[domtotal]
Por Prof. Felipe Aquino
Os cinquenta dias do Tempo Pascal devem ser celebrados com alegria e júbilo.
| Esse é o Tempo litúrgico mais forte de todo o ano. A Páscoa de Cristo da morte à vida, a sua existência definitiva.
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Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo
Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo
Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções
(At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão
ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja
reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O
Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso.
O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).
O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).