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sábado, 16 de julho de 2022

'Ele estava gritando com o Papa': padre católico afirma que cardeal maçom matou João Paulo I

Um livro recente intitulado 'Assassinato no Grau 33' detalha uma reunião contenciosa horas antes do Santo Padre ser encontrado morto.

Mafioso diz em livro de memórias que assassinou o Papa João Paulo I –  Observador

 

 

O último homem a falar com o Papa João Paulo I, prestes a ser beatificado, foi um cardeal da Cúria Romana que o Papa pretendia destituir do cargo por ser membro da Maçonaria. Poucas horas depois de uma reunião acalorada com o cardeal no Palácio Apostólico, o Papa foi encontrado morto.

Em 25 de setembro de 1978, apenas três dias antes de o recém-eleito João Paulo I ser encontrado morto, o Santo Padre se encontrou com o arcebispo Edouard Gagnon. Pe. Charles Murr, secretário de Gagnon, detalhou as circunstâncias dessa reunião em um livro recente intitulado Assassinato no grau 33. Murr conversou com o editor-chefe do LifeSiteNews, John-Henry Westen, sobre o que aconteceu então e depois.

Nessa reunião, Gagnon apresentou a João Paulo I os resultados de uma investigação de três anos de toda a Cúria Romana que ele havia conduzido por ordem do Papa São Paulo VI. A investigação procurou especificamente descobrir a presença de quaisquer maçons dentro dos escritórios do Vaticano.

sábado, 30 de outubro de 2021

O Papa João Paulo I foi assassinado?

Há poucos dias soubemos que João Paulo I seria beatificado. O predecessor de João Paulo II esteve apenas 33 dias à frente da Igreja, e sua morte repentina deu origem a muitas teorias da conspiração. O Pilar analisou cada um deles.

João Paulo I assassinado 

 

(O Pilar / Michelle La Rosa) Quando o Papa João Paulo I morreu inesperadamente após apenas um mês de pontificado, sua morte não demorou muito para dar origem a suspeitas e rumores de todos os tipos.

O Papa tinha apenas 65 anos e era considerado de boa saúde. As irregularidades no tratamento de seu corpo e as inconsistências na história oficial sobre sua morte deram origem a teorias de conspiração que perduram até hoje.

Daí a pergunta: o Papa João Paulo I foi assassinado?

Com a notícia de que João Paulo I será beatificado em breve, o Pilar decidiu revisar algumas dessas teorias e as evidências que as sustentam.

sábado, 5 de abril de 2014

João Paulo I... Mistério!

jbpsverdade: Existe um grande mistério na morte precoce do Papa João Paulo I, mistério para os de fora da Igreja, mas para os de dentro, uma certeza de que dentro do Vaticano está uma "força" que tenta destruir a Igreja de Cristo. Não é a toa que Jesus disse a Pedro: "As portas do inferno não se prevalecerão contra a minha Igreja". Essa "força" diabólica não será a maçonaria? Não teria sido esta "força" o motivo da morte prematura de João Paulo I?

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Derrubando quatro mitos sobre João Paulo I, o ''papa sorriso''

16/11/2012

unisinos - O dia 17 de outubro marcou o 100º aniversário de nascimento de Albino Luciani, o homem que se tornaria João Paulo I, o "Papa Sorriso" de apenas 33 dias, do dia 26 de agosto a 28 de setembro de 1978. No dia do aniversário, uma positio oficial, ou seja, um "documento de posição", foi arquivado no Vaticano para apoiar a sua causa de canonização.

A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no jornal National Catholic Reporter, 02-11-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Na Itália, o centenário foi marcado por uma entrevista de uma hora no canal Sat2000, a rede dos bispos italianos, com o padre Diego Lorenzi, que foi secretário do padre Luciani quando ele era o patriarca de Veneza e também no Vaticano. Em todo o mundo, vários eventos foram organizados, incluindo uma conferência em meados de outubro em Nova York intitulada "O verdadeiro Papa João Paulo I: Um homem de fé para o nosso tempo".

