Ao contrário do que muitos poderiam supor, elas não são nenhuma “modernidade” recém-inventada: fazem parte da liturgia há séculos.
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| O pe. Thomas Jeschner usa pinças eucarísticas na igreja de São Lourenço, em Eschenbach, na Alemanha |
A gradual reabertura das igrejas para as Missas e demais ritos
litúrgicos celebrados com a presença física dos fiéis tem exigido
cuidados especiais para evitar os contágios pelo coronavírus. Entre as
medidas estão a higienização das mãos na entrada de igrejas, a adoção de
marcas no piso para garantir uma distância de ao menos 1,5 metro entre
os fiéis na fila da Comunhão, o espaçamento entre os bancos e até dos
lugares liberados em cada banco para que os fiéis se sentem etc.
