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sexta-feira, 18 de julho de 2025

Concílio de Niceia e Vaticano II

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Por Roberto de Mattei 

 

Existe alguma relação entre o Concílio de Nicéia, que ocorreu em 325, e o Vaticano II, o último dos vinte e um concílios ecumênicos reconhecidos como tal, que foi fechado em 8 de dezembro de 1965?

Em uma carta publicada em 29 de junho de 1975 e endereçada a Monsenhor Marcel Lefebvre, que criticou o último concílio, Paulo VI afirmou que o Concílio Vaticano II não tinha menos autoridade do que a Nicéia, e que, mesmo em certos aspectos, era ainda mais importante (cf. A Documentação Catholique, 58 (1976) p. 34). Tal declaração causou espanto. O Concílio de Niceia transmitiu-nos as verdades fundamentais da Fé Católica, que mais tarde foram expressas no Credo Niceno-Constastinense para que rezemos todos os domingos na Santa Missa. O Concílio Vaticano II não definiu nenhuma verdade nem condenou qualquer erro, mas apresentou-se como um concílio pastoral e não dogmático.

segunda-feira, 10 de março de 2025

A importância máxima das Últimas Coisas

 


Por

Caros leitores, tendo escrito sobre o amor infinito que Deus tem por nós, agora é apropriado dedicar um artigo a outro assunto que também é de suma importância, isto é, às verdades da nossa fé reveladas por Deus em relação ao que pode acontecer com as almas das pessoas após a morte. Note que estou me referindo às almas das pessoas; de todos eles, sejam eles católicos ou não e, portanto, acreditem ou não no ensinamento da Igreja Católica sobre as Últimas Coisas. Vale lembrar também que um católico, seja ele quem for, deve professar a fé católica intacta e inviolável e, portanto, deve crer no que a Igreja sempre ensinou sobre esta matéria, sem mutilações ou deformações. Devemos acreditar nas verdades da fé que são agradáveis ​​e também naquelas que não são tão agradáveis, para o bem de nossas almas.

E por que é necessário escrever sobre esse assunto? Bem, porque, até onde sei, em nossa época e há anos, em geral, esse assunto raramente é discutido na vida da Igreja Católica (na InfoCatólica, porém, há vários blogueiros que têm tratado desse tema com a seriedade e a profundidade que ele merece, o que é muito apreciado). As verdades de fé relativas ao julgamento particular ao qual seremos submetidos após nossa morte, Céu, Inferno e Purgatório, não foram revogadas – não podem ser – pela Igreja. No entanto, é chocante que essas questões não estejam sendo pregadas ou escritas, dada sua extrema gravidade. Na minha opinião, guardar silêncio sobre as Últimas Coisas não implica uma atitude misericordiosa, muito pelo contrário. Se algum de nós estivesse em sério perigo, onde, por exemplo, nossas vidas estivessem em jogo, gostaríamos de ser avisados ​​para tentar chegar em segurança. Bem, no que diz respeito às Últimas Coisas, não é apenas que nós, pessoas, estamos jogando por esta vida expirada; É que estamos jogando nosso destino eterno, isto é, sem fim e para sempre.

terça-feira, 23 de julho de 2024

Jesus amplia a importância de Nossa Senhora quando nos chama de Suas ‘mães e irmãos’

Ao chamar Seus discípulos de Suas “mães” e “irmãos”, Jesus estava ampliando a importância de Seu relacionamento com Sua Mãe. Ele abre para quem tem olhos ver o significado interior mais profundo da maternidade de Maria e de todas as relações familiares renovadas pelo Espírito Santo.

Imagem em destaque
Vitral representando a Virgem Maria segurando o menino Jesus

 

Como alguém que ensina e prega tanto na Igreja Católica como na comunidade cristã mais ampla, sou frequentemente questionado sobre se Jesus tinha irmãos e irmãs. Se por esta pergunta se entende parentes naturais ou consangüíneos, o texto e a tradição cristã ininterrupta deixam a resposta clara – Não. Mas a passagem tem um significado muito mais profundo.

