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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

O Banquete do Rompimento: O Caminho Neocatecumenal e a Desconstrução da Missa Sacrificial

Os “erros” do Caminho são, nesse sentido, aberrações isoladas, mas as conclusões lógicas de uma interpretação específica do Novus Ordo Missae.

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Por ABBEY CLINT @abbeyclint 

 

O autor deste artigo faz uma análise clara, simples e despossuída de qualquer conotação pessoal dos erros do Caminho Neocatecumenal a respeito da Santa Missa. Com 15 anos de experiência neste movimento, ele o mostra em seus desvios doutrinários com brevidade e força.

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Crescer à Maneira Neocatecumenal oferece uma perspectiva crua e sem adornos da “Nova Teologia” (*) que permeou a Igreja pós-conciliar, oferecendo um olhar direto sobre a rejeição radical e retumbante da essência sacrificial da Missa. Para aqueles iniciados no Caminho, o altar não é um lugar do sacrifício sangrento que está novamente incrudiosamente presente, mas uma mesa para um banquete comunitário.

Essa mudança não é meramente estética; é uma profunda ruptura ontológica. Ao substituir a ênfase tradicional na natureza propiciatória da Eucaristia, a oferta do Filho ao Pai para a remissão dos pecados, por uma celebração do “Mistério Pascal” centrada quase exclusivamente na Ressurreição e na alegria da comunidade, o Caminho reflete a mais profunda tendência pós-conciliar de priorizar a relação horizontal entre os homens sobre a relação vertical entre o homem e Deus.

sábado, 23 de março de 2024

É assim que o Sínodo de Francisco explora os erros do documento conciliar Lumen gentium com vista a redefinir a Igreja


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Por Robert Morrison

 



O Instrumentum laboris do Sínodo sobre a Sinodalidade contém uma lista de abreviaturas para se referir aos dezasseis documentos citados no texto: dois de João Paulo II, dois da secretaria geral do Sínodo, cinco de Francisco e sete do Concílio Vaticano II. Como esperado, a lista não inclui um único documento promulgado perante o Conselho.

A maior parte das citações do Concílio que aparecem no Instrumentum laboris provém da Constituição Dogmática sobre a Igreja Lumen gentium. Um dos documentos encontrados no portal Internet do Sínodo da Sinodalidade – o estudo da Comissão Teológica Internacional, A Sinodalidade na vida e na missão da Igreja – explica porque a sinodalidade depende tanto da Lumen gentium:  

«A Constituição dogmática Lumen gentium ilustra uma visão da natureza e  da missão da Igreja como comunhão na qual se delineiam os pressupostos  teológicos para uma restauração pertinente da sinodalidade: a concepção  misteriosa e sacramental da Igreja; a sua natureza de Povo de Deus peregrino na história rumo à pátria celeste, na qual todos os membros, pelo Baptismo, são marcados com a mesma dignidade de filhos de Deus e investidos da mesma  missão; a doutrina da sacramentalidade do episcopado e da colegialidade na  comunhão hierárquica com o Bispo de Roma" (estudo concluído em 2017 e publicado em 2 de março de 2018).

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Supostos erros e contradições dos Papas

[Nota: Esse é um capítulo do livro “Anti-Janus”, escrito pelo Cardeal Joseph Hergenröther em resposta ao livro “The Pope and the Council” de Ignaz von Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, um sacerdote cismático que não aceitou o dogma da Infalibilidade Papal.]

 

 

Cardeal Joseph Hergenröther

Tradução: Gustavo Lopes

 

Não é uma tarefa pequena pronunciar-se sobre questões tratadas em muitas centenas de obras eruditas, um julgamento fixo dentro do alcance de algumas linhas. Mas para essa tarefa, Janus reuniu coragem suficiente; ele apresenta, mesmo a partir do século IV, seus argumentos contra a Infalibilidade Papal. Felizes os papas dos primeiros três séculos, dos quais possuímos apenas poucos documentos; pois, a partir da terminologia menos precisa e definida, que já expôs a severas críticas a muitos dos padres pré-Nicenos, esses pontífices dificilmente teriam escapado das mais severas censuras. Vamos agora examinar brevemente o que, por parte dos defensores da Infalibilidade Papal, pode possivelmente ser alegado contra os exemplos aduzidos.

