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segunda-feira, 7 de julho de 2014

''IOR mente ao Papa Francisco sobre contas e negócios''

[ihu

O IOR volta a ser opaco. Os observadores começaram a se dar conta disso com o retorno do Papa Francisco da sua viagem à Terra Santa. "No IOR, foram fechadas 1.600 contas de pessoas que não tinham direito", declarou o pontífice na coletiva de imprensa no avião que o trazia de volta a Roma.
A reportagem é de Marco Politi, publicada no jornal Il Fatto Quotidiano, 30-07-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Outro abalo se forma no conturbado ''Banco do Vaticano''

IHU - Com o novo Conselho de Economia criado pelo Papa Francisco para supervisionar a reforma nas finanças do Vaticano se preparando para se reunir essa semana, o conturbado "Banco do Vaticano" parece preparado para o seu segundo abalo em dois anos, com a saída iminente de seu presidente, o empresário alemão Ernst Von Freyberg.
A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no jornal The Boston Globe, 30-06-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.
Autoridades confirmaram essa mudança para o The Boston Globe na segunda-feira, mas não confirmaram se isso faz parte da rotina de esforços de reestruturação ou se supostas irregularidades estão envolvidas.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Saída de banco do Vaticano foi 'normal', diz dom Odilo

[folha]
23/01/2014




Na primeira entrevista desde que foi afastado da comissão que supervisiona o banco do Vaticano, o cardeal Odilo Scherer afirmou na quarta-feira (22) à Folha que não tinha conhecimento de fraudes ou desvios de dinheiro da Santa Sé.
O arcebispo de São Paulo se disse injustiçado pela associação entre os escândalos financeiros na Igreja e as mudanças no IOR (Instituto para as Obras da Religião), determinadas na semana passada pelo papa Francisco.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

‘Decisão é claramente política’, diz historiador sobre substituições no Banco do Vaticano

ihu - O reverendo James Weiss, professor de história da Igreja Católica do Boston College, vê um gesto altamente político na decisão do Papa Francisco de remover 4 dos 5 cardeais nomeados por seu antecessor para supervisionar o banco do Vaticano – instituição manchada por escândalos. Para ele, o grande mistério é a remoção do brasileiro Odilo Scherer, que pode ter caído por conta da reputação de conservador.
A reportagem é de Deborah Berlinck e publicada pelo jornal O Globo, 16-01-2014.

Eis a entrevista.

O Papa Francisco destituiu 4 dos 5 cardeais nomeados há apenas um ano pelo ex-Papa Bento XVI para supervisionar o Banco do Vaticano. O que isso significa ?

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Papa começa limpeza de arcebispos suspeitos de corrupção

[estadao]

Banco do Vaticano abre pela primeira vez um site para dar transparência

Jamil Chade
Nem bem desembarcou em Roma depois de uma intensa visita ao Brasil, o papa Francisco começa a tomar decisões para limpar a Igreja no que se refere aos escandalos de corrupção. Nesta quarta-feira, 31, o Vaticano anunciou a renúncia de três bispos implicados em escândalos de corrupção. No mesmo dia, a Santa Sé colocou no ar um site do Instituto de Obras Religiosas, considerado como o Banco do Vaticano, e prometeu que vai, pela primeira vez, publicar as contas da instituição.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

IOR: Papa abre caminho para a procuradoria, e a cúpula do Banco do Vaticano treme

IHU - Não é por acaso que a prisão do monsenhor Nunzio Scarano, o padre ex-banqueiro até um mês atrás a serviço daquele dicastério vaticano que gerencia o patrimônio econômico da Santa Sé, a APSA, aconteceu apenas dois dias depois do lançamento do quirógrafo papal que anuncia a instituição de uma comissão encarregada de examinar de cima a baixo o que está errado no banco vaticano, a fim de fornecer a Francisco as bases para uma reforma.
A reportagem é de Paolo Rodari, publicada no jornal La Repubblica, 29-06-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

O IOR em foco. Um relâmpago chamado Francisco

IHU - O Papa quer ter as contas claras no Instituto para as Obras de Religião (IOR), quer estar informado pessoalmente sobre tudo que se relaciona com suas atividades e receber pessoalmente uma cópia dos documentos sobre os temas problemáticos. Sente a urgência de se ocupar seriamente dos problemas do “banco vaticano”, para “permitir que os princípios do Evangelho também permeiem as atividades de natureza econômica e financeira”. Com um “quirógrafo”, Francisco criou uma comissão especial, com amplos poderes, que deverá realizar uma profunda investigação sobre a “posição jurídica” e sobre as atividades do IOR.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O Papa institui uma Comissão Pontifícia para o "Banco" do Vaticano, o IOR


26 Jun. 13

VATICANO, (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco instituiu uma Comissão Pontifícia referente ao Instituto para as Obras de Religião (IOR), que terá que estudar o funcionamento institucional do chamado "Banco do Vaticano", a fim de que cumpra com o espírito para o que foi criado e para que impregne também os princípios do Evangelho "as atividades de caráter econômico e financeiro".
"A Comissão tem como objetivo recolher informação sobre o funcionamento do Instituto e apresentar os resultados ao Santo Padre", sublinha-se no comunicado da Secretaria de Estado.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um divisor de águas na transparência financeira do Vaticano

23/07/2012

UNISINOS - Com certeza, eu não sou Nostradamus. Apenas para citar um exemplo dos meus fracassos como prognosticador, em 1999 eu publiquei uma biografia do então cardeal Joseph Ratzinger, contendo quatro razões pelas quais a sua eleição como papa era improvável. Estamos agora, é claro, no oitavo ano do seu reinado. Há um mês, no entanto, eu finalmente consegui acertar uma.

A análise é de John L. Allen Jr., publicada no jornal National Catholic Reporter, 20-07-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

No dia 22 de junho, prevendo uma avaliação da transparência financeira do Vaticano pelo Moneyval, o órgão contra a lavagem de dinheiro do Conselho da Europa, eu escrevi: "O relatório, provavelmente, está destinado a provocar manchetes confusas e conflitantes sobre o quão bem o Vaticano se saiu".

Como sugestão, estas manchetes circularam logo após a publicação do relatório na quarta-feira 18 de julho:
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