As
críticas do Papa Francisco aos católicos conservadores e
tradicionalistas no mundo livre contrastam com sua recusa contínua em
comentar as recentes prisões do Partido Comunista Chinês de um bispo,
padres e seminaristas indicados pelo Vaticano. 'Seu silêncio é ensurdecedor e é um dos maiores escândalos da história da Igreja'
Por Doug Mainwaring
O Papa Francisco usou sua audiência geral
esta semana para denegrir os pregadores online que são "rígidos" e que
buscam "soluções para as crises de hoje" no passado, enquanto mais uma
vez escolhe não dizer nada sobre a perseguição em curso de cristãos e
outros pelo governo comunista chinês.
Com
base na Carta de São Paulo aos Gálatas, o Papa parecia estar acusando
os católicos conservadores e tradicionalistas de estarem aliados ao
Maligno e de não serem diferentes daqueles que semearam discórdia e
desconfiança ao exigir que os novos cristãos na Galácia se submetessem à
Lei Mosaica.
“Na
Audiência Geral o Papa Francisco repreende os 'pregadores,
especialmente através dos novos meios de comunicação' que se apresentam
'como verdadeiros guardiães da verdade; afirmam
veementemente que o verdadeiro Cristianismo é aquele ao qual eles
aderem, muitas vezes identificado com certas formas do passado'”,
observou um tweet do Catholic Sat.