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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Tomás responde: O ciúme é efeito do amor?

 


Por David

 

  1. ALÉM DISSO, não há ciúme sem ódio, como tampouco sem amor, pois, diz o salmo 72: “Tinha ciúme dos iníquos”. Logo, não deve ser considerado efeito mais do amor do que do ódio.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Tomás responde: Pode ser lícito irar-se?

 


Por David

 

Parece que irar-se NÃO PODE ser lícito:

  1. Com efeito, Jerônimo, expondo o texto do Evangelho de Mateus: “Todo aquele que se encolerizar contra seu irmão”, diz: “Certos manuscritos acrescentam: sem causa, mas nos melhores esse acréscimo não existe, sendo a ira totalmente excluída”. Logo, de nenhum modo é lícito irar-se.
  2. Além disso, segundo Dionísio, “o mal da alma é agir sem razão”. Ora, a ira "não obedece perfeitamente a razão”. E Gregório afirma: “Quando a ira anula a tranquilidade da mente, ela, de certa forma, a dilacera e desorienta”. E Cassiano ajunta: “Seja qual for a sua causa, o movimento efervescente da ira cega os olhos do coração”. Logo, é sempre mau irar-se.
  3. Ademais, a ira é “o desejo de punição”, como diz a Glosa a respeito do livro do Levítico: “Não tenhas nenhum pensamento de ódio contra o teu irmão”. Ora, desejar punição não parece ser lícito, pois ela deve ser privativa de Deus, conforme o livro do Deuteronômio: “A mim pertence a vingança”. Logo, parece que irar-se é sempre mau.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Autoridade vaticana responde a teólogo alemão que apoia dar Comunhão a protestantes


 

O Cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, respondeu a um teólogo alemão que o criticou por se opor à proposta para a "Irmandade da mesa eucarística" entre católicos e protestantes, ou seja, que estes últimos tenham acesso ao sacramento da Comunhão.

A carta de seis páginas, datada de 8 de fevereiro, é dirigida a Volker Leppin, professor de história da Igreja na Universidade de Tübingen e diretor acadêmico da seção protestante do Grupo de Estudo Ecumênico de Teólogos Protestantes e Católicos (ÖAK, por sua sigla em alemão).

Em uma entrevista de 3 de fevereiro ao site katholisch.de, da Igreja Católica na Alemanha, Leppin lamentou o que chamou de "descarte abrupto" do Cardeal da declaração de 26 páginas do OAK, de 24 de janeiro.

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