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sexta-feira, 11 de julho de 2025

Diocese alemã publica guia para abençoar todos os casais não casados ​​na Igreja

A publicação de Amoris Laetitia e Fiducia Supplicans continua a dar frutos nocivos, clamando aos céus pela sua impiedade. A Diocese de Rottenburg-Estugarda lançou a coletânea "Nós amamos-nos – Que bênção!" (Wir lieben uns – Welch ein Segen!), um conjunto de recursos pastorais para a bênção dos casais que não têm acesso ao sacramento do matrimónio.

Diocese alemã publica guia para abençoar todos os casais não casados ​​na Igreja

Nova blasfémia causada por Amoris Laeitita e Fiducia Supplicans

 

O falso argumento de que a Fiducia Supplicans não procura abençoar todas as uniões pecaminosas possíveis, incluindo o adultério, a fornicação e a homossexualidade, e não apenas os indivíduos, é mais uma vez evidente. Além disso, a Amoris Laetitia permite que as pessoas divorciadas e recasadas recebam a Comunhão, pelo que não há nada de invulgar em abençoar a sua união adúltera.

O guia, escrito por Martina Fuchs, foi publicado em colaboração com o projeto Queersensible Pastoral.

No prólogo, a Conselheira Diocesana Karin Schieszl-Rathgeb sublinha que o objetivo do material é "responder à profunda necessidade humana de experimentar a presença e o acompanhamento de Deus no amor mútuo". A mesma observa ainda que esta proposta se destina a "casais que desejam o apoio da Igreja, mesmo que não sejam sacramentalmente casados", incluindo uniões civis, casais divorciados e recasados ​​e casais do mesmo sexo.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

O escândalo “Fiducia Supplicans”

Aqui está o contexto relevante para Fiducia Supplicans: o mundo secular odeia o ensinamento da Igreja sobre a moralidade sexual, talvez mais do que qualquer outra das suas doutrinas. Ele constantemente a incentiva a abandoná-la, muitos assumindo que é simplesmente uma questão de tempo até que ele a abandone. A maioria dos clérigos raramente fala sobre isso e, nas ocasiões em que o fazem, a tendência é dar um reconhecimento vago e superficial, seguido de um apelo apaixonado pela aceitação daqueles que não o obedecem.

O escândalo “Fiducia Supplicans”
James Martin se gabando de aplicar os supplians Fiducia

 

 

Por 

Até agora todos já ouviram falar de Fiducia Supplicans e da controvérsia global que gerou, que pode acabar sendo a mais amarga de todas as controvérsias levantadas na última década pelas palavras e ações do Papa Francisco. A Declaração, emitida pelo Dicastério para a Doutrina da Fé (DDF) sob o seu novo Prefeito, o Cardeal Víctor Manuel Fernández, permite pela primeira vez “a possibilidade de bênçãos para casais em situação irregular e para casais do mesmo sexo”. Isto revê a declaração a este respeito emitida em 2021 sob o mandato do antecessor de Fernández, o Cardeal Ladaria, que reafirmou a doutrina tradicional da Igreja de que “não é lícito conceder uma bênção a relacionamentos, ou mesmo a casais estáveis, que impliquem uma relação sexual práxis fora do casamento (isto é, fora da união indissolúvel de um homem e uma mulher aberta, por si só, à transmissão da vida), como é o caso das uniões entre pessoas do mesmo sexo”.

O bom

A primeira coisa a notar é que a Declaração enfatiza que não há mudança nos princípios doutrinários, o que reafirma explicitamente. Enfatiza também que nenhuma bênção ou rito litúrgico que possa implicar tal mudança pode ser aprovada. Estas são as passagens relevantes:

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Doutrina da Fé divulga nota explicativa sobre Fiducia suplicans: “São bênçãos sem forma litúrgica que não aprovam nem justificam a situação em que se encontram essas pessoas”

Desde a publicação de Fiducia supplicans, em 18 de dezembro, uma multidão de conferências episcopais, bispos, padres e cardeais demonstraram o seu profundo desconforto e incompreensão com o documento que permite “bênçãos pastorais” a casais do mesmo sexo e outros casais em situação irregular.

