
Por Matias Aires Ramos da Silva de Eça
“... obra muito doutrinal e útil, e ordenada para fugir de um vício tão
transcendente e predominante...”
“... antes me parece muito útil despertar aos homens engolfados no desvanecimento
do mundo, do letargo e esquecimento da vida eterna, e os deixar surdos para as
enganosas adulações da vaidade, vício tão antigo como o mesmo mundo, e tão
universal como os mesmos homens, aos quais segue em vida, e de ordinário não
desampara na morte...”
“...E como todas estas Reflexões me parecem desenganos acertados para a
salvação, claro está que nenhum reparo me fica para a censura...”
