“A pornografia é a teoria”, escreveu certa vez a conhecida feminista Robin Morgan, “o estupro é a prática”.
De fato, as feministas em geral costumavam pensar que a pornografia, na melhor das hipóteses, era algo desumano e degradante, um produto criado por homens e para homens que retratava as mulheres como meros objetos de desejos masculinos; na pior das hipóteses, era a celebração violenta da destruição do feminino, em que as mulheres eram espancadas, estupradas, humilhadas e, em todo caso, agredidas para satisfazer os prazeres perversos de misóginos que afirmavam ser um “fetiche” o seu ódio às mulheres.
De fato, as feministas em geral costumavam pensar que a pornografia, na melhor das hipóteses, era algo desumano e degradante, um produto criado por homens e para homens que retratava as mulheres como meros objetos de desejos masculinos; na pior das hipóteses, era a celebração violenta da destruição do feminino, em que as mulheres eram espancadas, estupradas, humilhadas e, em todo caso, agredidas para satisfazer os prazeres perversos de misóginos que afirmavam ser um “fetiche” o seu ódio às mulheres.