O papado de 33 dias de João Paulo I foi o 10º mais curto de todos os tempos e o mais breve desde o de Leão XI no início do século XVII. No entanto, a agitação mostra que ele só precisou de um mês para deixar uma marca profunda no imaginário católico.

terça-feira, 10 de julho de 2012

João Paulo I e Paulo VI poderiam subir aos altares durante o Ano da Fé

                                      João Paulo I e Paulo VI.
10 Jul. 12 

ROMA (ACI) - No próximo Ano da Fé que comemora o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, o Papa Bento XVI poderia elevar aos altares dois Papas que participaram do Concílio e foram seus predecessores na Cátedra de Pedro: João Paulo I e Paulo VI.

No dia 1º de maio de 2011, Bento XVI beatificou João Paulo II e com as duas possíveis beatificações, seria a primeira vez na história que um Papa beatificará três de seus antecessores.

O Corriere delle Alpi, jornal que segue de perto as notícias sobre João Paulo I, por ser do lugar onde o Pontífice desempenhou seu trabalho como pároco, publicou no último 25 de junho umas declarações do Prefeito Emérito para as Causas dos Santos, Cardeal José Saraiva Martins, quem assinalou que seria possível a beatificação dos dois pontífices durante o Ano da Fé.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O ASSASSINATO DE JOÃO PAULO I

