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sexta-feira, 31 de março de 2023

Pelas mãos ou pelos pulsos: como Jesus foi crucificado?

Profecias do Antigo Testamento. Testemunhas do Novo Testamento. Tradição oral. Registros históricos. Mil e quinhentos anos de arte cristã. Tudo indicava que os pregos do Messias crucificado foram fixados nas mãos. Até a década de 1930.

 Pelas mãos ou pelos pulsos: como Jesus foi crucificado? 


Por Paul Casey 
Tradução Equipe Christo Nihil Præponere

 

De nossa parte, não há pretensão alguma de “bater o martelo” sobre uma controvérsia que já se arrasta há décadas. O assunto deve continuar a ser debatido com ampla liberdade pelos especialistas. Mas não deixa de ser curioso que as recentes descobertas do Dr. Frederick Zugibe venham ao encontro do que sempre creu a Igreja.


Et dicetur ei: Quid sunt plagæ istæ in medio manuum tuarum? Et dicet: His plagatus sum in domo eorum qui diligebant me (Vulgata). — Se alguém lhe disser: “Que ferimentos são esses em tuas mãos?”, ele responderá: “São ferimentos que recebi na casa de meus amigos” (Zc 13, 6).

Sim, rodeia-me uma malta de cães, cerca-me um bando de malfeitores. Traspassaram minhas mãos e meus pés (Sl 21, 17) [i].

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Paulo VI era um defensor da comunhão nas mãos?

Dom Nicola Bux, a quem trouxemos a estas páginas em mais de uma ocasião, é doutor em ciências eclesiásticas orientais pelo Pontifício Instituto Oriental de Roma, foi consultor da Congregação para a Doutrina da Fé (2002-2013), do Ofício das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice (2008-2013) da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (2010-2018) e da Congregação para as Causas dos Santos (1998-2019). Em questões litúrgicas, ele foi um colaborador próximo do Papa Bento XVI.

Mão de comunhão Paulo VI  

 

Num artigo que apareceu, em parte, em La Nuova Bussola Quotidiana, o padre italiano, analisando um livro de um bispo argentino falecido há poucos anos, lembra a história do famoso perdão de Paulo VI que introduziu esta prática que foi se espalhando rapidamente até que, em 2020, com a chegada do coronavírus, poderíamos dizer que é a forma mais difundida de receber o Corpo de Cristo.

Oferecemos-lhe o artigo completo:

Comunhão na mão:  uma desobediência autorizada.

In Memoriam SER Juan Rodolfo Laise no primeiro aniversário de sua morte ( 1 ).

Até 26 de abril de 1996, o episcopado argentino foi um dos poucos no mundo a continuar a rejeitar a prática introduzida no final da década de 1960 em oposição direta à vontade do Papa Paulo VI de distribuir a Sagrada Comunhão nas mãos dos fiéis . Nesse mesmo dia, foram obtidos votos suficientes na Assembleia da Conferência Episcopal Argentina para poder pedir a Roma o perdão que permitiria a introdução desta prática contrária ao direito universal da Igreja.

sábado, 26 de agosto de 2017

Como comungar na mão?

[aleteia]
Por Padre Paulo Ricardo

Como deve se portar o fiel que deseja comungar na mão? Podemos receber a Eucaristia de qualquer maneira?

 


Por Pe. Javier S. Martínez — A educação litúrgica exige que se recordem às vezes coisas que se dão por sabidas. A Comunhão na mão é permitida a todo aquele que assim deseja comungar, de acordo com nossa Conferência Episcopal, que o solicitou à Santa Sé.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O demônio aprova e fala sobre a Comunhão na mão - Padre Gabriele Amorth


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Você comungaria sabendo que a hóstia foi produzida pelas mãos de um homicida condenado?


102º Jornada Mundial do Migrante e do Refugiado: elementos “bombásticos” que poderão “escandalizar” quem insiste num catolicismo de fachada

 


No próximo dia 17 de janeiro, 5.000 migrantes vão atravessar a Porta Santa da Basílica de São Pedro acompanhando a Cruz de Lampedusa, um ícone feito de pedaços de madeira retirados de embarcações nas quais milhares de refugiados se aventuraram pelo Mar Mediterrâneo na desesperada tentativa de chegar a países onde pudessem ter esperança de dignidade. O nome da cruz vem da ilha de Lampedusa, o primeiro destino de uma viagem pastoral do papa Francisco: trata-se da ilha italiana que se tornou símbolo da crise migratória antes mesmo da sua explosão midiática, ao receber um fluxo imparável de refugiados – ou de cadáveres de refugiados mortos na pavorosa travessia.

sábado, 4 de julho de 2015

Imposição das mãos: para que serve? Eu também posso fazer isso?

[aleteia]
Por Pe. Henry Vargas Holguín 

Você vai se surpreender com a resposta a estas perguntas (e, se for católico, vai ficar muito feliz também!)



Estender as mãos sobre a cabeça de uma pessoa ou sobre um objeto, na medida do possível com contato físico, é o gesto litúrgico mais comum na administração dos sacramentos, um dos mais ricos em significado.
Este gesto foi valorizado por Jesus e seu desejo era de que se mantivesse no tempo: "Estes sinais acompanharão os que creem: (...) imporão as mãos sobre os doentes e serão curados" (cf. Mc 16, 17-18). Portanto, esta possibilidade está ao alcance de todo aquele que crer.

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