Como informamos ontem, o ex-prefeito da Congregação para o Culto Divino, o cardeal africano Robert Sarah, enviou ao Papa Francisco uma carta - publicada exclusivamente por Sandro Magister - na qual o cardeal guineense protestava contra a decisão de suprimir as missas individuais na Basílica de São Pedro.
Como informamos ontem, o ex-prefeito da Congregação para o Culto Divino, o cardeal africano Robert Sarah, enviou ao Papa Francisco uma carta - publicada exclusivamente por Sandro Magister - na qual o cardeal guineense protestava contra a decisão de suprimir as missas individuais na Basílica de São Pedro.
Sarah juntou-se assim às reclamações de outros cardeais: Raymond L. Burke, Gerhard L. Müller e Walter Brandmüller; hoje temos que adicionar um quinto, Joseph Zen, arcebispo emérito de Hong Kong.
E é difícil compreender esta decisão que se toma, segundo o texto do Secretário de Estado, querendo “assegurar que a Santa Missa na Basílica de São Pedro seja celebrada em clima de recolhimento e decoro litúrgico”. Não era assim no passado? Com a celebração de missas individuais não havia clima de recolhimento e decoro? Essa lembrança foi fornecida pelas miríades de turistas que visitavam a basílica dia após dia?
