[ipco]
31 janeiro 2013
Agência Boa Imprensa (ABIM) - Um único aborto provocado
aumenta o risco da mortalidade feminina em 45%. É o que afirma um novo
estudo realizado na Dinamarca, durante um período de 25 anos, em todas
as mulheres em idade reprodutiva.
As dinamarquesas que praticaram dois abortos tiveram o risco de morte
aumentado em 114%, e as que fizeram três ou mais, em 192%. Um segundo
estudo dinamarquês apontou que o aborto da primeira criança concebida, e
que naturalmente teria sido o primogênito, foi o que mais aumentou a
possibilidade de morte da mulher.
O Dr. David Reardon [foto], um dos co-autores de
ambos os estudos, considera que as autoridades deveriam informar o
público sobre esta realidade. A propaganda do controle da natalidade
desinforma a população e facilita a mortalidade feminina, em vez de
reduzi-la.
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