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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Cardeal Fernández esclarece: “Corredentora” é proibida em documentos oficiais do Vaticano, mas permitida na devoção privada.

Nos comentários sobre “Mater Populi Fidelis”, o Prefeito da DDF explica o que a Nota doutrinal quer dizer ao afirmar que o título mariano é “sempre inapropriado”.

(Photo credit: Diane Montagna)

 

Por Diane Montagna 

 

ROMA, 26 de novembro de 2025 — Três semanas após a Mater Populi Fidelis ter gerado debate com sua declaração de que o título mariano Corredentora é “sempre inapropriado”, o prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé esclareceu que a frase não representa uma rejeição total do título em si. O Cardeal afirmou que a palavra “sempre” se aplica apenas ao uso oficial da Igreja a partir deste momento, e não a todos os contextos em que o título possa ser usado. 

Em comentários após a coletiva de imprensa do Vaticano na terça-feira sobre Una Caro, a nova Nota doutrinal do DDF sobre a monogamia, o Cardeal Victor Manuel Fernández disse que a declaração encontrada na MPF n. 22—que “é sempre inapropriado” usar o título Corredentora para definir a cooperação de Maria—“não pretende julgar” afirmações passadas de santos, doutores e papas, mas que “de agora em diante” não será usado “nem na liturgia, isto é, nos textos litúrgicos, nem nos documentos oficiais da Santa Sé”.

Fernández explicou que, após décadas de estudos teológicos — inicialmente solicitados por João Paulo II e levados adiante pelo Cardeal Ratzinger — o Dicastério para a Doutrina da Fé concluiu que o título não deve mais constar em textos magisteriais ou litúrgicos, não porque sua doutrina subjacente tenha sido rejeitada, mas porque o próprio termo corre o risco de gerar mal-entendidos pastorais nos dias de hoje. Ele argumentou que Mater Populi Fidelis “conserva e explicita os aspectos positivos” contidos no título, a saber, “a cooperação única de Maria na obra da redenção”, afirmando que a expressão aparece “200 vezes” no texto. 

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Pela primeira vez em 1.600 anos, não houve missa em Mossul no domingo passado

[aleteia]

O radicalismo islâmico traz de volta os tempos sombrios em que o nazismo ameaçava os outros povos.

 
Jason Jones e John Zmirak


"Pela primeira vez em 1.600 anos, não houve missa em Mossul no domingo passado", afirmou o arcebispo caldeu Bashar Warda. A cidade do norte do Iraque já foi um importantíssimo centro de vida cristã no Oriente Médio. Hoje, em Mossul, o acesso aos sacramentos é praticamente proibido e seus milhares de cristãos fogem do reinado de terror religioso implantado pelos radicais sunitas.

domingo, 25 de maio de 2014

Bispo dos EUA reafirma proibição de dar a Comunhão a pecadores públicos


Luis Dufaur
D. Thomas J. Paprocki, bispo de Springfield, Illinois, EUA
D. Thomas J. Paprocki, bispo de Springfield, Illinois, EUA


O bispo de Springfield (Illinois), D. Thomas J. Paprocki, apoia claramente os sacerdotes que negam a Comunhão aos políticos que se declaram católicos mas cooperam com projetos contrários aos ensinamentos da Igreja.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Igreja proíbe uso de músicas profanas

jbpsverdade: Em si tratando de Sacramento, está corretíssimo Dom Celso Antônio Marchiori, a Igreja é lugar para acontecer os sacramentos que nos faz entender a grandiosidade da presença de Deus no meio de nós. Músicas mundanas devem ser proibidas também em outras cerimônias religiosas. Parabéns ao bispo e que outras Dioceses sigam o exemplo. O casamento a muito tempo tornou-se algo banal onde tudo pode acontecer.
Leia o seguinte artigo! Eis o verdadeiro sentido do casamento.
xxx

[cgn]

Documento proíbe também o trabalho de promoters, assessores na organização da celebração... 

Apucarana  
Por Maycon Corazza - Tribuna do Norte
 

A Diocese de Apucarana publicou um manual contendo normas e diretrizes para a celebração de casamentos que deverão ser aplicadas pelas paróquias dos 37 municípios abrangidos pela circunscrição eclesiástica. O documento tem gerado polêmica pelas proibições, entre elas a do uso de músicas que não sejam sacras e da entrada dos padrinhos nas cerimônias.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Corte Constitucional da Colômbia proíbe juízes de citar a Bíblia

27 Nov 2012
A Corte Constitucional da Colômbia que tristemente vem agindo como um instrumento a serviço da cristianofobia, determinou que os tribunais dessa grande nação católica não podem mencionar frases bíblicas em suas decisões.

A medida se aplica a todas as autoridades judiciais e promotores públicos do país.

No mundo civilizado, os juízes apelam com frequência a autores ou escritos consagrados pelo Direito e pela cultura universal como fonte de inspiração. Adágios romanos, formulações de gênios como Dante, Aristóteles ou Hamurabi, servem para ilustrar a decisão do juiz ou do tribunal.

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