A não consideração da língua original do texto levou a uma noção errada da possibilidade de Jesus ter irmãos na sua família natural. A realidade é que a palavra usada para família extensa, uma parte vital da compreensão judaica de família, não é traduzida com precisão.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Na Nigéria, a vida de uma vaca pastor muçulmana vale mais do que a de um cristão

No meio da crescente preocupação com o que é cada vez mais evidente ser um “genocídio” anticristão na Nigéria, um grupo católico de direitos humanos acusou as forças de segurança do país de estarem mais preocupadas em proteger as vacas do que os cristãos e outros cidadãos não-muçulmanos.

 Na Nigéria, a vida de uma vaca pastor muçulmana vale mais do que a de um cristão 


Num relatório intitulado “Rios de sangue e lágrimas fluindo incessantemente na Nigéria”, a Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito, conhecida como “Intersociedade”, acusa as forças de segurança na maior população da África do país de ignorar os direitos dos não-muçulmanos, bem como envolver-se em desaparecimentos e execuções extrajudiciais.

Uma das principais causas da violência sectária na Nigéria tem sido a tensão entre pastores Fulani, na sua maioria muçulmanos, e agricultores sedentários, na sua maioria cristãos. Uma série de ataques de terroristas Fulani contra alvos cristãos no último Natal, por exemplo, deixou aproximadamente 300 mortos.

De acordo com o relatório da Intersociety, sempre que existe uma ameaça aparente contra vacas pertencentes a pastores Fulani, as forças de segurança nigerianas entram em ação com uma operação chamada “humanização das vacas”.

sábado, 16 de julho de 2022

Sobre “assistir” e “ouvir” Missa

Nos velhos tempos, era costume dizer que os católicos “assistiam” à Missa, ou que iam “ouvir Missa”. Mas o que está por trás desse modo de participar da celebração eucarística? Existe algum problema em falar assim hoje em dia?

  


Peter Kwasniewski 
Tradução: Equipe Christo Nihil Præponere

 

É famosa a declaração do Papa Pio XI de que os católicos não deveriam ser “espectadores indiferentes e silenciosos” na Missa (Divini Cultus, 1928). Sou simpático à afirmação quando se trata da Missa Solene: há pouca razão para os fiéis não cantarem o Ordinário e as várias respostas [i]. Mas é o caso de se perguntar se Pio XI já não estava sendo influenciado demais por um certo modo de pensar moderno, em que fazer algo externo, ou pelo menos parecer fazê-lo, é o ponto principal a ser acentuado. Essa ideia cresceu nos quarenta anos seguintes, dentro do ativismo autodestrutivo da era do Novus Ordo.

Em vez disso, não deveríamos pensar primeiro na maneira como se entra na liturgia, na maneira como a assimilamos, relacionando-nos com ela interiormente?

Nos velhos tempos se costumava dizer que os católicos “assistiam” à Missa. Este conceito é frutífero. Cada membro do corpo assiste à (e na) elevação divina da liturgia, cada um em seu lugar próprio, mas sem pensar que tem de assumir qualquer ação em particular que não seja estar atento e cheio de fé. Também era comum nos velhos tempos, aliás durante séculos, dizer que os católicos iam “ouvir Missa”. Nós lemos na vida de santos leigos como Luís IX que “ele ouvia Missa duas vezes por dia”.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A importância de redescobrir o sacramento da confissão

Papa confessando 

 

A falta de formação faz com que muitos cristãos façam pouco uso deste sacramento. Pode acontecer que mesmo muitos "bons" católicos que frequentam a missa regularmente estejam em pecado mortal e comunguem, o que significa cometer outro pecado, o de sacrilégio. Você não deve tomar a comunhão quando estiver em pecado mortal. O problema surge quando alguns, por ignorância ou falta de preparo, mas de boa vontade, não sabem o que é o pecado e quando é venial ou mortal.

Está comprovado que uma paróquia que "trabalha" é aquela em que seus padres passam muito tempo confessando. Para verificar, basta contornar uma das igrejas da sua cidade. Certamente, você encontrará um que tem padres confessando todos os dias, no turno da manhã e da tarde e até durante a missa.

