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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

A batina, o calor e o inferno

"Como vai o mundo", pensei. Aqueles que andam quase nus não dão nenhuma explicação e são até vistos como verdadeiramente "livres". E nós, que estamos bem cobertos, ainda mais se for com hábito ou batina, temos que dar conta detalhadamente e, mesmo assim, não sermos compreendidos. "Sem falar de um pouco de desconforto ou penitência, numa sociedade que só fala de prazeres!"

A batina, o calor e o inferno 


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Deus acaba de me dar vinte dias inesquecíveis de missão no México, Espanha e Itália, no centenário da encíclica "Quas Primas" sobre Cristo Rei e da subsequente Epopéia Cristera. De volta à Argentina, na minha querida Igreja de La Plata, o suor abundante me lembra que, em poucas horas, passei de seis a dez graus, para mais de trinta! Claro, que tudo seja para nossa oferta e mortificação. Longe de mim, é claro, condicionar o apostolado à "sensação térmica".

Comecei esta sexta-feira, 31, em memória do grande São João Bosco, como de costume, bem cedo, com as orações da manhã, no templo: Ofício de Leituras, Laudes, Meditação e Santo Rosário. E, depois da Santa Missa, segui em direção ao Hospital. E, enquanto recitava o Terço da Divina Misericórdia, pensava no panorama que encontraria; especialmente na enfermaria de Neonatologia, onde os pequenos gigantes travam uma admirável batalha pela vida.

Já a poucos metros do meu destino, vi duas mulheres mais velhas e um homem mais novo me encarando. Sei que nesses casos há duas possibilidades: na grande maioria, um pedido de ajuda ou, em menor grau, uma repreensão. Em ambos os casos, é claro, essas são ocasiões magníficas para anunciar Cristo.

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Rede social censura foto de padres de batina: “pode incomodar algumas pessoas”

 


Que o cristianismo, não é de hoje, vem sendo perseguido e desprezado pela sociedade, não é novidade. Mas parece que a cada dia esta revolta anti-cristã está mais real e descarada, principalmente nas redes sociais.

Recentemente, o Facebook censurou uma foto de dois padres usando batina! Na imagem, dois homens de vestes clericais estão de frente para o outro e parecem conversar.

Além disso, a foto traz uma frase do Papa São Pio X que diz: “O sacerdote deve ordenar suas ações, movimentos e hábitos em harmonia com a sublimidade da sua vocação. Ele que, no altar, quase deixar de ser mortal… inclusive quando sai dele. Onde quer que esteja, aonde quer que vá, nunca deixa de ser sacerdote”.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Padre converte cidade da França usando batina e atendendo confissão

 

“Levar a Deus todas as almas que seja possível”. O padre Michel Marie Zanotti Sorkine tomou esta frase a sério, e é o seu principal o objetivo como sacerdote.

É o que está fazendo depois de ter transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da população é católica praticante.

A chave para este sacerdote é a “presença”, tornar Deus presente no mundo de hoje. As portas da sua igreja estão abertas o dia inteiro e o padre fica de batina o dia inteiro porque “todos, cristãos ou não, têm direito a ver um sacerdote fora da igreja”.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

As 7 excelências da batina


Sacerdote testemunha o impacto que a batina exerce como símbolo de consagração a Deus



O padre espanhol Jaime Tovar Patrón foi coronel capelão e cumpriu relevantes missões no Vicariato Castrense. Grande orador sacro, ele foi ainda historiador do sacerdócio castrense e escreveu o livro “Los Curas de la Cruzada“, ou “Os Padres da Cruzada“, sobre os sacerdotes que arriscaram a vida, heroicamente, para levar adiante o seu trabalho pastoral durante a guerra civil espanhola iniciada em 1936. Padres, religiosos e religiosas estiveram entre as vítimas preferenciais desse capítulo sangrento da história da Espanha e da Igreja. O pe. Jaime faleceu em janeiro de 2004.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Usar batina e colarinho romano: sim ou não?

[aleteia]
Patricia Navas González

Os padres têm mesmo a obrigação de usar o traje sacerdotal no dia a dia? Entenda melhor esta questão.

 

A realidade é esta: muitos sacerdotes usam o colarinho romano (ou o clergyman), enquanto outros se vestem como pessoas comuns. A norma é esta: o hábito eclesiástico é obrigatório em circunstâncias normais.
Será que esta norma – reafirmada nos últimos anos – está distante da realidade e se tornou, para alguns, uma lei sem sentido? O contexto no qual vivem os padres que se vestem como uma pessoa qualquer pode ser considerado uma situação excepcional que relativiza a obrigação do seu cumprimento?

terça-feira, 24 de junho de 2014

Padre converte região da França através do uso da batina.



 

Levar a Deus todas as almas que seja possível”. O padre Michel Marie Zanotti Sorkine tomou esta frase a sério, e é o seu principal o objetivo como sacerdote.


É o que está a fazer depois de ter transformado uma igreja a ponto de fechar e de ser demolida na paróquia com mais vida de Marselha. O mérito é ainda maior dado que o templo está no bairro com uma enorme presença de muçulmanos numa cidade em que menos de 1% da população é católica praticante.

sábado, 18 de agosto de 2012

50 anos depois, padres jovens retomam a batina que padres velhos jogaram fora para dar impressão de jovens

[ipco]

17 agosto 2012

Há 50 anos a “libertação” da batina era tida gesto “jovem”
Luis Dufaur
·
Há 50 anos o cardeal arcebispo de Paris, Mons. Maurice Feltin, aprovou que os padres deixassem de usar a batina em condições normais.
Sua decisão, tomada em 29 de junho de 1962, não se apresentou como doutrinária ou moral, mas pastoral, visando adaptar os costumes eclesiásticos às mutações da sociedade. De fato, significou uma mudança histórica e foi acompanhada no mesmo ano pela maioria das dioceses francesas.
O “clergyman” foi acolhido até com euforia por sacerdotes novos e “beatas” de sacristia, relembrou o colunista da revista “La Vie”, Jean Mercier em artigo sob o sugestivo título de “A veste de luz”.
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