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terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Perguntas a professora de direito canônico sobre a renúncia de Bento XVI

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Tirado do blog de Sabino Paciolla em entrevista com a professora Geraldina Boni

Munus e ministerium: Quanto são sinônimos? Que peso fez o uso desses termos na abdicação de Bento XVI?

Com base nos textos normativos e documentos do Magistério eclesiástico, a doutrina mais autorizada sustentava em tempos de nenhuma suspeita de que as palavras munus e ministerium são em grande parte sinônimos, diferindo apenas em nuances mínimas. Basta pensar nos estudos, que datam de cerca de trinta anos atrás, de canonistas de renome internacional, como o cardeal Péter Erd, e o monsenhor Juan Ignacio Arrieta. Ninguém certamente nega que a renúncia de Bento XVI, que leu em 11 de fevereiro de 2013, contenha elementos de ambiguidade que possam levar a mal-entendidos, incluindo o uso dos dois termos mencionados na própria declaração. No entanto, isso não é razão suficiente para justificar a violência ou instrumentalização do significado das palavras com vistas a afirmar que Ratzinger só teria renunciado ao exercício ativo de sua primazia. E isto por várias razões. Para começar, seria uma decisão contrária à lei divina, que, pelo contrário, levanta a renúncia total do ofício petrino; isto é, a todas as prerrogativas que ela implica, a fim de salvaguardar a unidade da Igreja. Por outro lado, a renúncia ao mero ministro (e não do munus, como alguns teorizam) seria um gesto seriamente prejudicial e irresponsável, porque poderia levantar dúvidas sobre a validade dos atos de seu sucessor. Pelo contrário: deve ser plenamente garantido, pro bono animarum, a continuidade dos atos de governo da Igreja universal. Este detalhe também revela o curto-circuito para aquele referido teoria, porque se pode afirmar que Francisco legitimamente exerce o ministério petrino precisamente para garantir a continuidade do regime Ecclessiae. Finalmente, os escritos e declarações de Joseph Ratzinger não podem ser descartados, nos quais ele confirmou em numerosas ocasiões a validade de sua renúncia do pontificado, prometia obediência ao seu sucessor e reconhecendo a plena legitimidade do sucessor. A descontextualização e a deturpação das declarações de tais Papas Emérito disfarçam astutamente aquelas que negam palpavelmente certas reconstruções fantásticas; são posturas incorretas e inaceitáveis.

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Corte internacional ordena que Chile reincorpore lésbica como professora de religião

 

 

A Corte Interamericana de Direitos Humanos (IDH) em 20 de abril condenou o Estado chileno por discriminar Sandra Pavez com base em sua "orientação sexual". O certificado para ensinar religião de Pavez não foi renovado pela Igreja por ela estar em uma relação com uma mulher. A corte ordenou que ela fosse reincorporada "ao cargo que ocupava como professora em uma instituição pública".

A organização de defesa jurídica da liberdade religiosa ADF International lamentou a decisão. A decisão prejudica o direito dos pais de escolher a educação de seus filhos e "diminui a autonomia das igrejas", disse ADF International.

Sandra Pavez Pavez dava aulas de religião católica na escola de ensino médio Cardenal Antonio Samoré na comuna de San Bernardo, Santiago do Chile, desde 1991.

sábado, 4 de dezembro de 2021

O sofrimento do filho não nascido

Uma das grandes discussões em torno da questão do aborto é a do sofrimento fetal. Um famoso documentário, lançado em 1984, intitulado “O Grito Silencioso” e dirigido por Bernard Nathanson, um abortista que se arrependeu diante das imagens que observou, foi objeto de acalorada controvérsia.

Maureen Condic, autora do estudo

 

Alguns, como o professor Etienne-Emile Beaulieu, conhecido pelo desenvolvimento do RU 486, esse “pesticida humano” segundo o professor Lejeune, o descreveram como uma fraude científica. Ginecologistas famosos a defenderam fortemente. Mas hoje, com o conhecimento recente adquirido em vários campos, existe alguma certeza sobre a realidade do sofrimento fetal.

