| Papa Francisco Foto: Grupo ACI / Andreas Dueren |
20 Ago. 14
VATICANO, (ACI).-
No
voo de volta da Coréia, o Papa Francisco teve uma ampla e intensa
coletiva de imprensa com dezenas de jornalistas que o acompanharam em
sua primeira visita à Ásia. Vários meios europeus tiraram de contexto
uma de suas frases para difundir a “notícia” de que resta ao Papa apenas
“dois ou três anos de vida”.
Quase ao final da coletiva de imprensa no avião papal, o Pontífice
respondeu uma pergunta sobre a sua grande popularidade e disse que a
vive “agradecendo ao Senhor de que seu povo seja feliz, esperando o
melhor para o povo. Vejo isso como uma generosidade do povo de Deus”.
Em tom de brincadeira disse que tenta “pensar nos meus pecados, nos meus erros e não ficar orgulhoso. Porque eu sei que durará pouco tempo. Dois ou três anos e irei para a casa do Pai”, arrancando risadas dos presentes.
Adicionou que vive sua popularidade “como presença do Senhor no seu povo que usa o bispo, que é o pastor do povo, para manifestar muitas coisas. Vivo isso com mais naturalidade que antes, porque me assustava um pouco”.
Em tom de brincadeira disse que tenta “pensar nos meus pecados, nos meus erros e não ficar orgulhoso. Porque eu sei que durará pouco tempo. Dois ou três anos e irei para a casa do Pai”, arrancando risadas dos presentes.
Adicionou que vive sua popularidade “como presença do Senhor no seu povo que usa o bispo, que é o pastor do povo, para manifestar muitas coisas. Vivo isso com mais naturalidade que antes, porque me assustava um pouco”.
Renúncia papal?
Nesta linha, insistiu em que vê a figura do “Papa emérito” como “uma
instituição, porque nossa vida se alonga e a uma certa idade já não se
tem a capacidade para governar bem, porque o corpo se cansa”.
“A saúde talvez seja boa, mas já não se tem a capacidade de levar adiante todos os problemas de um governo como o da Igreja. E se eu sentisse que já não posso seguir adiante? Faria o mesmo. Eu rezaria muito e faria a mesma coisa. Somos irmãos, e já disse que é como ter o avô em casa, por sua sabedoria. É um homem de sabedoria. Faz-me bem escutá-lo. E ele me anima bastante”, adicionou.
“A saúde talvez seja boa, mas já não se tem a capacidade de levar adiante todos os problemas de um governo como o da Igreja. E se eu sentisse que já não posso seguir adiante? Faria o mesmo. Eu rezaria muito e faria a mesma coisa. Somos irmãos, e já disse que é como ter o avô em casa, por sua sabedoria. É um homem de sabedoria. Faz-me bem escutá-lo. E ele me anima bastante”, adicionou.
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