Victor Manuel Fernández
Victor Manuel Fernández

 

Desde 18 de dezembro, dia em que a declaração foi publicada, a confusão e a divisão dentro da Igreja só aumentaram. Enquanto alguns criticaram a declaração como insuficiente, outros não acreditaram que o Santo Padre tivesse assinado tal documento.

Apesar de o Cardeal Víctor Manuel Fernández ter trabalhado nos dias seguintes para explicar que a doutrina não mudou ou que o casal é abençoado e não a união e para repetir insistentemente que se tratava de um documento "claro", a verdade é que o Dicastério para a Doutrina da Fé foi forçado a emitir uma nota esclarecedora três semanas depois sobre este documento confuso. Se fosse tão claro, qual a razão da disparidade de interpretações? Qual é então a razão desta nota explicativa?

O Cardeal Víctor Manuel Fernández reiterou mais uma vez neste escrito que “a Declaração contém a proposta de bênçãos pastorais breves e simples (não litúrgicas ou ritualizadas) aos casais irregulares (não uniões), entendendo que são bênçãos sem forma litúrgica que não o fazem”. Eles não aprovam nem justificam a situação em que essas pessoas se encontram."

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

O Cardeal Víctor Manuel Fernández já deixou escapar na entrevista ao InfoVaticana que a bênção para os casais homossexuais poderia vir

Ninguém pode saber o que se esconde por trás da Declaração Fiducia Supplians sobre o Sentido Pastoral das Bênçãos. É apenas um remédio pastoral para aproximar pessoas distantes da Igreja? É um novo passo para preparar o terreno para uma futura mudança na doutrina? A resposta está apenas na consciência do Cardeal Víctor Manuel Fernández e do Papa Francisco.

Victor Manuel Fernández
Cardeal Victor Manuel Fernández


O prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé declarou ontem ao InfoVaticana que se trata de um texto que “foi cuidadosamente pensado para evitar qualquer interpretação errônea”, embora múltiplas e diversas interpretações já circulem nos meios de comunicação e nas redes sociais.

A realidade é que quando você vê um documento de 45 parágrafos você tende a pensar que quanto mais palavras, mais fácil será distorcer a clareza da mensagem. Não poderia realmente ter sido publicado um documento mais concreto e livre de ambiguidades?

Nem mesmo os bispos espanhóis ousaram expressar publicamente a sua opinião sobre esta questão. Talvez por costume (covardia) ou por medo de não saber interpretar corretamente o texto do Cardeal Fernández e que tem a assinatura do Papa Francisco.

Precisamente, se tanto o Papa Francisco como o Dicastério para a Doutrina da Fé têm uma tarefa substancial, é a de “confirmar” o povo de Deus na fé e não ser geradores de incertezas.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Declaração doutrinária abre para bênçãos para casais "irregulares"

Com a "Fiducia supplicans" do Dicastério para a Doutrina da Fé, aprovada pelo Papa, será possível abençoar casais formados por pessoas do mesmo sexo, mas fora de qualquer ritualização e imitação do matrimônio. A doutrina sobre o matrimônio não muda, a bênção não significa aprovação da união.

