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sábado, 20 de setembro de 2025

Minha prioridade é o Evangelho, não resolver os problemas do mundo, diz Leão XIV

O papa Leão XIV na audiência geral na Praça de São Pedro, no Vaticano, em 17 de setembro de 2025. ??
Papa Leão XIV na audiência geral na Praça São Pedro, em 17 de setembro de 2025.

   

Por Hannah Brockhaus

 

O papa Leão XIV disse que seu papel principal como líder da Igreja é confirmar os católicos na fé e compartilhar o Evangelho com o mundo, não resolver crises globais.

A fala do papa à correspondente do Crux em Roma, Elise Ann Allen, foi a primeira entrevista formal de Leão XIV como papa. Ela foi incluída no livro Leão XIV: Cidadão do Mundo, Missionário do Século XXI, publicado ontem (18) em espanhol pela editora Penguin, no Peru. Edições em inglês e português estão previstas para o início de 2026.

Leão XIV disse que está "tentando não continuar polarizando ou promovendo a polarização na Igreja".

"Eu não vejo meu papel principal como o de tentar resolver os problemas do mundo. Na verdade, não vejo meu papel como tal, embora eu ache que a Igreja tem uma voz, uma mensagem que precisa continuar sendo pregada, dita e falada em voz alta", disse ele.

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Bispo Eleganti: Comentários do Papa Francisco sobre outras religiões escondem Jesus e contradizem o Evangelho

Qualquer um que queira incluir a todos ao custo de relegar Cristo a segundo plano como o Filho de Deus não merece o nome de "cristão". Ele não é convencido nem convincente. Ele não é uma testemunha de Cristo. 

Imagem em destaque
Papa Francisco

Acima de tudo, São Paulo enfatiza que a missão não tem nada a ver com manipulação e intimidação, mas é uma demonstração de espírito e força. Em outras palavras: é o Espírito Santo que convence uma consciência da verdade, não o missionário. Esta verdade é Jesus Cristo, que Francisco regularmente deixa de mencionar no contexto inter-religioso.

O diagnóstico também não está correto. O grande perigo na Igreja desde o último Concílio não é o proselitismo repreensível, mas a paralisia quase completa dos esforços missionários, além de reavivamentos isolados, que são uma reação à ausência de missão por 60 anos.

domingo, 7 de julho de 2024

“Cuidado com os falsos profetas”

https://adelantelafe.com/wp-content/uploads/2018/11/lobo-oveja.jpg 

 

Novamente o Evangelho do Sétimo Domingo depois de Pentecostes (Mt 7, 15-21) é retirado do Sermão da Montanha e, neste caso, contém duas recomendações que se ordenam a um objetivo final: levar-nos a cumprir a vontade de Deus como caminho para alcançar a salvação eterna; isto é, ser cidadãos daquele Reino de Deus cuja doutrina moral é promulgada por Cristo, o legislador. Essas recomendações são:

1.- Fugir daqueles que tentam nos arrastar pelo caminho do erro e da impiedade: «Cuidado com os falsos profetas; Aproximam-se disfarçados de cordeiros, mas por dentro são lobos vorazes» (v. 15).

2.- Procure fazer boas obras, colocar em prática a vontade de Deus, merecendo assim pertencer ao Reino (Não basta, como acreditavam os escribas e fariseus, ser membros do povo eleito): Nem todo aquele que me diz: “Senhor, Senhor” entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus» (v. 21).

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Francisco e o escândalo do Evangelho, o caminho desafiador

Então, disse Jesus aos Doze: "Não quereis também vós partir?" Simão Pedro respondeu-lhe: "Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que tu és o Santo de Deus" (Jo 6, 67-69). Uma reflexão acerca de "Fiducia supplicans", o documento recentemente publicado pelo Dicastério para a Doutrina da Fé sobre o significado pastoral das bênçãos.

