Por Edward Pentin
Uma ex-vítima de uma cerimônia religiosa sincretista no Brasil adverte: "A Igreja deve ser muito clara sobre as influências ocultas que formam a base de muitas dessas práticas nativas".
Em
1968, Jane Porter, católica britânica, vivia como estudante de
graduação no Brasil, mas após contrair uma doença, ela foi vítima de uma
"falsa" cura realizada por um indígena, eles usam a "religião" em um
ambiente "católico". Os efeitos, ela diz, levaram a um "sofrimento muito maior" que durou décadas.
Nesta entrevista ao Register, Porter relata sua experiência traumática e
expressa sua preocupação com o fato de o documento de trabalho do
Sínodo da Amazônia - e, portanto, o próprio Sínodo - arriscar introduzir
na vida católica uma prática semelhante à que ela experimentou no
Brasil.