22/02/2012
IHU - O objetivo da Associação de Mulheres Católicas Alemãs (KFD, Katholischen Frauengemeinschaft Deutschlands) é
formulado claramente: divorciados em segunda união não devem ser
excluídos dos sacramentos. Quase 100 mil pessoas as apoiam em sua
proposta assinando o seu abaixo-assinado.
A reportagem é do sítio Explizit.net, 15-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
A reportagem é do sítio Explizit.net, 15-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Cresce a pressão sobre o presidente da Conferência Episcopal Alemã, o arcebispo Robert Zollitsch. A KFD lhe
enviou uma carta pedindo um encontro de esclarecimento. Segundo a KFD,
deveria ser possível que a Igreja ofereça uma nova oportunidade às
pessoas que vivem um segundo casamento.
"Só juntas podemos
realizar uma Igreja que esteja próxima das pessoas e que as acompanhe e
as apoie nas situações decisivas da vida", afirmou a presidente da KFD, Maria Theresia Opladen.
Os divorciados em segunda união deveriam poder receber o conforto da
Igreja, sem que a indissolubilidade do casamento seja automaticamente
posta em discussão.
Segundo Opladen, deveria ser
encontrada uma nova solução pastoral – o processo de diálogo da Igreja
Católica ofereceria amplas possibilidades nesse sentido. A KFD pretende levar adiante a sua ação na Assembleia dos Católicos, que se realizará em Mannheim (de 16 a 20 de maio de 2012).
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jbpsverdade: No Catecismo da Igreja Católica está escrito o seguinte: Em sua pregação, Jesus ensinou sem equívoco o sentido original da união do homem e da mulher, conforme quis o Criador desde o começo. A permissão de repudiar a própria mulher, concedida por Moisés, era uma concessão devida à dureza do coração; a união matrimonial do homem e da mulher é indissolúvel, pois Deus mesmo a ratificou: "O que Deus uniu, o homem não deve separar" (Mt 19,6). CIC nº 1614.
O Catecismo foi elaborado de acordo com a Palavra de Deus, nela Jesus nos ensina o seguinte: Foi também dito: Todo aquele que rejeitar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio.
Eu, porém, vos digo: todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso; e todo aquele que desposa uma mulher rejeitada comete um adultério. (Mt 5, 31-32) - Rejeitada lê-se divorciada, eis o porque da Igreja não ser a favor do divórcio, a Igreja com a autoridade que lhe é dada por Cristo, pode anular um matrimônio de acordo de como este matrimônio foi realizado, ela não permite o divórcio. Quando acontece a anulação de um "matrimônio", caso a pessoa venha a se casar, não existe ai segunda união, visto que a primeira era falsa fica os cônjuges livres para participarem dos sacramentos da Igreja.
Eu, porém, vos digo: todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso; e todo aquele que desposa uma mulher rejeitada comete um adultério. (Mt 5, 31-32) - Rejeitada lê-se divorciada, eis o porque da Igreja não ser a favor do divórcio, a Igreja com a autoridade que lhe é dada por Cristo, pode anular um matrimônio de acordo de como este matrimônio foi realizado, ela não permite o divórcio. Quando acontece a anulação de um "matrimônio", caso a pessoa venha a se casar, não existe ai segunda união, visto que a primeira era falsa fica os cônjuges livres para participarem dos sacramentos da Igreja.
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