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quinta-feira, 21 de novembro de 2024

O Pecado Original do Transhumanismo: O Desejo de Ser Como Deus

Transhumanismo é um fenômeno que não pode ser reduzido a uma ciência ou ideologia ou filosofia ou religião secular. É o espírito que permeia nosso tempo e esse espírito é anticristão.

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Por Matija Štahan

 

Com a primeira implementação bem-sucedida da interface cérebro-computador de Elon Musk, Neuralink, no início do ano, talvez um dia consideremos que a era do transumanismo começou oficialmente em 2024. O que é transumanismo, no entanto? É um fenômeno que não pode ser reduzido à ciência. Também não é apenas uma ideologia. Nem é uma filosofia ou mesmo (apenas) uma religião secular oculta. O transumanismo é tudo isso e muito mais — é o espírito que permeia vários fenômenos do nosso tempo. Como tentarei demonstrar, esse espírito é anticristão.

Vamos começar com a etimologia. Um dos paradoxos da nossa era é que nos definimos menos por substantivos — vamos deixar os pronomes de lado por enquanto — e mais por seus prefixos. Uma ou duas décadas atrás, o prefixo post era dominante; nos últimos dez anos, ele foi substituído pelo prefixo trans. Post significava reconhecer o fato de que, como civilização, não somos mais o que éramos; em vez disso, agora somos pós-modernos, pós-cristãos, pós-metafísicos, pós-seculares, pós-verdade e assim por diante. Trans, no entanto, pode ser interpretado como uma tentativa de gerenciar ativamente o que nos tornaremos. No transumanismo, o humanismo é menos importante do que o trans porque não é a fundação que importa, mas a mudança constante. Esse é o cerne da atual marca do progressismo.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O nascituro é um ser vivo (I)

[aleteia]
Por Vanderlei de Lima

Rezemos continuamente pela vida e contra a cultura da morte que ronda nossa sociedade



Quase 90% dos brasileiros defendemos a vida inocente e indefesa no ventre materno. Ora, um dos pontos muito levantados pelos defensores do assassinato de inocentes no ventre materno é o de que (absurdo!) o nascituro ainda não tem vida. Daí à luz da ciência e da fé, tratarmos do assunto neste e no próximo artigo, tentando, apesar do uso de termos da Filosofia e da Biologia, ser simples e acessível aos nossos leitores.
É certo que não basta apenas saber que há vida a ser defendida desde a concepção, mas é preciso agir, dentro da lei e da ordem, para que essa vida seja respeitada, acolhida e amada até o seu fim natural, como nos têm lembrado os Papas São João Paulo II, Bento XVI e Francisco. Passemos, pois à reflexão a que nos propusemos no início deste texto.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A arte de arrumar e ser feliz tirando coisas, segundo Marie Kondo

[aleteia]
Por Dolors Massot

Desprender-se das coisas não é fácil. Marie Kondo diz que esse é um dos fundamentos da felicidade. Mas por onde começar?



Em 2011, estourava um fenômeno social: a japonesa Marie Kondo publicou a primeira parte de “A mágica da arrumação”. Com este livro, muitas coisas mudaram na vida de 4 milhões de pessoas.
Marie Kondo está comprometida com um método simples para algo que todos nós enfrentamos diariamente: a organização. Como é possível que o armário de roupas esteja sempre bagunçado? Onde coloco as coisas que acumulamos com a minha família desde que me casei? O que eu faço com esses objetos inúteis, mas cheios de memórias e valor sentimental?
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