Cristo, bom pastor 

 

Por Francesco Ognibene

 

"Não quereis também vós partir?" Parece que ainda podemos ouvir essas palavras provocativas de Jesus quando, diante do escândalo de sua pregação, aqueles que o seguiam e diziam acreditar nele foram embora, como se houvesse uma medida da inteligência e do coração que nem mesmo Deus pode ultrapassar se não quiser ser abandonado pelos "seus".

A cena evangélica da solidão à qual o Senhor se entrega por ter se revelado plenamente em seu amor inaudito por nossa humanidade desencaminhada vem à mente toda vez que se eleva o escândalo de alguns cristãos em torno do Papa, que nos pede passos adiante na compreensão do Evangelho. Passos que nem sempre são fáceis, até mesmo indigestos para muitos, mas desde quando a fé nos promete uma vida fácil? O Papa Francisco, e antes dele outros Papas que conhecemos, nunca se detém nas convicções familiares e reconfortantes, ele continua a reler para nós o depósito da fé e da doutrina, mostrando-nos novos aspectos que, à luz de tempos complicados e incertos como os nossos, podem até provocar a reação instintiva de parar, de não segui-lo, ou até mesmo de ir embora. 

Como se achássemos exagerado o que Pedro nos explica, basicamente convencidos de que ele não pode nos pedir que o acompanhemos até aí. E, em vez disso, poderia ser exatamente dessa passagem mais impermeável que depende uma nova clareza sobre a mensagem cristã da qual desejamos ser testemunhas convictas. 

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

O movimento do arco-íris na JMJ?


Naquele tempo, disse Jesus ao povo: «Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que pegou peixes de todo tipo. Quando ficou cheia, os pescadores puxaram a rede para a praia, sentaram-se, recolheram os peixes bons em cestos e jogaram fora os que não prestavam. Assim acontecerá no fim do mundo: os anjos virão para separar os maus dos justos, e lançarão os maus na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Entendestes tudo isso?»«Sim», responderam eles. Então Ele acrescentou: «Assim, pois, todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é como um pai de família, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas». Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali. (Mt 13,47-53)

O Padre Overland Faz uma homilia do evangelho do dia 03/08, de acordo com a atualidade do que o mundo está vivendo. Muitos que se dizem católicos, inclusive os ordenados (sacerdotes), estão "nadando" de acordo com a maré do mundo. Infelizmente o povo só vê a Misericórdia de Deus e esquece da Sua justiça.

sábado, 19 de novembro de 2022

O bispo que, através do Evangelho, desafiou o comunismo

(Rino Cammilleri em Il Timone)Anton Durcovici, apesar das ameaças, não abandonou sua missão pastoral durante a perseguição anticristã romena. Por isso acabou numa das prisões mais horríveis do mundo.

Anton Durcovici  


Os recursos naturais do planeta podem estar se esgotando. Pode ser. Mas há uma matéria-prima que abunda, e é a carne humana. Como bem sabem aqueles que dizem que somos muitos e a quem Chesterton convidou a dar o exemplo saindo do caminho. Mas, sabemos, o excesso é sempre feito pelos outros. E o resto, de Robespierre em diante, são aqueles que acreditam em Deus, um Deus que ama cada vida humana. Na história, os campeões absolutos da eliminação do excesso foram e são os comunistas. Destes, ora, os mais diligentes eram os pertencentes aos satélites da URSS, talvez para se tornarem dignos do Politburo soviético. Porém, o Mal é, ao mesmo tempo, trágico e grotesco, como no caso que contaremos a seguir. Em que dinheiro e esforço são empregados quando bastaria um tiro no pescoço dele. Estamos falando de Anton Durcovici, um bispo católico de rito latino na Romênia na época da infame Securitate.

Estudos em filosofia, teologia e direito canônico

sexta-feira, 21 de maio de 2021

As bem-aventuranças e a glória celeste

“As bem-aventuranças” (1436-1443), Fra Angelico, afresco do convento de San Marco, em Florença.