Claro, se o sacramento da penitência deve ser promovido, é necessário que aqueles que entram na igreja vejam o sacerdote sentado no confessionário. Caso contrário, seria uma indicação ruim. O sacerdote deve convidar as pessoas do ambão a participarem deste sacramento para recuperar a graça de Deus na alma. Talvez muitos cristãos não tenham tido a oportunidade de ouvir sobre o poder e a necessidade desse sacramento. Cabe ao sacerdote valorizá-la porque, não nos esqueçamos, para alcançar a salvação, ou seja, para chegar ao céu, é preciso ter uma alma limpa. Esteja na graça de Deus. Daí a importância de falar sobre confissão.

sábado, 10 de julho de 2021

Por que precisamos da Igreja, dos Sacramentos e dos Santos para lutar contra Satanás

“Não podemos nos divorciar da rede interpessoal na qual Deus nos criou”, diz Pe. Robert Spitzer, SJ,  “...se reconhecermos isso, tanto melhor: você está em uma comunidade, então é melhor encontrar a certa."

Fr. Robert Spitzer, SJ, é o autor de vários livros, mais recentemente de uma trilogia sobre a batalha espiritual e espiritualidade católica. (Imagens: Ignatius Press)

 

Por

Na primeira parte da minha conversa com o Pe. Robert Spitzer, SJ, falamos sobre a guerra espiritual, lutar contra Satanás e escapar das trevas do mal. Esses e muitos tópicos relacionados são tratados em sua trilogia intitulada Called Out of Darkness: Conting with Evil through the Church, Virtue, and Prayer. Os dois primeiros volumes, Cristo Versus Satan em Nossas Vidas Diárias: A Luta Cósmica entre o Bem e o Mal (Ignatius Press, 2020) e Escape from Evil's Darkness: A Luz de Cristo na Igreja, Conversão Espiritual e Conversão Moral (Ignatius Press, 2021) já foram lançados. O terceiro volume da trilogia atual, intitulado A Sabedoria Moral da Igreja Católica: Princípios de Ética Pessoal e Social, deve sair da Ignatius Press no início do próximo ano.

Nesta segunda parte da entrevista, Pe. Spitzer discute mais a natureza da luta contra o mal e o papel da Igreja, dos santos e dos sacramentos no combate ao pecado.

domingo, 4 de abril de 2021

A ressurreição de Cristo como centro e ápice da fé

Apresentamos hoje uma síntese da doutrina cristã sobre a ressurreição de Cristo, extraída de uma brochura da Igreja de San Carlo al Corso, em Roma.


 

 

Fato central do cristianismo

A ressurreição de Cristo é um acontecimento extraordinário, original, irrepetível e único na história humana. É o fato central do Cristianismo, o centro da pregação e testemunho Cristão, do início ao fim dos tempos. A Páscoa é a festa principal, a mais importante de todo o ano, "fundamento e núcleo de todo o ano litúrgico" (Concílio Vaticano II, Sacrosanctum Concilium, 106). Procuremos ilustrar sinteticamente esta extraordinária importância da Ressurreição de Cristo, partindo sobretudo da sua historicidade.


A) HISTORICIDADE DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

Em que sentido a Ressurreição de Cristo é um evento histórico?

  • Não é no sentido de que alguém pudesse comparecer diretamente, fotografar o evento no momento em que aconteceu. "Que noite feliz, canta o Exulteto de Páscoa, só ela conheceu o momento em que Cristo ressuscitou dos mortos!" “Ninguém foi testemunha ocular do próprio evento da Ressurreição e nenhum evangelista o descreve. Ninguém pode dizer como isso aconteceu fisicamente. Menos ainda, a sua essência mais íntima, a passagem para outra vida, era perceptível aos sentidos» (CIC, 647).
  • No entanto, a Ressurreição de Cristo é um evento histórico no sentido de que realmente aconteceu na história e teve sinais e provas historicamente comprovados.
  • Ao mesmo tempo é também um acontecimento misterioso, que transcende e ultrapassa a própria história, na medida em que é um mistério da Fé e, como tal, exige a Fé, um dom de Deus, graças ao qual se pode exclamar com a cabeça de Santo Tomás. - sobre o Cristo ressuscitado: "Senhor meu e Deus meu" (Jo 20,28).