Evidências para o terceiro segredo de Fátima:
O assassinato de João Paulo I.
“Regressaremos, filha minha, na história, uma curta história, e recordaremos bem o que sucedeu em Roma a João, o Papa João, cujo reinado durou 33 dias. Oh, filha minha, agora é história, mas está registrada no livro que enumera os desastres para a humanidade. Ele recebeu o horror e o martírio ao tomar de uma taça. Foi uma taça de champanhe que lhe foi dada por um membro, agora falecido, do clero e da Secretaria do Estado (Cardeal Villot)”.
(Nossa Senhora, em 21 de maio de 1983.)
Outro livro foi escrito sobre a morte suspeita do Papa Paulo I, desta vez por um sacerdote espanhol de nome Padre Jesús López Sáez. Baseado no livro de David Yallop, o Padre Sáez escreve:
“Depois de quase três anos de investigação, David Yallop escreveu em seu livro In God’s Name ( Em el Nombre de Dios, 1984) que as circunstâncias precisas relacionadas ao descobrimento do corpo de João Paulo I ‘expressivamente demonstram que o Vaticano praticou uma campanha de desinformação’. O Vaticano disse uma mentira atrás da outra: ‘Mentiras acerca de pequenas coisas, mentiras acerca de grandes coisas. Todas estas mentiras tinham um único propósito: disfarçar o fato de que Albino Luciani, o Papa João Paulo I, havia sido assassinado.’ O Papa Luciani recebeu a pétala de uma palma do martírio devido a suas convicções.”
A Irmã Vicenza.
 A Irmã Vicenza encontrou o Papa João Paulo I morto aproximadamente às 4h45min, em 29 de setembro de 1978, e o Secretário de Estado, Cardeal Villot, obrigou-a a manter-se em silêncio, impondo-lhe um juramento de silêncio para encobrir todo o assunto. Do mesmo modo, os secretários foram proibidos de falar sobre os eventos sem a autorização do Cardeal Villot. Uma pessoa fidedigna comunicou pessoalmente ao Padre Sáez que a Irmã Vicenza havia dito: “Mas o mundo inteiro tem que saber a verdade.”
A Irmã Vicenza disse duas informações contraditórias sobre o estado em que ela encontrou primeiro o Papa João Paulo I. Segundo suas estupefatas palavras a um grupo de sacerdotes franceses, naquela manhã ela o havia encontrado morto em seu banheiro. Em outro informe (sem dúvida, arranjado pelo Cardeal Villot) a Irmã Vicenza disse que entrou no quarto e encontrou o Papa sentado em sua cama “com uma expressão de agonia” antes de sua morte. Esta discrepância é muito importante. Se for determinado que a Irmã Vicenza encontrou o Santo Padre morto no banheiro, ainda em suas vestimentas papais, isto indicaria que o Papa João Paulo I morreu pouco tempo depois de seu ‘brinde’ com o Cardeal Villot na noite de 28 de setembro de 1978.
O Cardeal Villot nas horas que se seguiram ao assassinato de João Paulo I
David Yallop reconstruiu as ações do Cardeal Villot e pinta um quadro muito assombroso. Foi informado que às 5h da manhã o Cardeal Villot confirmou a morte do Santo Padre. Os óculos do Papa, suas pantufas e testamento desapareceram, ‘nenhum destes objetos jamais foi visto de novo’. Houve especulação de que pudesse ter havido vômito sobre as pantufas, o qual, ao ser examinado, pudesse identificar que um veneno foi a causa de sua morte.
O Cardeal Villot (ou um ajudante) telefonou aos embalsamadores e foi enviado um carro do Vaticano para trazê-los. Incrivelmente, o carro estava na porta dos embalsamadores às 5 horas da manhã! Entretanto, o que aconteceu na hora seguinte é um mistério.
Não foi senão às 6h da manhã que o Dr. Buzzonati (não o Professor Fontana, chefe do serviço médico do Vaticano) chegou e confirmou a morte, sem fornecer um atestado de óbito. O Dr. Buzzonati atribuiu a morte a um infarto agudo do miocárdio (ataque de coração).
Cerca das 6h30min, Villot começou a informar a notícia aos cardeais, uma hora e meia depois que os embalsamadores haviam chegado! Yallop nota que, para o Cardeal Villot, os embalsamadores tiveram prioridade antes dos cardeais e do chefe do serviço médico do Vaticano.
Após as 6 horas dessa noite, os apartamentos papais haviam sido lavados, limpos e polidos totalmente. Yallop escreve que os secretários empacotaram e levaram toda a roupa do Papa, incluindo suas cartas, anotações, livros e um pequeno punhado de recordações pessoais.
As 6 horas da manhã, todos os quartos dos apartamentos papais haviam sido completamente esvaziados de qualquer coisa remotamente associada ao Papado de Luciani.
Villot fez os acertos para que o embalsamamento se fizesse naquela noite, um procedimento tão pouco usual como ilegal. Por que a pressa? Também foi informado que durante o embalsamamento se insistiu que nada de sangue fosse drenado do corpo, e nenhum dos órgãos, tampouco, deveria ser removido. Yallop nota que ‘uma pequena quantidade de sangue haveria sido mais que suficiente para que um perito médico estabelecesse a presença de qualquer substância venenosa.’
Um álibi para o Cardeal Villot.
Como o livro “Em nome de Deus” (mais de 5 milhões de cópias vendidas) atraiu a atenção mundial, surgiu uma campanha de desinformação em 1984, para desacreditar as conclusões de David Yallop. Em um artigo noticioso que cita o Padre Giovanni Gennari (na tentativa de defender a Cúria contra as acusações da investigação jornalística de David Yallop) o Padre Gennari declarou: “O predecessor de João Paulo II equivocadamente tomou uma overdose de tranquilizantes... Depois de sua conversação com o Cardeal Villot, o Papa (João Paulo I) se equivocou com a dose que deveria tomar.” (Ouest-France, recorte de notícia sem data, Julho de 1984). O mesmo artigo repete uma declaração feita pelo Cardeal Villot em 1978, seu álibi:          
Villot: “O que ocorreu foi um trágico acidente. O Papa inadvertidamente tomou uma overdose de seu medicamento. Se fosse feita uma autópsia, obviamente seria indicada esta fatal overdose. Ninguém acreditou que sua santidade não o havia feito acidentalmente. Alguns alegaram suicídio, outros, assassinato. Foi concordado que não haveria uma autópsia.”
Assim o álibido Cardeal Villot foi que o Papa João Paulo I tomou uma overdose de seu próprio medicamento para pressão arterial baixa (Effortil). Este álibi intencionalmente deu lugar à especulação de suicídio, tirando a atenção da verdadeira causa da morte de João Paulo I: haver sido envenenado por um membro da Secretaria de Estado (departamento do Cardeal Villot).
O Papa João Paulo I tinha boa saúde.
Segundo o Dr. Buzzonati, a causa da morte do Papa João Paulo I foi um ataque de coração. Quanto a esta suposição ‘ataque de coração’ a sobrinha de João Paulo I afirmou:
“Em minha família quase ninguém acredita que foi um ataque de coração que matou meu tio. Ele nunca teve problemas cardíacos nem uma doença deste tipo.”
(San Juan Star, 3 de outubro de 1978.)
 