Basílica de São Pedro
Basílica de São Pedro

 

Diante do pedido de duas pessoas para serem abençoadas, mesmo que sua condição de casal seja "irregular", será possível para o ministro ordenado consentir. Mas sem que esse gesto de proximidade pastoral contenha elementos minimamente semelhantes a um rito matrimonial. Isso é o que diz a declaração "Fiducia supplicans" sobre o significado pastoral das bênçãos, publicada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé e aprovada pelo Papa. Um documento que aprofunda o tema das bênçãos, distinguindo entre as bênçãos rituais e litúrgicas e as bênçãos espontâneas, que se assemelham mais a gestos de devoção popular: é precisamente nessa segunda categoria que agora contemplamos a possibilidade de acolher também aqueles que não vivem de acordo com as normas da doutrina moral cristã, mas pedem humildemente para serem abençoados. Desde agosto, de 23 anos atrás, o antigo Santo Ofício não publicava uma declaração (a última foi em 2000, "Dominus Jesus"), um documento de alto valor doutrinário.

"Fiducia supplicans" começa com uma introdução do prefeito, cardeal Victor Fernandez, que explica que a declaração aprofunda o "significado pastoral das bênçãos", permitindo que "sua compreensão clássica seja ampliada e enriquecida" por meio de uma reflexão teológica "baseada na visão pastoral do Papa Francisco". Uma reflexão que "implica um verdadeiro desenvolvimento em relação ao que foi dito sobre as bênçãos" até agora, chegando a incluir a possibilidade "de abençoar casais em situação irregular e casais do mesmo sexo, sem validar oficialmente seu status ou modificar de qualquer forma o ensino perene da Igreja sobre o casamento".

terça-feira, 10 de outubro de 2023

Bispo Munilla explica o não da Igreja para a bênção dos casais homossexuais

O Bispo de Orihuela-Alicante, Monsenhor José Ignacio Munilla, publicou em sua conta no Youtube um vídeo do encontro que realizou online com um grupo de pessoas com tendência homossexual que querem viver de acordo com o ensinamento da Igreja.

Munilla nombramiento adiós
Monsenhor José Ignacio Munilla

 

Por

 

Sob o título Poderia a Igreja dar a bênção às uniões homossexuais?, o prelado basco aborda esta questão que durante estes últimos dias é de máxima atualidade após a resposta ambígua dada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé sobre esta questão à dubia apresentada por cinco cardeais que pediram esclarecimentos sobre esta questão.

Munilla reconhece em seu discurso que no momento há muitos católicos que fazem esta pergunta após a declaração do novo prefeito do Dicastério da Doutrina da Fé, Victor Manuel Fernández.

O Bispo de Orihuela-Alicante afirma que, neste momento, muitos católicos pedem uma palavra de esclarecimento e por isso decidi responder-vos.

sábado, 29 de abril de 2023

Vaticano prepara documento para casais vivendo em 'novas uniões' após 'casamento fracassado'

Cardeal Kevin Farrell, um notável promotor da exortação apostólica de 2016 do Papa Francisco, Amoris Laetitia, revelou que seu dicastério estava preparando um documento de acordo com os desejos do Papa sobre pessoas que 'vivem em novas uniões' após 'casamento fracassado'.  

Imagem em destaque
Cardeal Kevin Farrell e Papa Francisco, Junho 2022.

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

O líder dos bispos alemães diz que não haverá cisma, mas continuará abençoando os casais gays

A visita dos bispos alemães a Roma parece ter surtido pouco efeito. Nem mesmo os dois encontros com Francisco, nem com Parolin, nem com outros altos funcionários do Vaticano parecem fazer o líder do episcopado alemão mudar de ideia.

Bätzing se dirige a Francisco  


Por Georg Batzing

 

Por ocasião do fim da visita ad limina à Igreja alemã, no sábado passado, Georg Bätzing, presidente dos bispos alemães, deu uma entrevista coletiva na qual voltou a insistir que continuarão a desobedecer a Roma. Nem a indicação expressa do ano de 2019 da Congregação para a Doutrina da Fé nem o seu afastamento do catecismo parecem deter alguns bispos alemães que anunciam que continuarão a abençoar o pecado. "Pessoalmente, como bispo, não impedirei que um casal homossexual seja abençoado", disse Bätzing na coletiva de imprensa.

