Significou a condenação das raízes marxistas e de todos os elementos anticatólicos de uma ideologia que ainda hoje continua a reprimir as pessoas.
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| São João Paulo II repreende o ministro e religioso sandinista nicaraguense E. Cardedal |
Há 40 anos, em 6 de agosto de 1984, a Congregação para a Doutrina da Fé publicou a Instrução sobre alguns aspectos da teologia da libertação (Libertatis nuntius). Depois foi um prestigioso órgão curial apoiado pela solidez teológica do Prefeito, Cardeal Ratzinger e sua equipe foi um “terremoto”.
Essa instrução foi resumida no que ainda pode ser lido na página do Dicastério para o Clero, embora o link da página principal não esteja mais disponível, ainda pode ser lido:
Em agosto de 1984, o Santo Padre João Paulo II aprovou uma Instrução da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé que visa: “chamar a atenção dos pastores, dos teólogos e de todos os fiéis para os desvios e riscos de desvio, ruinosos para a fé e para a vida cristã, que implicam certas formas de teologia da libertação que recorrem, de forma insuficientemente crítica, a conceitos retirados de diversas correntes do pensamento marxista".
