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terça-feira, 19 de novembro de 2024

Do Juízo Final de 1959 ao Estreito de 2024

A decisão do Papa João XXIII de ignorar a mensagem do terceiro segredo de Fátima e, em vez disso, convocar um concílio ecumênico teve consequências terríveis.

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Por David Torkington

 

Quando a maioria dos católicos ouve falar de revelações, eles ficam compreensivelmente céticos. Afinal, eles dizem, não temos já o ensinamento de Cristo, a palavra inspirada de Deus nas Escrituras e o ensinamento dogmático da Igreja? Que necessidade temos de revelações? Eles estão, é claro, certos. Mas o que acontece quando o ensinamento de Cristo que ainda pode estar vivo na mente morre no coração, como aconteceu com o amor de Deus quando o jansenismo era abundante na Igreja? O próprio Cristo apareceu a Santa Margarida Maria — não para nos dar um novo ensinamento, mas para nos incendiar mais uma vez com o ensinamento do Sagrado Coração que reafirmou o amor de Cristo derramado no primeiro Dia de Pentecostes. 

O mesmo aconteceu no século passado, quando corações que antes praticavam amar a Deus endureceram e se voltaram para o amor-próprio. Foi então que Nossa Senhora de Fátima apareceu para chamar as pessoas a praticarem amar a Deus novamente, arrependendo-se, rezando e fazendo sacrifícios. Este não era um ensinamento novo, pois era o ensinamento que seu Filho Amado havia ensinado; mas seus filhos o haviam esquecido — pelo menos esquecido de praticá-lo. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Vaticano II: para melhor ou para pior

Quando o Papa João XXIII deveria ter chamado os católicos ao arrependimento, à oração e ao sacrifício, ele decidiu convocar um Concílio para fazer o impossível.

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Por David Torkington

 

Quando os bispos e os seus conselheiros teológicos se reuniram em Roma para o Concílio Vaticano II, os jornalistas dividiram os participantes em dois grupos principais: Progressistas e Conservadores. Foi um grande exagero porque dentro de cada grupo havia muitas escolas de pensamento diferentes. Mas, para efeitos do que quero abordar, deixemos os nomes destes dois principais grupos opostos, pois em todas as caricaturas há sempre mais do que um grão de verdade. 

Os progressistas tendiam a olhar para o que foi chamado de Nova Teologia Bíblica para fazer pelo Concílio seguinte o que a Teologia Escolástica, e mais precisamente o Tomismo, havia feito pelo Concílio de Trento. Os conservadores queriam que a Teologia Escolástica, e o Tomismo em particular, fosse a principal teologia utilizada no Concílio Vaticano II. Contudo, havia um espião no campo na forma de um grupo ultra-progressista que não queria nem a Nova Teologia Bíblica nem a Antiga Teologia Escolástica. Queriam uma teologia totalmente nova para o novo mundo em que a Igreja se encontrava. 

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