Apesar desta declaração de intenções, o bispo esclareceu que não pretende realizar nenhum tipo de cisma dentro da Igreja Católica. O líder do episcopado alemão afirmou que “somos católicos, mas queremos ser católicos de uma maneira diferente”. Ou seja, faça uma religião que lhe agrade... mundanismo, afinal.

quarta-feira, 16 de junho de 2021

Um grupo de padres americanos publica uma declaração em apoio a casais 'gays'

Um grupo que representa alguns padres e leigos de Pittsburgh expressou apoio às uniões do mesmo sexo e às pessoas LGBT em resposta ao 'responsum' do Vaticano, que lembrou que a Igreja não pode abençoar casais do mesmo sexo.

Benção de casais homossexuais 

Em uma declaração divulgada na segunda-feira, a Pittsburgh Priests Association argumentou que o relatório de março do Vaticano, que afirma que as uniões do mesmo sexo são pecaminosas, era "pastoralmente inaceitável" e "insensível aos relacionamentos amorosos e comprometidos de muitos membros do corpo de Cristo", pega um artigo que apareceu no Pittsburgh Post-Gazette e traduzido por Secretum Meum Mihi.

“Apoiamos as pessoas LGTB”, diz o comunicado, publicado pela organização diocesana que afirma cerca de 300 membros ordenados e não ordenados.

A associação apresentou um plano de três pontos para fazer as pessoas LGBT se sentirem mais bem-vindas dentro da Igreja Católica: pedir ao Vaticano que reconsidere sua oposição às uniões de pessoas do mesmo sexo; “Procure” maneiras de abençoar as pessoas LGTB; e encorajar as pessoas a orar para que a Igreja Católica abrace as pessoas LGBT e "cresça como igreja".

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Padres alemães desafiam Santa Sé e abençoam uniões homossexuais

Um serviço de bênção para homossexuais na Igreja da Juventude em Würzburg, Alemanha, 10 de maio. Foto: Gehrig / CNA Deutsch

 

Desafiando o "não" do Vaticano às bênçãos das uniões homossexuais na Igreja Católica, padres e agentes pastorais de toda a Alemanha conduziram cerimônias de bênção para casais do mesmo sexo neste 10 de maio.

Os organizadores da bênção, realizada em protesto contra um documento do Vaticano publicado no dia 15 de março que indica que a Igreja não tem poder de abençoar estas uniões, utilizaram a hashtag "#liebegewinnt" ("o amor vence") e chamaram o evento "Segnungsgottesdiensten für Liebende", ou "serviços de bênção para aqueles que se amam".

O evento teve basicamente conotação política. CNA Deutsch, agência em alemão do grupo ACI, relatou que algumas bênçãosforam feitas longe do  público. Em Würzburg, Aachen, Berlim, Frankfurt, Mainz e Colônia, vários serviços foram realizados ao mesmo tempo. Quase 130 participantes se reuniram na igreja de Santo Agostinho não muito longe da catedral de Würzburg, ao mesmo tempo em que cerca de 40 pessoas assistiam à missa. 

sábado, 8 de maio de 2021

Desobedecendo a Roma: quais são as consequências?

(CWR) - Chamados subliminares ou abertos para desobedecer à recente proibição da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) levantam algumas questões sobre as possíveis consequências que tal conduta contra a unidade da Igreja poderia ter.


 

As reações rebeldes dos bispos e outros oficiais da Igreja nas regiões de língua alemã à responsum (decisão) da Congregação para a Doutrina da Fé contra a bênção de casais homossexuais levantam muitas questões: o que pode acontecer a um bispo que chama publicamente por desobediência a Roma ou a tolera? Um católico que não se sente representado por seu próprio bispo neste assunto pode ir diretamente a Roma? O padre Gero Weishaupt, canonista e juiz do tribunal da diocese de Colônia, respondeu a essas e outras perguntas em uma entrevista com kath.net.