Aqui está um resumo de um artigo de Maureen Condic, PhD, Professora Associada de Neurobiologia da Universidade de Utah, que também trabalha para o Instituto Charlotte Lozier (pró-vida).

O progresso científico tornou possível esclarecer quais estruturas do cérebro são necessárias para o feto sentir dor.

Os cientistas há muito tempo e quase universalmente concordam que as conexões entre a medula espinhal fetal e o cérebro se formam entre 12 e 18 semanas. Mas evidências crescentes mostram que essas conexões, que se desenvolvem muito tarde, não são necessárias para sentir dor. É aceito que o feto pode e sente dor já no início do segundo trimestre, que é entre 12 a 14 semanas.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Professora ocultista: para salvar o planeta, extinguir a espécie

Para Patricia MacCormack, professora de filosofia na Inglaterra e “feiticeira ocultista”, não há outra solução para o problema ambiental a não ser “suprimir gradualmente a reprodução” humana.



Por Jonathon van Maren
 Tradução: Equipe Christo Nihil Praeponere
 
 
No dia 23 de janeiro deste ano, a editora Bloomsbury Academic publicou uma chamada para ação a todos que se preocupam com as “mudanças climáticas”. The Ahuman Manifesto: Activism for the End of the Anthropocene (em português, literalmente, “O Manifesto Anti-humano: Ativismo para o Fim do Antropoceno”), de Patricia MacCormack, professora de filosofia continental [1] na Anglia Ruskin University, vai direto ao ponto e defende a solução definitiva para o aquecimento global: a extinção da espécie humana.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Prof lésbica: o ensinamento da Igreja faz das escolas católicas 'focos de homofobia'

[lifesitenews]
Por Lianne Laurence

Tonya Callaghan, autora de Homofobia nos Corredores: Heterossexismo e Transfobia em Escolas Católicas Canadenses

Uma professora lésbica e ex-católica escreveu um livro afirmando que as escolas católicas financiadas por Alberta e Ontário são “potenciais focos para a homofobia”, pelas quais ela parece argumentar que o ensino católico é o culpado. . . Tonya Callaghan deixou o ensino em uma escola católica, onde supostamente sofria de “homofobia” diariamente, depois que um estudante homossexual cometeu suicídio. Em um artigo para The Conversation, Callaghan atribuiu isso ao bullying homofóbico.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

"Não é um padre qualquer. Perplexidade pelo momento e a modalidade do gesto"



Marinella Perroni, professora de Novo Testamento no Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, foi por anos presidente da Coordenação das Teólogas Italianas, não consegue esconder o seu espanto com a saída do armário do padre polaco, teólogo, Charamsa, que atuava na Congregação para a Doutrina da Fé, desde 2003, então sob a direção do cardeal Joseph Ratzinger. Precisamente ela que é conhecida por ter assumido posições corajosas, inteligentes, provocativas sobre a necessidade de mudanças na Igreja na esteira do Vaticano II, desta vez pede tempo. "É preciso entender o que se esconde detrás deste gesto tão inaudito".
A entrevista é de Franca Giansoldati, publicada por Il Messaggero, 04-10-2015. A tradução é de IHU On-Line.
Eis a entrevista.

domingo, 9 de agosto de 2015

O Mackenzie e sua professora abortista

Do blog juliosevero
Por Julio Severo

A liberalização do aborto no Brasil foi discutida numa audiência no Senado Federal em 6 de agosto de 2015. Entre os debatedores estavam feministas pró-aborto. A grande surpresa foi que o Senado fez a apresentação de uma delas como “Márcia Tiburi, professora de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.” O Mackenzie é a instituição educacional calvinista mais elevada do Brasil. 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Bancada evangélica tem católicos como aliados em pautas homofóbicas, diz pesquisadora



Para a jornalista e professora Magali do Nascimento Cunha, em 'defesa da família e da moral cristã', parlamentares evangélicos valem-se de alianças com deputados católicos e 'se veem com força para pautar temas para além da moralidade sexual'
Graças ao voto conservador para a Câmara Federal e à presença de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Casa, trabalhadores e outros segmentos da sociedade brasileira se mobilizam para impedir o Projeto de Lei 4.330, que expande a terceirização para as atividades-fim das empresas, e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.
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