Nesta curta série de artigos, exploraremos a verdadeira natureza da liberdade humana, tal como apresentada na carta encíclica 'Sobre a Natureza da Liberdade Humana', que foi promulgada pelo Papa Leão XIII em 20 de junho de 1888.
Muitas vezes essas exigências são justas.
Exigimos a liberdade de falar a verdade sem sermos censurados, de nos reunirmos como cidadãos para exercermos os nossos negócios legais, de mantermos relações sociais normais com a nossa família e amigos, e assim por diante.
Muitas destas liberdades foram sistematicamente violadas pelos nossos governos, especialmente desde 2020, e muitos de nós as defendemos ferozmente.
No entanto, também ouvimos pessoas defenderem liberdades que não estamos dispostos a aceitar: a liberdade de matar um feto, a liberdade de escolher a eutanásia, a liberdade de mutilar o próprio corpo, a liberdade de disseminar pornografia, e muitas outras.
Estamos dispostos a defender, mesmo com risco de vida, um conjunto de liberdades, mas estamos igualmente determinados a opor-nos ao outro tipo.
Isto pode deixar-nos vulneráveis a acusações de hipocrisia por parte dos nossos oponentes, e por vezes podemos ter dificuldade em explicar por que razão alguns actos devem ser defendidos, enquanto outros devem ser proibidos.
E acontece frequentemente que aqueles que se aliaram a nós em questões cruciais não conseguem encontrar uma forma de nos apoiar em questões que consideramos igualmente vitais.