Por Jacinto Flecha
Na transição do
século XIX para XX, um conhecido escritor francês estava curioso para
ver uma cerimônia satânica de missa negra, e conseguiu que um amigo o
levasse ocultamente para presenciar o que se passava em um desses antros
secretos. Durante a cerimônia sacrílega, chamou-lhe a atenção o
empenho, a fúria, a obstinação dos participantes competindo entre si
para ofender e espezinhar a hóstia consagrada. O raciocínio dele foi
simples e perfeito: