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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Eu acuso o Inferno.

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Muitos certamente já ouviram a famosa frase atribuída ao poeta Charles Pierre Baudelaire: "O maior engano do diabo é nos fazer acreditar que ele não existe". Se acrescentarmos a isso o refrão comum de "não veja o diabo em todo lugar" e o desejo cada vez maior por conforto e complacência, constatamos que a humanidade vive em uma profunda e extremamente prejudicial indiferença à realidade do inferno. 

Quem quer que tenha cunhado a frase "não veja o diabo em todo lugar" duvido muito que tivesse argumentos sólidos para sustentar sua afirmação. São Pedro ensinou algo diametralmente oposto e nos exortou: "Sejam sóbrios e vigilantes. O diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando alguém para devorar". Lá, no inferno, o sono não existe. Até o fim dos tempos, demônios vagam por este mundo, tentando incessantemente conquistar pessoas para levá-las ao inferno, onde haverá choro e ranger de dentes. As tentações diárias nos lembram da existência dos anjos caídos: eles estão aí, nos tentando, nos perturbando, sugerindo coisas malignas, buscando nos desviar do caminho certo. São Paulo, em sua carta aos Efésios, falou dos poderes malignos que se movem no ar e indicou que travamos uma luta diária e constante contra eles: “Pois a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas e contra as forças espirituais do mal nas regiões celestes”. Em outras palavras, minha luta não é para derrubar minha próxima, uma mulher de carne e osso, mas para lutar para que os demônios não me derrubem. Como se pode ver, o poder angelical do mal também se utiliza das forças mundanas que habitam as trevas. O mundo de hoje, não tenho receio de dizer, transformou-se como nunca antes em uma anarquia de pecados, em larga escala e dos mais variados tipos, oferecidos a nós com a aprovação tácita da sociedade conformista. A queda é tão fácil, a luta tão árdua.

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

A dura verdade sobre o vício em pornografia – e o que você pode fazer a respeito

A pornografia é uma luta entre o bem e o mal que toma conta do cérebro, mas especialistas dizem que Deus é o curador supremo. 

Imagem em destaque  

 

Como uma serpente serpenteando sem ser notada por entre os arbustos densos, a pornografia entrou em nossas casas sem ser detectada por aqueles que as guardam.

Como um dos símbolos mitológicos mais antigos, a serpente representa astúcia, caos e um poder perverso.

Na Bíblia, a serpente simboliza o caos e o poder maligno. Em Gênesis 3:13-15, no Jardim do Éden, a serpente engana a mulher, que come da maçã, e o pecado entra no mundo. No livro de Apocalipse 12:7-9, o Arcanjo Miguel derrota a antiga serpente no céu e a lança, juntamente com seus semelhantes, à terra.

A luta entre o bem e o mal, tão antiga quanto a própria humanidade, está desperta em nós todos os dias.

terça-feira, 29 de julho de 2025

Escola da Virtude do Padre Palau, ideal para lutar as nobres batalhas da fé hoje.

    
 
 
 

 

Rosa María Ber Miralles. Esposa e mãe. Originária de Horta de San Juan (Tarragona), vive atualmente muito perto da capital. Desde 2017, promove e estuda a vida e a obra do Beato Francisco Palau y Quer. Ela garante que ninguém que conhece este Carmelita Descalço fica indiferente. É muito importante para a compreensão dos nossos tempos, mas também para viver e morrer observando o triunfo da Igreja por meio de Maria...

Como surgiu a Escola da Virtude do Beato Palau e quais eram seus propósitos?

Naquela época, maio de 1851, o Padre Palau acabava de chegar a Barcelona, tendo encerrado seu exílio na França, graças à concordata entre o governo espanhol e a Santa Sé. Ele também pôs fim à perseguição que ali sofrera.

O motivo do exílio foi o mesmo: perseguição: massacres de monges, exclaustração, guerra carlista, etc. A Espanha convulsionada daquela época, fruto das correntes liberais originárias da Revolução Francesa.

