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terça-feira, 15 de julho de 2025

Leia este livro!

Chesterton, como escritor da e para a imaginação humana, pode ser o melhor evangelista numa era em que a verdade não tem permissão para entrar e a beleza foi substituída pelo obsceno.

https://crisismagazine.com/wp-content/uploads/2025/07/G._K._Chesterton_at_work.jpg 

 

Por Régis Martinho 

 

Desde que Pascal compilou cerca de oitocentos fragmentos de insights religiosos sobre aquela que viria a ser a obra da sua vida — uma obra-prima de apologética que deixou inacabada após a sua morte, em 1670 —, não houve nada que se equiparasse à pura beleza e persuasão das  Pensées. Até que G. K. Chesterton apareceu para nos dar  Ortodoxia, obra que, no juízo de muitos, talvez nunca seja superada na sua brilhante e original defesa da religião cristã. E pensar que ainda não se tinha tornado católico romano quando se sentou para a escrever em 1908. A conversão só viria anos mais tarde, em 1922.

No entanto, após a sua morte em 1936, a sua viúva receberia um telegrama assinado por Sua Santidade, o papa, declarando o seu marido "Defensor da Fé", título conferido pela última vez três séculos antes ao Rei Henrique VIII, que, antes de terminar mil anos ou mais de fidelidade à Única Igreja Verdadeira, a defendera contra as afirmações de Martinho Lutero. Como Chesterton teria saboreado a ironia disto.

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

A surpreendente conversão ao catolicismo do escritor Oscar Wilde antes de morrer

Oscar Wilde


16 Out. 19


REDAÇÃO CENTRAL, (ACI).- Oscar Wilde, um dos escritores e dramaturgos mais famosos do século XIX, autor de obras como ‘O Retrato de Dorian Gray’ ou ‘A importância de se chamar Ernesto’, se converteu ao catolicismo em seu leito de morte, em seus últimos instantes de vida, embora muitos não saibam.
Esta é sua história.
Depois de seu nascimento em Dublin (Irlanda), em 1854, Wilde foi batizado na igreja anglicana. Entretanto, sua mãe, Jane, foi atraída ao catolicismo e ia à Missa com frequência. Quando Oscar era criança, ela pediu ao sacerdote local que instruísse seus filhos na fé católica, apesar de que não se saiba se realmente Jane se uniu oficialmente á Igreja.
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