A onda de comentários críticos continua contra o último motu proprio do papa, e o último que chega até nós, do bispo auxiliar emérito de Hertogenbosch, Rob Mutsaerts, é talvez o mais severo de um prelado.
Mutsaerts é um velho conhecido dessas páginas, onde estrelou notícias como 'Bispo holandês eleito para o Sínodo da Juventude se recusa a comparecer', 'Bispo holandês denuncia a tentativa do sínodo de criar' uma nova religião, 'Bispo Mutsaerts se junta ao protesto contra a 'idolatria' da Pachamama 'e do' bispo holandês: “Esperemos que o Papa destrua o documento final do sínodo”, o que dá a impressão de que ele não é exatamente um entusiasta da atual 'renovação eclesial'.
Por fim, em março de 2020 teve que renunciar ao cargo de auxiliar de um bispo que não gostava muito das polêmicas que parecem acompanhar Mutsaerts e que coleciona em um blog que já levantou inúmeras bolhas. Nesta ocasião volta a exercer a sua jurisdição, desta vez contra os custodes papais motu proprio Traditionis, contra os quais não poupa a pólvora, precisamente, a partir do seu título: 'Um decreto perverso do Papa Francisco'.