Colocando-se sob a jurisdição de Monsenhor José Domingo Costa y Borrás, que chegou à diocese de Barcelona em 9 de maio daquele mesmo ano e era conhecido do exclaustrado carmelita.

Após um retiro nas montanhas de Montsant (Tarragona) em oração, sacrifício e penitência, meditando sobre sua nova situação e buscando discernir a vontade de Deus, o apóstolo retornou e, enquanto pregava em diferentes igrejas de Barcelona, em contato com a realidade daquele povo e da Espanha, emergiu seu plano mais ambicioso até então: a Escola da Virtude. Inaugurada em 16 de novembro de 1851, Monsenhor Costa y Borrás também lhe havia confiado a direção dos exercícios espirituais do seminário conciliar de Barcelona.

quarta-feira, 18 de junho de 2025

Santa Joana d'Arc, Islã e Renascimento Cristão

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Por Roberto de Mattei 

 

Em 1º de junho, quando guerrilheiros urbanos estavam ensanguentando a capital francesa após a final da Liga dos Campeões, jovens islâmicos levantaram uma bandeira jihadista sobre a estátua de Santa Joana d'Arc na Praça da Pirâmide. Santa Joana d'Arc é a santa padroeira da França, uma nação que se ergue sobre os fundamentos da civilização cristã. A missão da Donzela de Orleans consistia em reconquistar, mais do que um território, o conceito sagrado de soberania, a raiz da história da França e da Europa. A profanação da estátua de Santa Joana d'Arc é, portanto, um indignamento da identidade nacional do nosso continente e confirma a gravidade do perigo islâmico.

O ministro do Interior gaulês, Bruno Retaillaus, minimizou a importância dos excessos, mas o ex-ministro Gérard Darmanin reconheceu que os atos violentos eram o trabalho dos imigrantes e não se originaram de uma disputa de futebol. Os tumultos afetaram várias cidades, com desordem violenta, saques e confrontos com a polícia, resultando em 192 feridos (principalmente policiais) mortos, 3 mortos e 642 detentos. A estratégia do governo francês de usar o futebol como ferramenta política para promover a inclusão e integração dos imigrantes provou ser um fracasso, porque em vez de uni-lo gera divisão e violência.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

O Demônio – A luta contra o diabo

 
 

Por Padre

–E com que autoridade você diz isso? Você é um profeta? –Eu não sou.
–Ele é filho de um profeta? –Eu também não, embora estejamos chegando perto.
–E por que ele fala então, se não é profeta nem filho de profeta?
–Por causa da escassez de verdadeiros profetas e do clamor dos falsos profetas. Assim que os verdadeiros profetas aparecerem, ficarei quieto. Assim que os falsos profetas pararem de enganar o povo, eu também ficarei calado. Pelo menos é o que espero (Pe. Leonardo Castellani).

O diabo derrota o homem quando este confia em sua própria força, pois se limita a ela. Pensemos, por exemplo, num cristão que abandona a oração, a Santa Missa, o sacramento da penitência. E isso acontece, observa Paulo VI, porque o ataque dos demônios “hoje recebe pouca atenção. Há um medo de recair em velhas teorias maniqueístas ou em terríveis divagações fantásticas e supersticiosas. Hoje, alguns preferem parecer corajosos e livres de preconceitos, e adotar atitudes positivas” (15-11-1972). Dessa forma, o mal do homem e do mundo é banalizado, e os meios para derrotá-los são banalizados: eles vão para a guerra atômica armados com um estilingue. Mas agora está claro que a decisão de eliminar ideologicamente um inimigo que teimosamente permanece real só o torna mais perigoso.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Lutando contra o pecado

Agostinho, é claro, não foi o primeiro a mapear o ciclo da luxúria, como qualquer um para quem a conexão corpo/alma continua sendo um trabalho em andamento bem sabe.

