O pecado não se torna doce pela prática da maioria; a verdade não é alterada por um voto. A Igreja não é um partido político.
Por Anthony Esolen
Há algumas semanas, vi num artigo no The New York Times a frase “A agenda do Papa Francisco para a Igreja”. O autor aprovou essa agenda e foi, sem dúvida, alheio ao facto de que, a menos que estejamos a falar de governação, reforma de abusos e trabalho missionário, uma agenda para a Igreja é a última coisa que um papa deveria ter. Isto porque a Igreja não é uma nação, uma empresa, uma sociedade filantrópica ou um grande clube social. O próprio Francisco disse isso. Ela é a Noiva de Cristo e deve segui-Lo e somente a Ele.
É claro que católicos de todos os tipos concordariam; mas vamos descobrir o que isso implica. Cristo diz que Ele é “o Caminho, a Verdade e a Vida” e que ninguém vem ao Pai senão por meio Dele. Ele não diz que é “um caminho entre vários”. Ele não diz que é “um método de considerar a realidade”. Ele não diz que oferece “um estilo de vida” que algumas pessoas possam achar favorável.