POR DIEGO LÓPEZ MARINA
Há alguns meses, países, laboratórios farmacêuticos, universidades,
entre outros, buscam uma vacina contra o coronavírus COVID-19; No
entanto, uma série de objeções éticas surgiram ao longo do caminho,
principalmente se um católico pode receber uma vacina na qual linhas
celulares de fetos abortados foram usadas no desenvolvimento.
Para tratar desse assunto, o ACI Prensa entrevistou Jorge Nicolás
Lafferriere, diretor do Centro de Bioética Pessoa e Família e professor
de Biodireito da Universidade Católica Argentina (UCA), para explicar
todas as questões éticas envolvidas no desenvolvimento de vacinas contra
os coronavírus.
“O COVID-19 gerou um grave problema de saúde, que causou muitas mortes em todo o mundo. Isso
configura uma situação que requer respostas substantivas, como as
diferentes estratégias terapêuticas e, principalmente, as vacinas. Por isso é muito importante que as vacinas sejam desenvolvidas com materiais de origem legal que possibilitem contornar essa situação”, refletiu Lafferriere.