Nossa Senhora advertiu em Fátima e Kibeho sobre a catástrofe que ocorreria se o pecado fosse ignorado. O silêncio eclesial atual sobre os males graves demonstra o quão proféticas essas aparições se mostraram.
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| Estátua de Nossa Senhora de Fátima |
Nota do editor: O artigo a seguir foi retirado do discurso do Professor William A. Thomas no Fórum de Vida em Roma de 2025, apresentado na íntegra.
Suas Excelências,
Caros irmãos e irmãs em Cristo,
As intervenções de Nossa Senhora na história mundial são extremamente raras, mas sempre têm um propósito solene. A intervenção visa, primordialmente, evitar uma calamidade para a humanidade, apelando para que a humanidade retorne à oração, ao jejum, à reparação e à penitência; em outras palavras, um apelo para que se afaste do pecado e se volte para Deus.
O pecado ofende a majestade e a justiça de Deus, é corrosivo e tóxico, e deixa a alma privada da graça santificadora. Sua ausência destrói nossa humanidade, nossa personalidade, nosso caráter e, por fim, nossa reputação na sociedade. E afeta não apenas a família imediata, mas toda a sociedade, que acaba se tornando desorganizada, disfuncional e, em última instância, desobediente a Deus. Em outras palavras, ficamos com um mundo em caos, onde guerras e fomes abundam, e isso é marcado pela ausência de uma liderança moral que escolhe permanecer em silêncio em meio a essas aflições que nos assolam hoje.
Vamos analisar por um momento a história recente da Igreja, como as coisas deram errado e em que direção a Igreja está caminhando neste momento crítico da nossa história.
