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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Uma nota sobre o título de Corredentora de Nossa Senhora

‘Quem então esteve presente no Monte do Calvário’, diz São João Crisóstomo, ‘pode ver dois altares, sobre os quais dois grandes sacrifícios foram consumados; um no corpo de Jesus, o outro no coração de Maria’”. 

 

Na semana passada, o Dicastério para a Doutrina da Fé emitiu uma nova Nota Doutrinária chamada Mater Populi Fidelis, que negou à Nossa Mãe Santíssima seus títulos de Corredentora e Medianeira de todas as Graças.

Os Filhos do Santíssimo Redentor não aceitam este novo ensinamento.

O objetivo de Mater Populi Fidelis não parece ser o de compreender a Tradição a respeito de Nossa Senhora mais profunda e corretamente, mas sim promover uma agenda. A própria carta que acompanha afirma que a razão de sua emissão é “um esforço ecumênico particular”. Aqui está o ponto. Os católicos não pensam que Nossa Senhora é mais alta do que Nosso Senhor. Os católicos não estão confusos sobre quem nos redimiu. Quem é que está preocupado em elevar Nossa Senhora longe demais, e obscurecer Nosso Senhor? Quem é que tem um problema com Maria como Corredentora e Medianeira? São os protestantes, e os jansenistas, os “primos de primeiro grau do calvinismo” (Carreyre, DTC, 8/1 [1924], col. 319).

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Carta de Bergoglio aos bispos americanos, um uso político e ideológico do título de Papa

O Papa Francisco enviou uma carta aos bispos dos Estados Unidos em que, com sua retórica habitual sobre migração, introduz uma estrutura teológica e moral que visa anular qualquer resposta soberana das nações à crise migratória.

O Papa Francisco 


A carta, datada de 10 de fevereiro de 2025, é uma emenda clara à política de deportação recentemente anunciada pelo governo dos EUA e promovida pelo vice-presidente J.D. Vance, uma figura-chave na administração atual. Mas além da clara intenção política do texto, a coisa preocupante é a manipulação teológica e filosófica que a sustenta.

Um Deus Mimigrante e Refugiado: Erro Teológico Básico

Francisco abre sua carta afirmando que a migração é um momento decisivo da história – para reafirmar a fé em um Deus – sempre próximo, encarnado, migrante e refugiado. Este é o primeiro erro conceitual: Deus não é um migrante ou refugiado. O cristianismo ensina que Deus é imutável, onipotente e transcendente. A Encarnação de Cristo não pode ser reduzida a um fenômeno sócio-político como a migração.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Como “Theotokos” se tornou o título perfeito da Virgem Maria

A Igreja primitiva resumiu a maternidade de Maria em uma única palavra grega




Por Philip Kosloski
 
 
No ano de 431, houve um feroz debate na Igreja Católica sobre um título específico da Bem-Aventurada Virgem Maria. O debate exigiu um raro Conselho Ecumênico na cidade de Éfeso para resolver o problema. Dois argumentos diferentes foram apresentados, um pelo bispo Nestório de Constantinopla e o outro por São Cirilo de Alexandria.
Nestório acreditava firmemente que Maria deveria ser chamada Christotokos, “portadora de Cristo”. Nestório usava uma linguagem que indicava que havia duas pessoas separadas reunidas em Jesus Cristo. Assim, a Bem-Aventurada Virgem Maria, dando a carne humana a Jesus, poderia ser o ‘portadora de Cristo’, mas não ‘portadora de Deus’.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Esclarecendo a polêmica envolvendo o título “Mãe de Deus”

[afeexplicada]


A partir do silogismo acima, tentaremos esclarecer a polêmica envolvendo o título “Mãe de Deus”, com que os católicos se dirigem a Maria, mas que alguns protestantes negam veementemente. Tais protestantes aceitam como verdadeiras as proposições “Maria é mãe de Jesus” e “Jesus é Deus”, mas negam a conclusão, ou seja, de que podemos chamar Maria de Mãe de Deus.
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