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25 Ago. 14
ROMA, (ACI/EWTN Noticias).-
O
Pe. Luis Montes, do Instituto do Verbo Encarnado, lançou um apelo à
comunidade internacional para que tome medidas necessárias para evitar
que o Estado Islâmico cometa um genocídio no Iraque, no seu afã por
perseguir e assassinar os cristãos e outras minorias religiosas.
Os bispos vêm pedindo desde o começo, “o representante da Santa Sé perante a ONU está pedindo. Fazem-se permanentes chamados” e é “muito pouco o que se faz”, nem sequer se conseguiu coordenar bem a ajuda humanitária, “estamos falando de centenas de milhares de vidas que precisam do mais básico e parece que nem nisso entram em um acordo”, advertiu o sacerdote em declarações ao Infobae.
Os bispos vêm pedindo desde o começo, “o representante da Santa Sé perante a ONU está pedindo. Fazem-se permanentes chamados” e é “muito pouco o que se faz”, nem sequer se conseguiu coordenar bem a ajuda humanitária, “estamos falando de centenas de milhares de vidas que precisam do mais básico e parece que nem nisso entram em um acordo”, advertiu o sacerdote em declarações ao Infobae.
O Pe. Montes também denunciou a conivência das nações árabes de maioria
sunita para com os jihadistas. “Qatar e Arábia Saudita apoiaram
abertamente aos rebeldes que começaram a guerra civil na Síria, e quando
o Estado Islâmico ingressou em Mosul, o fez com armas que pegaram da
Síria”, assinalou.
Nesse sentido, disse que uma medida necessária é cortar com a ajuda “que
chega a este grupo terrorista. Isso é fundamental. Em segundo lugar é
necessário urgentemente uma coordenação para uma ajuda humanitária
massiva e urgente. Em terceiro lugar, o modo concreto no qual se pode
deter este grupo, há duas variantes: a primeira é uma forte pressão
sobre o governo de Bagdá para que se produza um governo de unidade, onde
se inclua as tribos sunitas”.
“Em relação a uma força internacional armada, eu não o tenho claro, mas
certamente apoiar somente a um grupo, por exemplo, aos curdos, tem as
suas desvantagens porque o que vão fazer os curdos no futuro com essas
armas? Eles buscam a independência, pode-se estar fundamentando as bases
para um problema muito maior no futuro”, advertiu.
O sacerdote recordou que “com certeza a defesa é algo legítimo e o que
se está cometendo aqui vai chegar a ser genocídio, portanto é necessário
detê-los, mas o que teria que haver é a unidade na comunidade para
tomar medidas apropriadas, mais convenientes neste caso em concreto”.
O Pe. Montes indicou que é difícil que os jihadistas possam tomar a
capital iraquiana, mas assinalou que agora, além de aproximar-se pelo
norte, tentam fazê-lo pelo sul da cidade. Entretanto, as últimas
derrotas dos islamistas deram esperanças à população.
“As pessoas têm esperanças, porque depois do desastre que significou o
avanço do Estado Islâmico, esperam que as partes deixem de lado as suas
diferenças e formem um governo de inclusão”, comentou o sacerdote, que
se nega a sair do país e assegurou em outras ocasiões que permanecerá
com os cristãos “até o final”.
Para ajudar os cristãos iraquianos ingresse em: http://amigosdeiraque.verboencarnado.net/como-nos-ajudar/
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