Nestes tempos finais, em que a batalha apocalíptica entre a luz e as trevas se aproxima do clímax e da decisão, a posição única da Bem-aventurada Virgem Maria deve ser reconhecida em todo o mundo.
Pois o Altíssimo “fez de Maria a Senhora do Céu e da Terra, e a elevou para ser a Líder de Suas hostes, a Tesoureira de Suas riquezas, a Distribuidora de Suas graças, o Instrumento de Seus grandes milagres, o Redentor da raça humana, a Medianeira dos eleitos, o Destruidor dos inimigos de Deus e o fiel Associado da Sua glória e dos Seus triunfos”[1].
A este respeito, São Luís de Montfort afirma: “Deus, então, quer revelar e glorificar Maria, obra-prima de suas mãos, nos últimos tempos”[2]. Ela, o amanhecer de nossa redenção, precede o glorioso nascer do Sol da Salvação. Assim, a verdadeira devoção a Maria é regida pela famosa frase: Ut adveniat regnum tuum, adveniat regnum Mari æ!
A Imaculada “produziu, em união com o Espírito Santo, o maior que já existiu e sempre existirá, a saber, o Deus-Homem. Portanto, ela também produzirá as maiores coisas quando chegarem os últimos tempos”[3].