 

Por Plinio Maria Solimeo

 

Diz São Mateus em seu Evangelho que Nosso Senhor Jesus Cristo “percorria toda a Galileia […] grandes multidões seguiam-no da Galileia e da Decápole, e de Jerusalém e da Judeia”. O Divino Salvador, “vendo a multidão, subiu ao monte, e quando se sentou, aproximaram-se dele os discípulos. E, abrindo a boca, Ele os ensinava dizendo, bem-aventurados…” (4, 23-25; 5, 1 e ss.), iniciando assim o que ficou conhecido como o famoso Sermão da Montanha.

São Lucas põe esse episódio logo depois de Nosso Senhor ter escolhido seus 12 discípulos e, descendo do monte em que estavam, curou muitos doentes e expulsou vários demônios. Em seguida, “levantando os olhos sobre os discípulos, Ele dizia: bem-aventurados…”

Esse evangelista cita apenas quatro das oito bem-aventuranças mencionadas por São Mateus. Sobre isso comenta a revista Permanência: “[São] Lucas narra que o sermão do Senhor foi feito às turbas. Por isso enumera as bem-aventuranças conforme a capacidade delas, que só conheciam a felicidade voluptuosa, temporal e terrena”. As quatro citadas por ele são: “Bem-aventurados os pobres, porque vosso é o reino de Deus; Bem-aventurados os que agora padeceis fome, porque sereis fartos; Bem-aventurados os que agora chorais, porque rireis; Bem-aventurados sereis quando vos odiarem os homens, vos excomungarem, e vos maldisserem e proscreverem vosso nome como mau, por amor do Filho do Homem. Alegrai-vos naquele dia e regozijai-vos, pois grande será a vossa recompensa no Céu”.

Entretanto, vamos comentar as oito bem-aventuranças citadas por São Mateus, porque elas englobam também as acima.

terça-feira, 6 de abril de 2021

O SISTEMA PROTESTANTE diante do EVANGELHO DA RESSURREIÇÃO

 


Este vídeo nos apresenta a conferência de nosso Padre Prior, Frei Tiago de São José a respeito da Páscoa Cristã e suas consequências. De fato, aqui, ele nos demonstra muito claramente que, a partir do momento da Ressurreição, Jesus Cristo constitui a sua Igreja, dando autoridade para os seus Apóstolos e instituindo os sacramentos que têm a sua eficácia no sacrifício da Cruz. Essa demonstração nos prova que o Sistema Sacramental da Igreja Una Santa Católica e Apostólica, no Ocidente, como no Oriente é a Verdadeira Religião instituída pelo Filho de Deus. O texto profundo da Mystici Corporis, encíclica magistral do Papa Pio XII nos ajuda também a visualizar esta verdade confirmada pelas Escrituras, especialmente pelos textos dos Evangelhos que narram as aparições de Cristo Ressuscitado. Esta argumentação visa convencer os Protestantes e Evangélicos de que o Sistema Religioso no qual eles estão baseados não passa de uma invenção, muito bem elaborada, para afastar as pessoas da Graça de Cristo e da Verdadeira Igreja. Sem fundamento histórico, bíblico ou doutrinal, o Erro Protestante consiste na perda da conexão direta que a Igreja Católica tem com os Sacramentos que são necessários para a Salvação e Santificação e que transmitem o próprio Cristo Deus e Homem. Ao contrário do que muitos imaginam, como é explicado aqui, não foi Lutero nem outro Reformador que inventou o sistema protestante, mas o judaísmo talmudista que se baseia na interpretação livre dos livros revelados. Por isso, esse sistema é a base do princípio noachida que dá origem a uma religião universal que está sendo hoje em dia formada, com a ajuda da falsa igreja do Vaticano II que se ocupa com a destruição final do dogma e dos sacramentos da Igreja Católica. Uma realidade sem dúvida muito difícil e grave, mas que deve ser entendida com a esperança da vitória da Verdade e da Graça de Deus sobre o erro e a divisão e que deve ser vivida na espiritualidade cristã baseada na Fé da Ressurreição.

