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| Maria ganhou a condição de Mãe e Medianeira da humanidade com a Encarnação e aos pés da Cruz. Na imagem, Maia Morgenstern, a Virgem em ‘A Paixão de Cristo’ (2004) de Mel Gibson. |
Por Cari Filii
A editora Nueva Eva acaba de publicar María, mi Madre, um estudo muito completo (não erudito, mas apologético e militante) sobre a Virgem como co-redentora, mediadora e advogada.
Seu autor é Agustín Giménez González, sacerdote da diocese de Getafe (Madrid), ordenado em 1999 e doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (2009). É professor de Sagrada Escritura na Universidade Eclesiástica San Dámaso de Madrid e pároco em Móstoles, além de diretor do Fórum Diocesano Mariano de Getafe e capelão das Carmelitas de Cerro de los Ángeles. É membro da Associação Bíblica Espanhola, do Centro Espanhol de
Sindonologia, da Sociedade Mariológica Espanhola e da Associação Mariana
Internacional.





Estando ausente Tomé,
os discípulos de Jesus tiveram uma experiência inaudita. Quando o vêm
chegar, comunicam-lhe cheios de alegria: “Vimos o Senhor”. Tomé
escuta-os com ceticismo. Por que irá acreditar em algo tão absurdo? Como
podem dizer que viram Jesus cheio de vida, se morreu crucificado? Em
todo o caso, será outro.