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Arcebispo Viganò sobre a importância da boa literatura para a restauração do Cristianismo

«A memória é um elemento fundamental da identidade, da civilização e da cultura de um povo: uma sociedade sem memória, cujo patrimônio consiste apenas num presente sem passado, está condenada a não ter futuro. É alarmante que esta perda de memória coletiva afete não só as nações cristãs, mas também aflige seriamente a própria Igreja Católica e, conseqüentemente, os católicos.  


 

Por Dr. Maike Hickson 

 

1 de dezembro de 2020 (LifeSiteNews) - O arcebispo Carlo Maria Viganò escreveu recentemente um prefácio para um livro, Gratitude, Contemplation, and the Sacramental Worth of Catholic Literature, uma coleção de ensaios escritos por meu marido, Dr. Robert Hickson ao longo de vários décadas. Sendo uma destilação do trabalho de sua vida, este novo livro visa apresentar aos leitores um conjunto completo de livros inspiradores - a maioria deles católicos - que podem nos ajudar a restaurar uma memória católica. Ou seja, esses livros podem nos ajudar a reviver um senso de catolicismo que vem de épocas e regiões onde a fé católica era parte integrante do estado e da sociedade, de uma fé vivida.

Somos muito gratos ao Arcebispo Viganò por seu prefácio que destaca a importância da cultura - e mais importante, da literatura - para o renascimento do Cristianismo, e por isso decidimos publicá-lo aqui (ver texto completo abaixo). Seus comentários visam voltar nossas mentes para o futuro, preparando o terreno para um tempo em que Cristo reinará novamente no coração e na mente do homem. Seu prefácio é, portanto, uma espécie de manifesto de fé e esperança, e uma instrução maravilhosa para nós sobre como proceder para preparar o terreno para Cristo.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Muitos bispos católicos não parecem se importar em acabar com o aborto



Por Peter Bleyer


Meu filho de 15 anos recebeu recentemente o Sacramento da Confirmação, que “nos dá uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e ação como verdadeiras testemunhas de Cristo”. (Catecismo 1303) De suas ações, parece que Nick Sandmann, de 15 anos, de Covington Catholic, também fez sua Confirmação e usou a sabedoria e a coragem que ganhou, para se defender de ataques feitos pelo próprio bispo que o teria confirmado.
Infelizmente, em vista da extensa história de abuso infantil pelo clero católico, a perseguição de Nick por bispos e padres não foi uma surpresa.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Avó revela importância do 'altar de oração' em todo lar católico

[lifesitenews]
Por Maike Hickson e Pete Baklinski

Leila Marie Lawler

Uma avó católica destacou a importância de uma família católica orar juntos e fazer um “altar de oração” dedicado em sua casa, a fim de criar filhos piedosos que permanecem fiéis ao Senhor durante esses tempos de crise no interior da Igreja. Igreja Católica. Leila Marie Lawler, mãe americana de sete anos e avó de 15 anos e autora de O Pequeno Oratório: Guia para Iniciantes em Orar em Casa, disse ao LifeSiteNews (leia a entrevista completa abaixo) que Deus criou a família como a primeira e melhor escola onde as crianças aprenda a amar a Deus.
“A Igreja sempre reafirmou as realidades do desenvolvimento humano, de que cada criança é formada no seio da família. O plano de Deus para o homem é que ele aprenda a amá-lo em casa, quando criança, sob os cuidados afetuosos de seus pais”, disse ela.
Lawler disse que os pais ensinam especialmente as crianças a amar a Deus orando em casa em um local dedicado para esse fim.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

A importância da Oitava de Páscoa

[cancaonova]
Por Prof. Felipe Aquino

Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At 1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.



