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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Superioridade de Cristo sobre os anjos e os homens

 

 

 

 

Conveniência do poder de Cristo como homem [1]

No terceiro artigo da Questão da Suma Teológica, dedicado à Exaltação de Cristo, São Tomás demonstra que sentar-se à direita de Deus Pai lhe convém não apenas como Deus, como demonstrado no artigo anterior, mas também como homem. No entanto, parece-lhe impróprio como homem por três razões.

Primeiro: «São João Damasceno diz: “Nós invocamos a glória e a honra da divindade à direita do Pai” (Fe orthod., l. 4, c. 2). Mas a honra e a glória da divindade não pertencem a Cristo como homem; portanto, parece que Cristo, como homem, não está sentado à direita do Pai» [2].

Em contraste, Santo Tomás reconhece que: "A humanidade de Cristo, dadas as condições de sua natureza, não tem a glória nem a honra da divindade". Cristo é verdadeiramente homem e criado por Deus. No entanto, tal glória ou honra "ele possui em razão da pessoa à qual está unido", que é a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.

domingo, 27 de agosto de 2023

O reconhecimento de Realeza e Divindade para com o Sagrado

São Francisco de Assis que embora seja o santo em que a vivência da pobreza foi seguida de modo estrito, nunca a estendeu para as coisas de Deus, particularmente no Santíssimo Sacramento.

Todos os santos foram desapegados dos bens deste mundo, porém sempre se utilizaram deles para que o culto a Deus fosse o mais apropriado possível. Todos os altos gastos com paramentos, objetos litúrgicos, adornamentos de igreja e vestes e insígnias episcopais e papais sempre foram louvados mesmo por santos que viveram a virtude da pobreza em alto grau.

Infelizmente, o discurso e a prática que se vê na igreja de despojar o sagrado supostamente por amor aos pobreza e simplicidade não está conforme a Tradição da Igreja e nem com Evangelho (vide o caso da reação de Judas Iscariotes ao ato da mulher de embalsamar com perfumes caros os pés de Jesus e a reação de Nosso Senhor). Quando se despoja o sagrado, o que acontece (estando as pessoas com consciência disso ou não) é o destronamento de Deus, Nosso Senhor, e a exaltação do homem.

Introdução de GABRIEL MESQUITA. Artigo gentilmente cedido pelo mesmo!

Sete curiosidades sobre São Francisco de Assis
São Francisco de Assis

 


Por Padre João Silveira


Será indiferente que os objetos relacionados com o Santíssimo Sacramento sejam 'simples' e 'pobres' porque Jesus também foi pobre? Antes de mais, dizer que a Lei da Igreja tem regras exigentes em relação a essa matéria, mas vamos fazer de conta que não. Olhemos para o exemplo de São Francisco de Assis, insuspeito no que toca a questões de pobreza e riqueza.

Numa carta aos Custódios, diz o santo: “Os cálices, os corporais, os ornamentos dos altares e tudo o que diz respeito ao Sacrifício devem ser preciosos. E se em algum lugar estiver colocado de modo miserável o Santíssimo Corpo do Senhor, seja por eles colocado segundo o preceito da Igreja num lugar precioso, e guardado e levado com com grande veneração e administrado aos outros de devido modo (…). E quando é consagrado pelo Sacerdote no altar e é levado a alguma parte, todos, de joelhos, prestem louvor, glória e honra ao Senhor Deus vivo e verdadeiro.”

sábado, 19 de março de 2022

O Anticristo

O Espirito do anticristo O Espírito do Anticristo - ppt carregar 

 

Instrução pastoral do Cardeal Pio - Quaresma 1863

 

Anticristo, o que nega que Jesus seja Deus; anticristo, o que nega que Jesus seja homem; anticristo, o que nega que Jesus seja homem e Deus ao mesmo tempo.

Um anticristo, nos diz São João, nega o Pai, pois negando o Pai nega o Filho: Hic est antichristus qui negat Patrem et filium (I Jo. 2, 22). De fato, não há anticristianismo mais radical do que aquele que nega a divindade em sua raiz, em seu princípio. Como o Cristo seria Deus se Deus não existisse? Ora, negar o ser divino, a substância divina, a personalidade divina e introduzir não sei que outra teodicéia é prova de que suprimem a realidade, substituindo-a por abstrações e sonhos que flutuam entre o ateísmo e o panteísmo ou que não têm sentido algum. Eis o sistema capital da atual situação intelectual; eis o ensinamento que enche os livros e inspira as lições de toda uma escola, abundante e poderosa. Diante de tais doutrinas, “só tenho uma coisa a dizer-vos: cuidado com o anticristo”: Unum moneo: cavete antechristum.

São João continua: “Todo aquele que nega o Filho, também não reconhece o Pai. O que crê no Filho de Deus, tem em si o testemunho de Deus. O que não crê no Filho, torna Deus mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus deu de seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho, não tem a vida” (I Jo. 2,23; 5, 10-12). “Muitos sedutores se têm levantado no mundo, que não confessam que Jesus Cristo tenha vindo em carne; quem faz isso é um sedutor e um anticristo”: “Qui non confiteur Christum in carne venisse, hic est seductor et antichristum” (II Jo. 7). Ora, se os senhores escutarem o que se diz hoje e se lerem o que se escreve atualmente, descobrirão ou que o personagem histórico Jesus nem chegou a existir (ao menos como é representado nos Evangelhos) ou que foi um desses tipos que manifestou mais fortemente o ideal de sabedoria, de razão, de perfeição e que convencionou-se denominar “Deus”. Jamais admitirão que o Filho de Maria seja o Filho de Deus feito homem, o Verbo feito carne, aquele em que reside corporalmente a plenitude da divindade (Col. 2, 9), e, para concluir definitivamente, o Homem-Deus. Aterrorizado com tais blasfêmias, que são a própria inversão do símbolo cristão, “só tenho uma coisa a dizer-vos: cuidado com o anticristo”: “Unum moneo: cavete antechristum”.

sábado, 4 de janeiro de 2020

A Divindade do Homem Jesus e a Maternidade Divina de Maria



Por Alessandro Lima

Jesus era Deus?