Centuriões romanos no Novo Testamento


 

Por Plinio Maria Solimeo

 

Excetuando-se obviamente nosso Divino Salvador, sua Mãe Santíssima, os Apóstolos e as Santas Mulheres, dentre as figuras mais atraentes do Novo Testamento estão alguns centuriões romanos que aparecem nos Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos. Embora geralmente fossem pagãos, seguindo a Lei Natural que Deus colocou na alma de todos os homens, muitos deles praticavam a caridade e as boas obras, o que os predispunha a receber a verdadeira fé.

O exército do Império Romano dividia-se em várias unidades. Sua grossa maioria, como é compreensível, compunha-se dos simples soldados, ou “legionários”. Logo acima destes vinham os chamados “decanos”, que tinham sob seu comando 10 legionários (ou uma decúria). O “centurião”, por sua vez, era um oficial que comandava 10 decanos (100 homens, ou uma centúria). Acima dele estava o “tribuno”, que tinha a seu cargo quatro ou cinco centuriões, ou seja, de 400 a 500 homens, ou uma “coorte”. Vinha acima o “legado”, que comandava 10 tribunos, ou seja, cerca de cinco mil homens. Esses legados prestavam obediência ao primeiro escalão político, o dos cônsules, na época republicana, e o dos comandantes gerais na época Imperial. Estes, por sua vez, comandavam toda uma Legião.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

O Cristo Comunista Chinês

O que os primeiros fragmentos da “tradução” da Bíblia pelo PCCh sugerem sobre a natureza do regime de Xi Jinping.

 

 
Cameron Hilditch na National Review 
 
 

No início deste ano, ouvimos sobre a intenção do Partido Comunista Chinês (PCC) de produzir sua própria "tradução" do texto da Bíblia aprovado pelo estado. Obviamente, as Sagradas Escrituras não são tão semelhantes à ortodoxia do PCCh quanto o Politburo gostaria.

De acordo com a agência de notícias estatal Xinhua, o Partido reuniu no final do ano passado um grupo de "especialistas" obedientes e dóceis com a tarefa de "realizar uma interpretação precisa e bem fundamentada das doutrinas clássicas para harmonizá-las com a época”. Em outras palavras, o PCC planeja transformar as Escrituras em outra propaganda do regime reescrevendo além de todo reconhecimento.

Ainda não temos acesso a toda a "versão do Presidente Xi" da Bíblia, mas os primeiros frutos desse esforço sórdido foram divulgados na semana passada, quando um impressor do governo publicou um manual escolar para alunos do ensino médio. O livro, que é usado para ensinar "ética profissional e lei", inclui uma passagem do capítulo oito do Evangelho de João. A passagem nos conta a famosa história da mulher apanhada em adultério e apresentada a Jesus por seus inimigos para que ele a julgasse. Esta história é usada pelos autores do livro como um exemplo de moralidade aprovada pelo Partido de como a obediência à lei é absolutamente necessária, um princípio básico a ser instilado nos alunos por um governo que não tolera qualquer desobediência ao seu próprio leis. 

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Maria Madalena nos Evangelhos e nos Apócrifos

Maria Madalena é citada cinco vezes nos Evangelhos; não há porquê a identificar com uma prostituta. Ocorrem nos Evangelhos quatro mulheres distintas: a pecadora anônima de Lc 7, 36-50, a mulher que acompanhava Jesus e lhe servia com as suas posses (Lc 8, 1-3), a irmã de Marta e Lázaro (Jo 12, 1-12) e a mulher adúltera de Jo 8, 1-11. Nos apócrifos de origem gnóstica e maniqueia (não cristã, porque dualista) aparece Madalena como confidente de Jesus. É desta fonte que alguns autores modernos pretendem desenvolver a figura de Jesus descrita pelos evangelistas. Esta tendência carece de todo fundamento, pois a tradição cristã é diversa no tocante a Madalena após a ressurreição de Jesus.






