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| O arcebispo Arthur Roche |
Por Edward Pentin / National Catholic Register
A promoção da liturgia tradicional foi “restringida, mas isso não caracteriza discriminação”, disse o arcebispo Arthur Roche em 22 de dezembro ao jornal National Catholic Register, do grupo EWTN a que pertence ACI Digital.
“O que é importante perceber agora é que o Santo Padre falou”, continuou o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. “As possibilidades litúrgicas estão disponíveis. O desafio é seguir em frente sem lamber feridas, uma vez que ninguém foi ferido.”
O arcebispo respondeu por e-mail perguntas sobre as Responsa ad dubia (Respostas a dúvidas) que ele emitiu, com a aprovação do papa, sobre a aplicação da carta apostólica Traditionis custodes (Guardiões da Tradição) do papa Francisco publicada em 16 de julho passado.
Esse motu proprio (por sua própria vontade), estabeleceu restrições abrangentes sobre a forma tradicional do Rito Romano, a liturgia em uso antes das reformas litúrgicas que se seguiram ao Concílio Vaticano II.