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Por Régis Martin

 

“Devo agora levar meus pensamentos de volta às coisas abomináveis ​​que fiz naqueles dias”, escreve Agostinho no início do Livro II, “os pecados da carne que contaminaram minha alma”. Ele deixou sua infância para trás, o período em que foi para a escola pela primeira vez, onde os alunos eram regularmente espancados por seus professores (“meu grande bicho-papão”, é como ele descreve); apesar disso, o jovem Agostinho, uma criança excepcionalmente talentosa, consegue adquirir conhecimento e habilidade suficientes para justificar os sacrifícios que seus pais fizeram para mandá-lo para lá. E embora as memórias permaneçam amargas, ele ainda precisa contar a Deus para, como ele diz, 

para saborear a tua doçura, a doçura que não engana mas traz alegria real e nunca falha. Por amor ao teu amor, eu me recuperarei da devastação da ruptura que me despedaçou quando me afastei de ti, a quem somente eu deveria ter buscado...

sábado, 24 de agosto de 2024

O Mundo de Santo Agostinho

Santo Agostinho teve que enfrentar a ameaça que nunca desaparece: a ameaça da heresia.

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Por Régis Martins

 

No espaço de três séculos que se seguiram à morte de Cristo, surgiram duas ameaças muito diferentes para atormentar a vida da Igreja. A primeira foi a perseguição, que assumiu forma feroz e resoluta desde o início. Onda após onda de ódio foi dirigida contra aqueles que persistiram na prática da fé cristã – não apenas por parte dos judeus, que se ressentiam amargamente do fato de os seguidores de Jesus terem abandonado a adoração no templo por causa de um “blasfemador” cujo a execução que eles acolheram, mas também da Roma Imperial, cuja fúria se desencadeou sobre todos os que se recusavam a honrar os deuses domésticos. E porque os deuses eram vistos como imortais, e o Estado romano não menos, qualquer impiedade demonstrada para com as divindades presidentes era vista como um ataque ao ofício sagrado do próprio imperador, portanto punível com a morte. 

Mas tudo isso teve um final surpreendente com a conversão de Constantino, cujo Edito de Milão, em 313, conferiu legitimidade à Igreja, permitindo assim que o Cristianismo se tornasse, pela primeira vez na história, o que Deus planejou para a Sua Noiva desde o início: um povo unido, como diria mais tarde Santo Agostinho, pelas coisas pelas quais compartilhavam o amor.

domingo, 28 de julho de 2024

Santo Antônio Abad e suas lutas com o diabo no deserto

 


Por Don Renzo Lavatori

 

O deserto é o lugar preferido de Satanás e ali, acima de tudo, ele tenta o monge.

O deserto, de facto, segundo a tradição eremítica, é considerado não tanto um lugar privilegiado onde Deus fala mais diretamente ao coração dos homens, mas como um campo de batalha ou um estádio onde o eremita, como um soldado ou um atleta, se mede espiritualmente (e também fisicamente) com o diabo. O deserto é o reino de Satanás e nenhum homem de Deus pode entrar nele. É por isso que o Maligno até proibiu isso a Santo Antônio Abade ou “o Grande”, que nasceu no século III, filho de camponeses cristãos no Baixo Egito e se tornou um eremita. Satanás não queria perder a sua hegemonia sobre este lugar, para exercer ali o seu poder sem oposição. Na verdade, após a chegada do Cristianismo, o “príncipe deste mundo” teve que retirar-se para o deserto porque as cidades eram agora povoadas por cristãos. Mas os monges queriam levar ali uma vida de oração e o diabo lutou contra eles para não serem expulsos de lá também. Antonio seria o fundador do monaquismo cristão no deserto.

O monaquismo do século IV foi também uma reação ao perigo de secularização da Igreja após o edito de Constantino em 313. Os crentes, agora livres para professarem a sua fé em Cristo, puderam adaptar-se às exigências do mundo e da sociedade, causando uma declínio do compromisso evangélico e empobrecimento dos valores afirmados pela antiga tradição cristã. Daí a necessidade de viver mais segundo o Evangelho, para alcançar a perfeição. Esta aspiração culminou no “monaquismo”, como expressão concreta do compromisso com a evasão do mundo e a concentração no ascetismo e na oração. O monaquismo surge no Egito no final do século III. Seus primeiros expoentes foram os anacoretas, mas teria seu maior desenvolvimento e implantação no século IV, principalmente graças a duas grandes figuras: Antônio e Pacômio. Eles forneceram pessoalmente o modelo de vida monástica para todas as Igrejas, estabelecendo dois tipos: o monaquismo de clausura ou hermético e o monaquismo comunitário ou cenobítico.