Por Professor Felipe Aquino


O romancista Dan Brown, em seu “O Código da Vinci”, focalizou Maria Madalena como pretensa esposa de Jesus e antepassada de uma dinastia de reis da França. Esta notícia, por mais estranha que seja, despertou a curiosidade de muitos leitores, sugerindo assim o aprofundamento de tal temática. É o que será feito nas páginas subsequentes.

1. Maria Madalena nos Evangelhos

A Madalena dos Evangelhos costuma ser identificada, desde o século VII com a pecadora que lavou os pés de Jesus com suas lágrimas, e com a irmã de Marta e Lázaro, pois esta ungiu os pés de Jesus com bálsamo. Ver Lc 7, 36-50; Lc 8, 1-3 e Jo 12, 1-11.

Esta identificação que faz de três mulheres uma só, hoje em dia não é aceita pelos melhores exegetas. Vejamos por quê.

1.1. A identificação da mulher de má vida (Lc 7, 36-50) com Madalena (Lc 8, 1-3) carece de base sólida.

Eis o que se lê em Lc 8, 2s: “Acompanhavam Jesus os doze e algumas mulheres que ele havia curado de espíritos imundos e de enfermidades: Maria Madalena, da qual haviam saído sete demônios, Joana, mulher de Cuza, mordomo de Herodes, Suzana e muitas outras, que lhe ministravam com seus bens”.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

A mesa, lugar de ficção ou de comunhão?

[unisinos]


Publicamos aqui o comentário do monge italiano Enzo Bianchi, fundador da Comunidade de Bose, sobre o Evangelho deste 22º Domingo do Tempo Comum, 1º de setembro (Lucas 14,1.7-14). A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Ouça a Leitura do Evangelho:

Eis o texto.


Ainda durante a viagem para Jerusalém, Jesus é avisado de que Herodes quer matá-lo, por isso é convidado a fugir. Mas ele não foge, ao contrário, manda dizer-lhe que aquilo que ele deve fazer, ele o faz com parrhesía, com franqueza, obedecendo à vontade do Pai, até levar a cumprimento a sua obra (cf. Lc 13,31-33). Para Jesus, Herodes é apenas uma “raposa”, um impuro que ele, durante a paixão, não se dignará sequer a um olhar, permanecendo mudo diante dele, sem responder às suas perguntas (cf. Lc 23,8-9).

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Maria Madalena nos Evangelhos e nos Apócrifos

[cancaonova]
Por Professor Felipe Aquino

Maria Madalena é citada cinco vezes nos Evangelhos; não há porquê a identificar com uma prostituta. Ocorrem nos Evangelhos quatro mulheres distintas: a pecadora anônima de Lc 7, 36-50, a mulher que acompanhava Jesus e lhe servia com as suas posses (Lc 8, 1-3), a irmã de Marta e Lázaro (Jo 12, 1-12) e a mulher adúltera de Jo 8, 1-11. Nos apócrifos de origem gnóstica e maniqueia (não cristã, porque dualista) aparece Madalena como confidente de Jesus. É desta fonte que alguns autores modernos pretendem desenvolver a figura de Jesus descrita pelos evangelistas. Esta tendência carece de todo fundamento, pois a tradição cristã é diversa no tocante a Madalena após a ressurreição de Jesus.



O romancista Dan Brown, em seu “O Código da Vinci”, focalizou Maria Madalena como pretensa esposa de Jesus e antepassada de uma dinastia de reis da França. Esta notícia, por mais estranha que seja, despertou a curiosidade de muitos leitores, sugerindo assim o aprofundamento de tal temática. É o que será feito nas páginas subsequentes.

1. Maria Madalena nos Evangelhos

A Madalena dos Evangelhos costuma ser identificada, desde o século VII com a pecadora que lavou os pés de Jesus com suas lágrimas, e com a irmã de Marta e Lázaro, pois esta ungiu os pés de Jesus com bálsamo. Ver Lc 7, 36-50; Lc 8, 1-3 e Jo 12, 1-11.
Esta identificação que faz de três mulheres uma só, hoje em dia não é aceita pelos melhores exegetas. Vejamos por quê.