O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).

quarta-feira, 10 de abril de 2019

A importância da Mortificação na Vida da Igreja

[senzapagare]


Na História da Igreja, certas pessoas sentem-se chamadas a grandes sacrifícios tais como o jejum frequente, a utilização de uma veste áspera, de um cilício ou ainda de uma disciplina. As vidas de numerosos grandes santos, apresentados como modelo de santidade, atestam-no: São Francisco de Assis, Santa Teresa de Ávila, Santo Inácio de Loyola, São Tomás Moro, São Francisco de Sales, São João Maria Vianney e Santa Teresinha do Menino Jesus.
New Catholic Encyclopedia (2003)

segunda-feira, 4 de março de 2019

A importância da ação de graças após a comunhão

[aleteia]
Por Padre Bruno Roberto Rossi

Sejamos zelosos e nos perguntemos: como vai nossa ação de graças pós-comunhão ou mesmo após a Santa Missa



Não são poucos os católicos de várias nações que têm se preocupado com a importância da ação de graças após a Comunhão.
Escreve, muito a propósito, o padre Dr. Luiz Fernando Cintra, Por que ir à missa aos domingos, p. 36, o que segue: “Se o momento culminante da Missa em si mesma é a consagração, do ponto de vista dos fiéis o momento em que se dá a máxima união com Deus é a comunhão. A alma enche-se de enorme alegria quando o corpo recebe Jesus Cristo dentro de si. Só Deus poderia realizar uma união tão íntima como a que se dá entre o alimento e o corpo alimentado”.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Por que rezar nos momentos de angústia?

Por Lorena Moscoso

Você já percebeu como algumas pessoas são capazes de atravessar momentos de sofrimento com certa serenidade? A oração pode estar por trás disso 



Algumas pessoas passam pela dor, pela doença ou pela morte de um familiar com uma paz que chama a atenção. 
Em alguns casos, a serenidade diante da morte é confundida com frieza. Às vezes, parece que quem sofre uma perda provavelmente fica até sem lágrimas. 

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Qual a importância de dizer a verdade? Papa Francisco responde




14 Nov. 18


Vaticano, (ACI).- O Papa Francisco dedicou a catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, celebrada na Praça de São Pedro, no Vaticano, ao Oitavo Mandamento do Decálogo: “Não levantarás falso testemunho contra teu próximo”.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Direção espiritual: o dirigido

Por Lírio entre Espinhos

Descubra como se preparar para ter uma direção espiritual profunda e santificadora



Esperamos que esta sequência de artigos sobre a Direção Espiritual tenha sido de bom proveito! Rezem a São Francisco de Sales pedindo a graça de ter um santo diretor espiritual.
Confira os artigos anteriores:

segunda-feira, 2 de abril de 2018

A importância da Oitava de Páscoa

Por Prof. Felipe Aquino

Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At 1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.



O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).
É importante não perder o caráter unitário dessas sete semanas. A primeira semana é a “oitava da Páscoa”. Ela termina com o domingo da oitava, chamado “in albis”, porque nesse dia os recém batizados tiravam as vestes brancas recebidas no dia do Batismo.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O que o Natal exige de nós?

Por Prof. Felipe Aquino

É tão importante a celebração do Natal de Jesus, que se prolonga por oito dias em sua Oitava, para que possamos desfrutar de tão grandes graças. Como disse São Leão Magno: “Não pode haver tristeza no dia em que nasce a vida; uma vida que, dissipando o temor da morte, enche-nos de alegria com a promessa da eternidade”.



Mas agora precisamos assumir as suas consequências, para que esta Solenidade prolongada continue a dar em nós os seus frutos de santidade.

Santo Agostinho, em seus Sermões de Natal, lembrava:

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

7 motivos pelos quais um sacristão é importante nas igrejas católicas

[catholicus]


Durante a celebração da Missa, o sacerdote é assistido pelos acólitos, mas é o sacristão quem ajuda não apenas nas questões litúrgicas, mas também para o bom andamento cotidiano do serviço nas igrejas católicas.
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