sábado, 10 de julho de 2021

Por que precisamos da Igreja, dos Sacramentos e dos Santos para lutar contra Satanás

“Não podemos nos divorciar da rede interpessoal na qual Deus nos criou”, diz Pe. Robert Spitzer, SJ,  “...se reconhecermos isso, tanto melhor: você está em uma comunidade, então é melhor encontrar a certa."

Fr. Robert Spitzer, SJ, é o autor de vários livros, mais recentemente de uma trilogia sobre a batalha espiritual e espiritualidade católica. (Imagens: Ignatius Press)

 

Por

Na primeira parte da minha conversa com o Pe. Robert Spitzer, SJ, falamos sobre a guerra espiritual, lutar contra Satanás e escapar das trevas do mal. Esses e muitos tópicos relacionados são tratados em sua trilogia intitulada Called Out of Darkness: Conting with Evil through the Church, Virtue, and Prayer. Os dois primeiros volumes, Cristo Versus Satan em Nossas Vidas Diárias: A Luta Cósmica entre o Bem e o Mal (Ignatius Press, 2020) e Escape from Evil's Darkness: A Luz de Cristo na Igreja, Conversão Espiritual e Conversão Moral (Ignatius Press, 2021) já foram lançados. O terceiro volume da trilogia atual, intitulado A Sabedoria Moral da Igreja Católica: Princípios de Ética Pessoal e Social, deve sair da Ignatius Press no início do próximo ano.

Nesta segunda parte da entrevista, Pe. Spitzer discute mais a natureza da luta contra o mal e o papel da Igreja, dos santos e dos sacramentos no combate ao pecado.

sábado, 5 de setembro de 2020

Dom Viganò: Nós permaneceremos na Igreja, lutaremos contra os modernistas que minam a fé

"Não são os fiéis tradicionais - isto é, verdadeiros católicos, nas palavras de São Pio X - que devem abandonar a Igreja na qual têm todo o direito de permanecer e da qual seria lamentável separar-se; mas sim os modernistas que usurpam o nome católico, precisamente porque é apenas o elemento burocrático que permite que eles não sejam considerados no mesmo nível de qualquer seita herética."

 
Arcebispo Carlo Maria Viganò

 
Dra. Maike Hickson  
 
 
O Arcebispo Carlo Maria Viganò, respondendo a um conjunto de perguntas publicadas pelo jornalista da LifeSite Stephen Kokx, esclarece a situação com relação à batalha contínua pela fé na Igreja. Quer dizer: ele deixa claro que é preciso permanecer na Igreja Católica e que, em vez disso, aqueles que abalam a fé que nos foi transmitida pelos apóstolos devem sair. Ele convida os fiéis católicos a lutar e a viver uma vida de graça santificadora.

Esta nova afirmação é importante, na medida em que nos últimos dias, tanto o padre Thomas Weinandy, como o padre Raymond de Souza, espalharam a suspeita de que o prelado italiano pudesse ser “cismático”, pretendendo, assim, deixar a Igreja Católica. Essa suspeita surgiu por causa da crítica de Viganò ao Concílio Vaticano II e seus efeitos prejudiciais sobre a vida da fé na Igreja. Por exemplo, o artigo de Souza intitula-se: “A rejeição do Concílio Vaticano II pelo Arcebispo Viganò está promovendo o cisma?” E Weinandy afirmou: “Minha preocupação é que, em sua leitura radical do Concílio, o arcebispo está gerando seu próprio cisma”.

sexta-feira, 6 de março de 2020

Nunca desanimar na luta contra o pecado: sempre é tempo de conversão!