Weishaupt*, o que pode acontecer canonicamente a um bispo que, ao contrário do Responsum, pessoalmente abençoa casais do mesmo sexo, explicitamente os convoca ou encoraja em sua diocese, ou tolera conscientemente tais bênçãos?

Se, apesar do responsum da Congregação para a Doutrina da Fé - que foi publicado por despacho do Papa Francisco, que assim deixou claro que a reivindica como sua - um bispo permite que tais bênçãos sejam realizadas em sua diocese, os encoraja ou simplesmente os tolera, o que é claramente um ato de desobediência do bispo ao papa, cujos oficiais da Cúria agem em seu nome em questões de fé e moral. A desobediência, portanto, afeta o papa diretamente, e a CDF indiretamente.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Bispo alemão envolvido no Sínodo Amazônico não suspenderá padres que abençoam casais homossexuais

O bispo Franz-Josef Overbeck disse que suspender padres que 'abençoam' casais homossexuais em desafio aos ensinamentos claros da Igreja e a uma diretiva recente do Vaticano está 'fora de questão'.  

 

Bispo Franz-Josef Overbeck

Por Dra. Maike Hickson

 

O bispo alemão Franz-Josef Overbeck, que desempenhou um papel importante na preparação do polêmico Sínodo Amazônico de 2019 em Roma, afirmou que não suspenderá padres em sua diocese que continuam a abençoar casais homossexuais, em desafio ao novo documento do Vaticano contra tais "bênçãos".

Como o jornal alemão Católica Die Tagespost primeiro relatado, em 28 de março Overbeck, o chefe da Diocese de Essen, deu uma entrevista à ZDF canal de difusão pública. Ele foi questionado sobre o novo documento do Vaticano, emitido em 15 de março pela Congregação para a Doutrina da Fé (CDF).

A CDF afirmou que “não é lícito conceder uma bênção a relacionamentos, ou parcerias, mesmo estáveis, que envolvam atividade sexual fora do casamento (ou seja, fora da união indissolúvel de um homem e uma mulher aberta em si mesma para a transmissão da vida), como é o caso das uniões entre pessoas do mesmo sexo.”

quarta-feira, 24 de março de 2021

Bênção de casais homossexuais: entra em cena o jornal La Croix

 


(Riposte catholique) Seguindo a nota da Congregação para a Doutrina da Fé, lembrando que a união de duas pessoas do mesmo sexo não pode ser abençoada, o jornal francês La Croix acaba de publicar um artigo contrário a essa nota. E o faz em uma plataforma que não é reservada aos assinantes, prova de que o jornal que se autodenomina católico deseja que ela seja amplamente divulgada.

Até agora, apenas alguns bispos do outro lado do Reno, na Alemanha e na Bélgica, levantaram suas vozes contra esse lembrete da doutrina da Igreja. Na França, é por meio do jornal oficioso da Conferência Episcopal Francesa, com um artigo não assinado por seus jornalistas, mas divulgado por eles sem reservas ou distanciamento, que se expressa a oposição a Roma. Esta é a estratégia do núcleo dirigente do episcopado: opor-se a Roma sem parecer que o faz, para conservar uma certa unidade entre os bispos.

segunda-feira, 15 de março de 2021

Vaticano: casais gays não podem ser abençoados

O Vaticano, por meio da Congregação para a Doutrina da Fé, respondeu a uma pergunta enviada ao dicastério sobre se a Igreja poderia conceder a bênção às uniões de pessoas do mesmo sexo. A resposta foi direta: não. E essa resposta foi aprovada pelo Papa Francisco.


 

«A Igreja tem o poder de conceder a bênção às uniões de pessoas do mesmo sexo?», É a pergunta a que hoje respondeu a Congregação, uma vez convocada pelo Santo Ofício, presidida pelo Cardeal espanhol Ladaria.

