Professora Dita convida-nos a conhecer, refletir e rezar, nesta semana que antecede a Semana Santa, diante das Sete Dores de Maria. Saiba quais foram e por quê.
Por Túlia Savela
A devoção a Nossa Senhora das Dores teve início em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. A Igreja faz memória desse título desde o dia 15 de setembro de 1239.
Nesse momento quando o tempo não tem tanta importância, quando nos dedicamos mais à oração e reflexão, podemos olhar para dentro de nós e observar o quanto Deus nos ama na pessoa de Jesus Cristo, dos Santos que intercedem por nós, e de Maria a quem chamamos de Mãe por ordem do próprio Jesus, que por São João nos disse: ”Eis aí tua mãe...” (Mt 19,27).
Ela, como toda mãe, se preocupa em buscar soluções de todas as formas para sanar o sofrimento de seus filhos; e assim Ela pode entender perfeitamente o nosso sofrimento hoje, e com a ajuda de seu Filho pode nos direcionar para o caminho correto a percorrer.
Lembrar as dores de Nossa Senhora significa, para cada um de nós, a identificação com o seu sofrimento, e nos inspira a, como Ela, conseguir transpor com humildade, perseverança, fé e esperança todos os obstáculos, na certeza de que Deus está atento, que “Ele ouve nossos gemidos e atende o nosso clamor...” (Ex 2,24). ”Maria foi preservada do pecado, mas não da dor. Ela é a Mãe de Deus, mas não deixou de ser humana” (Ricardo Cordeiro, seminarista).
Por isso, nesta semana que antecede o início da Semana Santa, acompanhemos seu sofrimento tendo a certeza de que vamos ser ouvidos por Deus como Ela.