O pecado é o grande mal desta vida; custou a vida de Deus morto na cruz para podermos ficar livres dele. Ele é a raiz mais profunda de todos os males. São Paulo diz que “o salário do pecado é a morte” (Rom 6,23); quer dizer, toda lágrima, toda dor e a morte, têm a sua causa primeira no pecado, desde o pecado original até os nossos pecados pessoais. O pecado é “amor de si mesmo até ao desprezo de Deus”, disse S. Agostinho (A cidade de Deus, 14,28).


QuaresmaOração 

Por Prof. Felipe Aquino


Jesus veio nos trazer a libertação contra a “escravidão do pecado”. “Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com Ele, para que seja reduzido à impotência o corpo outrora subjugado pelo pecado” (Rom 6,6).
Deus disse Caim: “É verdade, se fizeres o bem, andarás de cabeça erguida; mas se fizeres o mal, o pecado estará à porta, espreitando-te. Tu, porém, poderás dominá-lo” (Gen 4,7). É possível dominar o pecado com a graça de Deus. Não temos desculpas diante da derrota para o pecado. São Paulo disse que:
“Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela” (1 Cor 10,13).

domingo, 1 de março de 2020

Se você está lutando para seguir Jesus, não está sozinho

Volte-se para Jesus novamente e novamente e novamente. Ele esta esperando!


Heinrich Hofmann (1824–1911), “Cristo e o jovem rico”

Por Padre Dave Pivonka, TOR
 
 
Como Igreja, falamos muito sobre fazer discípulos. O que não falamos muito é o problema central que a Igreja enfrenta hoje: a luta para viver como discípulo. Neste momento, a Igreja está abalada por escândalos. Os fiéis estão sofrendo por causa dos pecados de nossos líderes - líderes que já foram discípulos. Em algum momento, esses homens ouviram o chamado de Cristo e o atenderam. Mas então, eles vacilaram. Alguns se machucaram. Outros esqueceram quem eles estavam seguindo e por quê. E alguns tropeçaram, depois lutaram para se levantar. Para muitos, viver como discípulo provou ser muito mais difícil do que se tornar um discípulo.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

'Mamãe diz que sou menina': pai luta para salvar filho de 7 anos da 'transição' de gênero

Por Madeleine Jacob


Em outubro, o pai de um menino de sete anos cuja mãe está tentando "fazer a transição" dele para uma garota tem uma chance final no tribunal de salvar seu filho. Jeff Younger luta para não perder a custódia de seus filhos gêmeos, James e Jude, enquanto é acusado de abuso infantil por sua ex-esposa Anne Georgulas por não tratar James como uma garota. Em 15 de outubro, Younger e Georgulas comparecerão em tribunal. Será a última chance de Younger receber permissão para tratar James como um garoto - algo que ele está legalmente proibido de fazer agora.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Um Papa forte que ainda desafia o mundo moderno

[padrepauloricardo]
Por Peter KwasniewskiTradução: Equipe Christo Nihil Praeponere

À medida que o mundo ocidental se despojava do jugo suave de seu Redentor para, no lugar, se deixar seduzir por ideologias, erguia-se em Roma a voz do sucessor de São Pedro.



Em meu último artigo, repassei algumas das grandes encíclicas sociais de Leão XIII, escritas com o fim de dar à Igreja uma orientação em sua delicada e difícil relação com os Estados modernos e as situações econômicas atuais. Leão XIII estava em luta contra a emergência de um estilo de vida e uma visão de mundo inteiramente secularizados, separados da herança cristã e obcecados com a busca de um progresso estritamente material. Ele foi um dos primeiros a destacar a magnitude das mudanças que estavam acontecendo, à medida que o mundo ocidental se despojava do jugo suave de seu Redentor para, no lugar, se deixar seduzir pelas ideologias da moda como o liberalismo, o materialismo, o consumismo, que prometiam expandir a liberdade, ao mesmo tempo que punham gradualmente abaixo as instituições naturais e sobrenaturais que sustentam e confortam o homem em sua peregrinação pela terra.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

O modernismo ainda atormenta a Igreja. Aqui está o papa que primeiro começou a lutar contra isso.