A nota descreve como em alguns ambientes eclesiais “estão sendo divulgados projetos e propostas de bênçãos para uniões de pessoas do mesmo sexo”. “Não raro, esses projetos são motivados por um desejo sincero de acolher e apoiar os homossexuais”, indica a carta.

Para ser consistente com a natureza dos sacramentais, “quando uma bênção é invocada em algumas relações humanas é necessário" - além da intenção correta de quem participa - que o que é abençoado seja objetiva e positivamente ordenado para receber e expressar a graça, de acordo com os desígnios de Deus inscritos na Criação e totalmente revelados por Cristo o Senhor. “Portanto, somente aquelas realidades que são ordenadas a servir a esses propósitos são compatíveis com a essência da bênção concedida pela Igreja”, explica a nota.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Fr. James Martin diz que não colocar filhos adotivos com casais gays é 'homofobia'

O padre dissidente sugeriu que a liberdade religiosa é usada 'como um disfarce para a homofobia'.

Fr. James Martin, SJ ostenta dois 'chifres do diabo' para apresentar o Metallica no Colbert Report, 24 de setembro de 2013.


 

Por Doug Mainwaring

 

Pe. James Martin SJ reagiu a um importante caso de liberdade religiosa da Suprema Corte dos Estados Unidos, que colocava os chamados direitos homossexuais contra os direitos de consciência de uma agência de adoção católica, apoiando ativistas LGBT e uma série de organizações de extrema esquerda. 

Quando os observadores do tribunal sugeriram ontem que a maioria dos nove juízes havia sinalizado que decidiriam a favor da agência católica de bem-estar infantil, Martin lamentou que escolher não colocar filhos adotivos com casais homossexuais é "homofobia". 

“A liberdade religiosa não deve ser usada como cobertura para a homofobia”, escreveu Martin.  

O jesuíta então repetiu seu argumento usual, sugerindo que “as isenções de 'liberdade religiosa' se concentram apenas nas pessoas LGBT e o único 'ensino da igreja' que parece importar tem a ver com o casamento do mesmo sexo”.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Bispos alemães propõem redefinir 'fertilidade' para incluir casais do mesmo sexo

O documento de trabalho do 'caminho sinodal' a ser votado no próximo mês propõe que 'mesmo os casais do mesmo sexo e outros casais que não podem dar à luz uma nova vida têm o potencial para uma vida fértil'.


 

Por Martin Bürger


O documento de trabalho do “caminho sinodal” dos bispos alemães a ser votado no próximo mês propõe redefinir o casamento como apenas uma entre muitas outras formas de “viver o amor e a sexualidade”. Um documento de trabalho anterior, lançado no ano passado, havia feito alegações semelhantes, mas nunca foi colocado em votação.

Em uma seção, o documento de quatro páginas afirma: “A abertura para a transmissão da vida não é decisiva para cada ato [sexual] individual, mas deve ser afirmada no curso geral de uma parceria vinculativa e de longo prazo.”

O Catecismo da Igreja Católica, por sua vez, se refere à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, ensinando que “todo e qualquer ato matrimonial deve permanecer aberto 'per se' à transmissão da vida”. O Catecismo acrescenta: “Esta doutrina particular, exposta em numerosas ocasiões pelo Magistério, baseia-se na ligação inseparável, estabelecida por Deus, que o homem por sua própria iniciativa não pode romper, entre o significado unitivo e o significado procriador, ambos inerentes para o ato do casamento.”

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Uma paróquia em Turim faz um retiro para ensinar a fidelidade aos casais homossexuais

[infovaticana]






sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Bispo austríaco oferece a casais adúlteros "recasados" bênção, comunhão

[lifesitenews]
Por Maike Hickson


A diocese austríaca de Innsbruck, sob a liderança do bispo Hermann Glettler, anunciou no dia 25 de janeiro que organizará uma série de seminários para casais divorciados e “recasados”, ao final dos quais os casais terão permissão para participar. para receber a Sagrada Comunhão e uma "celebração da reconciliação e da bênção".
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