Que Jesus era homem, isto é, nascido de mulher como chegou a afirmar também S. Paulo (cf. Gl 4,4) acredito que ninguém discorde.
A Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo é expressa na Sagrada Escritura em diversos lugares. Tomemos primeiro o Evangelho de S. João:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada foi feito do que foi feito. […] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de filho Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1,1-14).

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Professor Seifert: "Como Deus pode querer religiões que negam a divindade de Cristo?"

[infovaticana]
Por



Seifert publicou a este respeito um documento próprio, 'Alarmes sérios no documento de Abu Dabi do Papa Francisco', que oferecemos abaixo: "Ninguém duvida que muitas verdades sobre Deus e a lei moral natural, e muitas 'semina verbi' são conhecidas pelos pagãos e estão contidas em muitas religiões (exceto nas diretamente satânicas), tais como, por exemplo, 'a' regra de ouro".

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O Verbo era Deus - Erro das Testemunhas de Jeová

jbpsverdade: Atenção... Cuidado você que é cristão católico para não cair na cilada do maligno, ele é astuto e não descansa enquanto não obtém o seu objetivo, isto é, convencer ao erro, com a tentação e a mentira os que buscam e vivem na verdade de Cristo. A Palavra de Deus diz: Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. (1 Pd 5, 8)
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quarta-feira, 31 de julho de 2013

O caráter divino da Igreja

31. julho 2013 
 
Onde está a Igreja aí está o Espírito Santo

Pela vida da Igreja, e sua história, podemos ver com clareza a sua transcendência e divindade. Nenhuma instituição humana sobreviveu a tantos golpes, perseguições, martírios e massacres. A sua divindade provém, antes de tudo, d’Aquele que é a sua Cabeça, Jesus Cristo. Ele fez da Igreja o Seu próprio Corpo (cf. Cl 1,18).
Podemos dizer que, humanamente falando, a Igreja, como começou, tinha tudo para não dar certo. Em vez de escolher os “melhores” homens do Seu tempo: generais, filósofos gregos e romanos, entre outros, Jesus preferiu escolher doze homens simples da Galileia, naquela região desacreditada pelos próprios judeus. “Será que pode sair alguma coisa boa da Galileia?” (Jo 1,46).

sábado, 29 de dezembro de 2012

Sagrada Família


29 de dezembro


O projeto de Deus para a redenção de toda a humanidade tem como centro a encarnação do seu Filho como homem vivendo entre nós. Quis que seu amado Filho fosse o exemplo de tudo. Por isso ele foi acolhido no seio de uma verdadeira família. Uma humilde, boa e honrada família, ligada pela fé e os bons costumes. Ele escolheu, seus anjos agiram e a Sagrada Família foi constituída.

Deus Pai enviou Jesus com a natureza divina e a natureza humana: o Verbo encarnado, trazendo a sua redenção para todos os seres humanos. Ou seja: a salvação do ser humano somente se dá através de Jesus, quem crer e seguir terá a vida eterna no Reino de Deus.

Assim,Jesus nasceu numa verdadeira família para receber tudo o que necessitava para crescer e viver, mesmo sendo muito pobre. Teve o amor dos pais unidos pela religião, trabalhadores honrados, solidários com a comunidade, conscientes e responsáveis por sua formação escolar, cívica, religiosa e profissional. Maria, José e Jesus são o símbolo da verdadeira família idealizada pelo Criador.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

EU SOU

Por João Batista

O mundo e várias seitas insistem em afirmar que Jesus Cristo é apenas uma criatura de Deus. A Palavra de Deus nos ensina o contrário, ou seja, Jesus é Deus com o Pai e o Espírito Santo. Analisemos o que nos diz a Palavra de Deus através da sabedoria não humana, mas a que vem do alto.
Quando Moisés recebeu de Deus a missão de libertar o povo israelita, aconteceu que, estando ele (Moisés) a apascentar o rebanho de seu sogro Jetro que era sacerdote de Madiã, Deus aparece como um fogo em uma sarça. O anjo do Senhor apareceu-lhe numa chama (que saía) do meio a uma sarça. Moisés olhava: a sarça ardia, mas não se consumia. Vou me aproximar, disse ele consigo, para contemplar esse extraordinário espetáculo, e saber porque a sarça não se consome. (Êxodo 3, 2-3). Moisés estava trabalhando para o seu sogro e até então não conhecia ainda a Deus.

sábado, 20 de outubro de 2012

Jesus é Deus?


 Por João Batista

Uma pergunta que eu costumo fazer é a seguinte: Quem é Jesus Cristo? A pergunta só será respondida verdadeiramente quando se busca a resposta através do Espírito da Verdade. Leia o texto abaixo e logo em seguida a observação feita por mim sob à luz do Espírito e da Palavra de Deus. 
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
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