1.1. A identificação da mulher de má vida (Lc 7, 36-50) com Madalena (Lc 8, 1-3) carece de base sólida

Eis o que se lê em Lc 8, 2s: “Acompanhavam Jesus os doze e algumas mulheres que ele havia curado de espíritos imundos e de enfermidades: Maria Madalena, da qual haviam saído sete demônios, Joana, mulher de Cuza, mordomo de Herodes, Suzana e muitas outras, que lhe ministravam com seus bens”.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

'Quem quer que trabalhe para inventar uma nova Igreja, abusa da sua autoridade espiritual': Bispo Gänswein

[dominusest]


O arcebispo Georg Gänswein falou do dever do padre de permanecer fiel à "verdade dos Evangelhos" e repreendeu os membros da Igreja que desejam "inventar uma nova Igreja".
"Quando os sacerdotes, os bispos não têm mais a coragem", prosseguiu o prelado, "proclamar os Evangelhos com força e em plenitude, mas simplesmente apresentar as próprias palavras de sabedoria, depois vem o desastre, e então chegam as manchetes."
De Maike Hickson LifeSiteNews 2 de maio de 2019

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

O espiritismo tem alguma coisa a ver com o Evangelho de Cristo?

Por Frei Boaventura Kloppenburg

Da Santíssima Trindade à fé na Igreja, da divindade de Cristo ao juízo final, o espiritismo renuncia a praticamente todo o credo cristão. Em que consiste, pois, seu anunciado “cristianismo"?



No Brasil, o movimento criado por Allan Kardec (AK) é mantido e divulgado pela Federação Espírita Brasileira, fundada em 1884, que a propõe sistematicamente não apenas como "a religião", mas também como "espiritismo cristão" [...].

sábado, 22 de setembro de 2018

O Evangelho de São Mateus e o fim do mundo



Jesus sentado perante o templo de Jerusalém fala a seus discípulos da total destruição deste (24,1-2). Sobre esta destruição a maioria dos exegetas estão de acordo em que Jesus se referia historicamente à destruição de Jerusalém ocorrida no ano 70 d.C. Mas, esta destruição é figura profética da consumação dos tempos.

 


Perante este anúncio, os discípulos perguntam: quando sucederá?
«Diz-nos quando sucederá isso, e qual será o sinal de Tua vinda e do fim do mundo» (24,3) ao qual Jesus responde: «Olhem, que não os enganem ninguém. Porque virão muitos usurpando meu nome e dizendo: “eu sou o Cristo”, e enganarão a muitos. Ouvirão também falar de guerras e rumores de guerras. Cuidado, não se alarmem! Porque isso é necessário que suceda, mas não é todavia o fim» (24,4-6).

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

"Que a homilia seja breve! Por favor, não mais de 10 minutos!"

[infovaticana]
Por Fernando Beltrán

"E aquele que entrega a homilia deve estar ciente de que ele não está dizendo algo dele, ele está pregando, dando voz a Jesus, ele está pregando a Palavra de Jesus. E a homilia deve estar bem preparada, tem que ser breve, breve! Foi o apelo do Papa na catequese nesta manhã, no qual ele falou do evangelho e da homilia".



Na audiência geral desta manhã, que aconteceu às 9h35 no Salão Paul VI do Vaticano, o Santo Padre reuniu-se com grupos de peregrinos e fiéis da Itália e de todo o mundo. O Papa continuou a catequese na Santa Missa falando sobre a Liturgia da Palavra, concentrando-se neste tempo no tema Evangelho e homilia .

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

5º Domingo do Tempo Comum - Evangelho&Homilia

Evangelho e homilia do 5º domingo do tempo comum, com a participação do diácono Mussolini Moret | Evangelho: Marcos 1, 29-39 | 04/02/2018 - Gravado na Santa Missa das 19h na Igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora - Laranjal, São Gonçalo - RJ
*Pedimos desculpas na má qualidade do áudio. Pois estamos com problemas técnicos com o mesmo.


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