O falecido padre jesuíta Paul Mankowski sabia bem como alguns de seus irmãos padres e superiores haviam traído a Companhia de Jesus.
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| Paul Mankowski, SJ. |
(National Catholic Register / F. Raymond J. de Souza) Você precisa de um clérigo proeminente para cobrir os políticos católicos que votam para preservar e ampliar o acesso ao aborto? Há mais de 50 anos, os jesuítas têm um homem preparado para essa tarefa. É um grave escândalo em uma das ordens mais veneráveis da Igreja.
O padre jesuíta Pat Conroy, que foi capelão na Câmara dos Deputados de maio de 2011 a janeiro de 2021, deu uma entrevista, publicada recentemente no The Washington Post, na qual defendeu políticos católicos que promovem o acesso ao aborto. Ele até citou Santo Tomás de Aquino em consciência para defender sua posição, que é vergonhosa e não fala bem do que deve ser uma formação jesuíta correta.
Para quem tem mais memória, a ideia de um jesuíta de destaque na Câmara dos Deputados defendendo leis permissivas ao aborto não é nova. O padre Conroy é uma versão de baixo orçamento do falecido padre jesuíta Robert Drinan, mas continua sendo um defensor do que seus irmãos costumam chamar de "a tradição jesuíta".
