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sábado, 19 de abril de 2025

A descida do Senhor à mansão dos mortos.



De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo (Séc.IV)


Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Os Mórmons e sua obsessão pela genealogia: dados para “ser batizados pelos mortos”

 

 

“Batizar” seus antepassados ​​é um dos pilares fundamentais para os Mórmons. Para isso, contam com  uma ferramenta destinada a criar “a árvore genealógica da humanidade”: um banco de dados com informações públicas e gratuitas através das quais os fiéis sonham em encontrar seus antepassados ​​​​e poder levá-los à “salvação”. Mercedes Ortuño Lizarán conta isso em  um artigo  da  agência Efe.

Com  1,5 bilhão de pessoas “indexadas”  (cujos dados foram adicionados à página) em todo o mundo, o FamilySearch se tornou um instrumento básico não apenas para os mórmons – 58 mil na Espanha – mas também para os estudiosos de história da família, fora desta confissão minoritária, que representam a grande maioria dos utilizadores, segundo o responsável pela aplicação em Espanha, Virginio Baptista.

Seu templo na Espanha

Em 2022, foram abertas 5,5 milhões de novas contas do FamilySearch em todo o mundo , 97% das quais são de pessoas não relacionadas com a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (IJSUD), conforme detalhou à  Efe  Baptista numa visita ao templo. no bairro madrileno de Moratalaz, o único que têm em Espanha neste momento, já que há outro previsto em Barcelona.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Exorcista alerta sobre os perigos de “falar” com os mortos

O sacerdote lembra que o ser humano, desde o princípio, foi tentado ao engano a respeito da morte.

ROSARY 


O Padre Pedro Paulo Alexandre é um dos exorcistas mais conhecidos do Brasil. Ele pertence à Diocese de Florianópolis e é membro da Associação Internacional de Exorcistas. Já escreveu vários livros sobre o assunto, entre eles, a obra “Fenômenos Preternaturais: sobre as ações dos anjos e dos demônios”, escrita com base nas Sagradas Escrituras, na Teologia, no Magistério da Igreja e na sua tradição mística, ascética, espiritual e pastoral.

Recentemente, Pe. Pedro Paulo foi convidado para fazer o Prefácio do livro “Os danos do Espiritismo – a ação oculta do Maligno nas supostas comunicações com o Além”, de Francesco Bamonte, que foi lançado em Portugal. No texto, o sacerdote brasileiro aborda a questão do “diálogo” com os mortos e a postura da Igreja Católica:

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Um dos artigos mais obscuros da nossa fé

A descida de Jesus à chamada “mansão dos mortos” talvez seja um dos artigos mais obscuros e incompreendidos de nossa fé. Fala-se muitíssimo pouco a seu respeito, embora ele conste expressamente no Credo, que rezamos todos os domingos.


 

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

 

A descida de Jesus à chamada “mansão dos mortos” talvez seja um dos artigos mais obscuros e incompreendidos de nossa fé. Fala-se muitíssimo pouco a seu respeito, e no entanto ele consta expressamente no Credo Apostólico, que rezamos todos os domingos na Santa Missa. 

A fim de sanar essa ignorância — e também para combater certos erros modernos —, tratemos brevemente do assunto. 

Jesus desceu “aos infernos”

No latim, a expressão que se usa no Credo para resumir esse acontecimento é descendit ad ínferos (lit. “desceu aos infernos”). Mas, justamente para não confundir nossa cabeça — e não pensarmos que Jesus desceu ao inferno dos condenados —, é até melhor que usemos a expressão “mansão dos mortos” (com a qual estamos acostumados por causa de nossa tradução litúrgica).

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