[lifesitenews]
Por Peter Kwasniewski 


Com a sua encíclica inaugural E Supremi de 4 de outubro de 1903, o supremo pontífice que sucedeu a Leão XIII delineou eloquentemente o programa de seu pontificado: Instaurare omnia in Christo, “restaurar todas as coisas em Cristo”. Nos anos subseqüentes, Giuseppe Melchiorre Sarto (1835-1914), que reinou como Pio X de 1903 até sua morte em 1914, comprometeu-se bravamente e energicamente com essa missão. Pio X olhou com amor terno para seu próprio rebanho, pronto para guiá-lo em pastagens de sã doutrina e santidade, enquanto olhava com angústia para as sempre crescentes multidões de incrédulos, ovelhas perdidas pelas quais ele sentia a compaixão do Bom Pastor.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

10 conselhos práticos para a luta diária contra o demônio

A tentação de Cristo de Félix Joseph Barrias / Crédito: Wikimedia Commons


30 Mai. 19

REDAÇÃO CENTRAL, (ACI).- Há algum tempo, exorcista da Igreja Católica têm denunciado o aumento da atividade demoníaca e, por isso, pedem constantemente aos fiéis que se afastem do mal e do pecado, aproveitando o que Deus oferece para proteger o homem.
O ‘National Catholic Register’ reuniu vários conselhos sobre como prevenir o mal, com base em duas entrevistas com Mons. John Esseff, sacerdote da Diocese de Scranton (Pensilvânia), exorcista há mais de 40 anos; e com o Bispo de Springfield, Dom Thomas Paprocki.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

A história sangrenta das primeiras traduções da Bíblia

[periodistadigital]


Em 1427, o papa Martinho V ordenou que os ossos de John Wycliffe fossem exumados de seu túmulo, queimados e jogados em um rio. Wycliffe estava morto há 40 anos, mas a fúria que causou sua ofensa ainda estava viva (a "Bíblia das Mulheres" no tempo de MeToo).
John Wycliffe (por volta de 1330-1384) foi um dos principais pensadores ingleses do século XIV.
Naquela época, a igreja era todo-poderosa, e quanto mais contato Wycliffe tinha com Roma, mais indignado ele se sentia. O papado, ele pensou, cheirava a corrupção e egoísmo. E ele estava determinado a fazer algo a respeito (essa tabuinha de 3.000 anos mostra que um rei chamado na Bíblia era uma figura histórica real).

sexta-feira, 15 de março de 2019

Pe. Reginaldo Manzotti: nunca foi tão necessário travar uma batalha contra o mal

[aleteia]
Por Padre Reginaldo Manzotti

Um grande movimento de oração em prol da Igreja ganha a cada semana novos adeptos



Travando uma luta contra o mal, o Padre Reginaldo Manzotti vai para a quarta semana pedindo a Jesus Eucarístico proteção e libertação dos inimigos com a intercessão de Nossa Senhora, Rainha Augusta e São Miguel Arcanjo, Príncipe Guerreiro.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Santa Teresa de Calcutá e a luta pela vida

[cancaonova]

“O maior destruidor do amor e da paz é o aborto”. Santa Teresa de Calcutá



Santa Teresa de Calcutá doou a sua vida para salvar a muitas outras. Publicamos abaixo um discurso proferido por ela, com um apelo que se faz muito atual. É preciso que todos os cristãos entendam a importância de se lutar contra este grande mal que é o aborto e também a se solidarizar por essas pessoas que precisam de nossa ajuda.

Leia com atenção o que disse Santa Teresa:

(…) “Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe".

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Matrimônio, “um duelo até a morte”

Por Nathanael Blake,  The Public Discourse

O casamento por toda a vida é um ato de desafio contra todas as dificuldades da vida, das catástrofes às imoralidades. Trata-se de um “duelo até a morte”, não contra a pessoa amada, mas por causa dela.



“O matrimônio é um duelo até a morte, do qual nenhum homem honrado deveria fugir”. Como muitos dos aforismos de G. K. Chesterton, essa linha ilumina… e surpreende. É uma bela fala de um personagem da obra Manalive, e muitos leitores sentirão que ela tem algo de verdadeiro.
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