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domingo, 28 de setembro de 2025

São Tomás de Aquino sobre a raiva em tempos de violência política

São Tomás de Aquino por Adam Elsheimer, 1605 [Petworth House (National Trust), West Sussex, Inglaterra]

 

Por Daniel B. Gallagher 

 

Cercados por uma cultura de crescente violência política, todos nós devemos sentir pelo menos um mínimo de raiva. Não seríamos humanos se não sentíssemos. 

O governador de Utah, Spencer Cox, merece crédito por admitir isso na sexta-feira: “Nas últimas 48 horas, tenho estado tão furioso quanto nunca... e quando a raiva me tomou, foram realmente as palavras de Charlie (Kirk) que me trouxeram de volta... Charlie disse: ‘Quando as pessoas param de falar, é aí que a violência chega.’” 

Sem querer, o falecido Kirk resumiu o ensinamento de São Tomás de Aquino, que, em termos simples, é: “Não se trata de se você sente raiva, mas do que você faz com ela.” 

domingo, 7 de agosto de 2016

3 santos irados e furiosos!

[aleteia]


Eles tinham caráter colérico, mas conseguiram colocá-lo a serviço de Deus



Muitos acontecimentos recentes têm levado não pouca gente a se enfurecer contra a injustiça, contra líderes políticos, contra a mídia, contra os terroristas e outros semeadores de violência.
O sentimento de raiva faz parte do ser humano. Até Jesus ficou com raiva em certas ocasiões. Mas temos que distinguir o seguinte: sentir raiva é natural e, às vezes, até elogiável, já que é sinal de sadia indignação diante do mal; no entanto, não podemos dizer o mesmo quanto à ira que busca vingança: consentir na ira é pecado.
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