Podemos começar com o que já sugerimos: a tão sinistra 'sinodalidade'. Hoje, o Santo Padre a elogiou novamente em sua homilia, sobre o assunto do Concílio de Jerusalém.
“A Assembléia de Jerusalém nos ensina como enfrentar as divergências e
buscar a verdade na caridade” (Ef 4,5), ajuda-nos a entender que o
"sinodismo é o método eclesial de refletir e enfrentar, baseado no
diálogo e no discernimento à luz do Espírito Santo”, disse ele.
Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. (Ef 5, 8-11)
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quinta-feira, 24 de outubro de 2019
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Manuel Bru e os paradoxos da misericórdia
De Gabriel Ariza
Compaixão, misericórdia, é uma virtude curiosa. Na pureza, não é em si uma virtude, que seria caridade, mas o sentimento que nos impulsiona ou facilita essa virtude.
O paradoxo é que é fácil confundir. Não estou falando de fingir, o que é óbvio, não estou falando de hipocrisia nesse caso. Quero dizer, como sentimento, é fácil, o que não acontece com nenhuma outra virtude.
Não é natural para você se sentir insignificante; Ele não se esforça na execução de um dever pesado e ingrato, nem evita luxúria, nem exerce paciência. Por outro lado, simpatizar com o sofrimento dos outros não é apenas natural, não apenas "sai sozinho", mas às vezes custa muito ficar longe do sentimento, fechar o coração para, digamos, a imagem de uma criança sofrendo ou um velho deitado na rua. As agências de publicidade que gerenciam as contas das ONGs sabem disso muito bem.
Não é natural para você se sentir insignificante; Ele não se esforça na execução de um dever pesado e ingrato, nem evita luxúria, nem exerce paciência. Por outro lado, simpatizar com o sofrimento dos outros não é apenas natural, não apenas "sai sozinho", mas às vezes custa muito ficar longe do sentimento, fechar o coração para, digamos, a imagem de uma criança sofrendo ou um velho deitado na rua. As agências de publicidade que gerenciam as contas das ONGs sabem disso muito bem.
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