Do irmão do Papa João Paulo I:
“O irmão de João Paulo, Eduardo, em uma atividade comercial na Austrália, informou que o Papa havia recebido um relatório de boa saúde há três semanas atrás. Desde criança até jovem sacerdote ele teve uma saúde frágil, mas não havia notícia alguma sobre problemas cardíacos.”
 (San Juan Star, 9 de outubro de 1978.)
 Da Revista Time (9 de outubro de 1978):
Para uma idade mais prematura, uma morte tão súbita teria provocado suspeitas profundas: “Se este fosse o tempo dos Bórgias” - disse um jovem professor em Roma – “haveria histórias de que João Paulo foi envenenado.”
 Mas o Vaticano contestou que tais alegações eram “irresponsáveis".
(San Juan Star, 18 de outubro de 1978.)
Evidência suficiente para qualquer corte no mundo. 
O Padre Sáez escreve em seu livro que a quantidade de evidência é tal que “nenhum juiz sobre a terra pode ignorá-lo.” Também faz ver que: “A informação e a evidência que já possuímos justificaria uma séria investigação em qualquer Estado que respeita as leis. Agora, o Vaticano não só se recusa a levar a cabo tal investigação, mas faz exatamente o contrário: obstrui e reprime qualquer investigação que trata de chegar ao fundo deste enigma que envolve a morte de João Paulo I. Este assunto se manifesta no retrocesso do Vaticano em levar a cabo uma autópsia (se é que de fato não se fez uma) ou na natureza clandestina desta operação (se na realidade aconteceu). Também se mostra na obscuridade que envolve o embalsamamento, na maneira como a informação referente às circunstâncias da morte e descobrimento do corpo foi manipulada, e no silêncio imposto à Irmã Vicenza, na pressão imposta sobre os indivíduos e instituições, e no grande temor de falar abertamente sobre todo o assunto. Este temor, seja consciente ou inconsciente, especial e profundamente existe nos círculos eclesiásticos.”
Antes do assassinato do Papa João Paulo I, a mensagem de Nossa Senhora de 13 de setembro de 1978 advertiu que havia um “complô abominável” contra o Santo Padre, e que o mundo “logo compreenderia” o que ela se referia. Segundo o Padre Sáez, uma recente pesquisa informou que 30% dos italianos estão convencidos de que João Paulo I foi assassinado (mais ou menos 15 milhões de pessoas).
O livro do Padre Sáez, Se Pedirá Conta (Se Pedirá Cuenta), 143 páginas, é publicado por: Orígenes, Plaza del Tuy, 4, 28029 Madri, Espana.   
“Mas, filhos meus, como eu vos revelei aqui no passado, eu repito de novo: satanás e seus agentes – o bando do 666 – se apoderou dos mais altos postos na hierarquia, e, por conseguinte, capturou alguns de Nossa hierarquia, os quais antes eram fiéis, para fazer suas façanhas.”
(Nossa Senhora, 1 de junho de 1978.) 
Este texto foi extraído do seguinte endereço: 
http://www.tldm.org/Spanish/News1/JuanPabloI.htm

http://www.ultimasmisericordias.com.br/Pagina/3312/O-ASSASSINATO-DE-JOAO-PAULO-I
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