a mediocridade do comum dos cristãos ou desencorajá-los, mas pelo simples fato de que as luzes que guiam os navios são colocadas em alta, e quanto maior o número daqueles que podem vê-los. Ou seja, os espíritos superiores guiarão o maior número de almas.
A isso é acrescentado o fato de que os bens espirituais são comuns, e quanto melhor um membro, melhor é a sociedade, todos nós desfrutamos do bem espiritual do nosso próximo, e quanto mais eles são, mais eles participam, maior o bem.








