Às vezes, a gula parece ser o “irmão pobre” dos pecados capitais. Quase ninguém o leva a sério. No entanto, trata-se de um dos pecados mortais e veniais mais frequentes, apesar de muitas vezes aqueles que nele caem nem sequer o considerarem um pecado.
Por Bruno M. Tradução: Equipe Christo Nihil Præponere
Às vezes, a gula parece ser o “irmão pobre” dos pecados capitais. Quase ninguém a leva a sério (exceto as crianças, que são as que, paradoxalmente, levam tudo a sério). Na mente da grande maioria dos católicos, trata-se de um mero “pecadinho” que nunca é grave, muito difícil de cometer na prática e que parece mais uma relíquia de tempos passados e rigoristas do que algo com que tenhamos de nos preocupar.
Como quase sempre acontece quando olhamos com presunção e sentimento de superioridade para os nossos pais na fé, quem não percebe nada somos nós. É verdade que a gula pode ser, e muitas vezes é, um mero pecado venial, mas é absolutamente falso afirmar que nunca é grave. Mais ainda, atrevo-me a dizer que é um dos pecados mortais e veniais mais frequentes, apesar de muitas vezes aqueles que nele caem nem sequer o considerarem um pecado.



