Por Mathias von Gersdorff
| A situação vai ficando cada vez mais difícil para aqueles que desejam permanecer fieis ao Magistério tradicional da Igreja |
Frankfurt, 30-10-2015 – A onda de ataques contra o Magistério
católico por teólogos de esquerda e comunidades de base, iniciada depois
do infeliz discurso do cardeal Walter Kasper diante do Consistório no
inicio de 2014, ameaça continuar e tornar-se mais aguda após o encerramento do Sínodo da Família há poucos dias.
Como já foi mostrado neste blog, para os progressistas alemães, é no fundo inteiramente indiferente o que se discutiu no Sínodo.
Eles estão firmemente decididos a levar adiante sua agenda, a qual consiste em introduzir a revolução sexual na Igreja segundo as máximas da revolução da Sorbonne de 1968.
Nossos bispos favoreceram essa onda de ataques ao Magistério pela sua passividade em defender a doutrina católica.
Aqui na Alemanha um teólogo pode defender as ideias mais loucas sem precisar temer qualquer tipo de consequência.
Simultaneamente, porém, a vida vai ficando cada vez mais difícil para os párocos, os sacerdotes e os teólogos que permanecem fieis ao Magistério. Eles estão entregues ao acosso público, têm medo dos costumeiros denunciantes nas paróquias e são perseguidos pela imprensa esquerdista, sempre ávida em procurar sacerdotes conservadores para os espinafrar.
Nessa situação os católicos fieis vão sendo empurrados cada vez mais para uma espécie de catacumba mental, o que só tende a piorar depois do Sínodo.
Quem hoje em dia difunde as afirmações mais banais do Magistério eclesiástico já é imediatamente acusado de ser inimigo do Papa. Quem cita ou defende encíclicas papais como a Familiaris consortio ou a Humanae vitae é difamado como sendo fundamentalista.
Os bispos da Alemanha precisam afinal fazer algo contra esta situação insuportável! Do contrário, o clima de perseguição interna na Igreja vai se expandir cada vez mais.
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Como já foi mostrado neste blog, para os progressistas alemães, é no fundo inteiramente indiferente o que se discutiu no Sínodo.
Eles estão firmemente decididos a levar adiante sua agenda, a qual consiste em introduzir a revolução sexual na Igreja segundo as máximas da revolução da Sorbonne de 1968.
Nossos bispos favoreceram essa onda de ataques ao Magistério pela sua passividade em defender a doutrina católica.
Aqui na Alemanha um teólogo pode defender as ideias mais loucas sem precisar temer qualquer tipo de consequência.
Simultaneamente, porém, a vida vai ficando cada vez mais difícil para os párocos, os sacerdotes e os teólogos que permanecem fieis ao Magistério. Eles estão entregues ao acosso público, têm medo dos costumeiros denunciantes nas paróquias e são perseguidos pela imprensa esquerdista, sempre ávida em procurar sacerdotes conservadores para os espinafrar.
Nessa situação os católicos fieis vão sendo empurrados cada vez mais para uma espécie de catacumba mental, o que só tende a piorar depois do Sínodo.
Quem hoje em dia difunde as afirmações mais banais do Magistério eclesiástico já é imediatamente acusado de ser inimigo do Papa. Quem cita ou defende encíclicas papais como a Familiaris consortio ou a Humanae vitae é difamado como sendo fundamentalista.
Os bispos da Alemanha precisam afinal fazer algo contra esta situação insuportável! Do contrário, o clima de perseguição interna na Igreja vai se expandir cada vez mais.
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(Tradução do original alemão por Renato Murta de Vasconcelos)
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