1. “O Papa Júlio I declarou Marcelo de Ancira, um sabeliano confesso, ortodoxo em seu sínodo romano” (p. 68). Não apenas o Papa Júlio fez isso, mas também o Concílio de Sardica. Marcelo esperou em Roma por seus acusadores um ano e três meses.¹ Quando esses não apareceram, e sua confissão de fé pareceu satisfatória, o Papa Júlio o absolveu. Sobre a doutrina de Marcelo, as opiniões ainda divergem. Natalis Alexander, Montfaucon e Möhler defenderam sua ortodoxia; e Hefele observa que é difícil pronunciar um julgamento decisivo sobre ele.² No entanto, deve-se admitir que pesquisas recentes parecem menos favoráveis ​​à sua ortodoxia.³ Mas nenhum infalibilista jamais afirmou, nem um fabilista provou, que a sentença de Júlio foi uma decisão doutrinária, ou que este Papa sancionou qualquer dogma. Em um julgamento sobre as opiniões de um indivíduo, o Papa, não menos que um Concílio Geral, pode, de acordo com os mais rígidos defensores da infalibilidade, cair em um erro de fato (error facti).

sábado, 29 de agosto de 2020

Sinopse dos erros atribuídos ao Concílio Vaticano II

Foi atribuído, de um modo geral, ao Concílio Vaticano II (1962-1965) um espírito pouco ou nada católico, devido ao seu antropocentrismo tão inexplicável quanto inegável, à sua simpatia pelo "mundo" e pelos seus valores enganosos, que transpira em cada um dos seus textos. Mais especificamente, foram-lhe imputadas ambiguidades importantes, contradições patentes, omissões significativas e, sobretudo, graves erros na doutrina e na pastoral.

 

NATUREZA JURÍDICA AMBÍGUA DO CONCÍLIO VATICANO II

               Em primeiro lugar, é preciso lembrar que a ambiguidade invade a própria natureza jurídica efetiva do Concílio Vaticano II. Essa natureza não é clara e parece indeterminada, pois o Concílio Vaticano II foi declarado como um simples concílio pastoral que não pretendia, portanto, definir dogmas nem condenar erros (cf. Alocução de Abertura de 11 de outubro de 1962 por João XXIII e Notificatio lido a 5 de novembro de 1965). Em consequência, as duas constituições a que se atribuem o título de "dogmáticas" (Dei Verbum sobre a revelação divina e Lumen Gentium sobre a Igreja) só têm de dogmáticas o nome, no sentido puramente descritivo, porque tratam de assuntos que têm relação com o dogma da fé.

               O Concílio Vaticano II foi definido apertis verbis "magistério ordinário supremo e manifestamente autêntico" (Paulo VI), figura insólita e inadequada para um concílio ecumênico, que consiste, desde sempre, num exercício extraordinário do Magistério, que tem lugar quando o Papa decide exercer, excepcionalmente e em simultâneo com todos os bispos por ele reunidos em concílio, a suprema potestas sobre a Igreja inteira que lhe vem do direito divino.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Cardeais e Bispos combatem alguns dos erros mais comuns na vida da Igreja de nosso tempo

A Igreja atual sofre uma das maiores epidemias espirituais de sua história. Uma confusão e desorientação de alcance quase universal


Reproduzimos abaixo a declaração sobre alguns dos erros mais comuns na vida da Igreja de nosso tempo lançada pelos prelados:

Cardeal Raymond Leo Burke, Patrono da Soberana e Militar Ordem de Malta;
Cardeal Janis Pujats, Arcebispo emérito de Riga;
Tomash Peta, Arcebispo da arquidiocese de Maria Santíssima em Astana;
Jan Pawel Lenga, Arcebispo-Bispo emérito de Karaganda e
Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da arquidiocese de Maria Santíssima em Astana.



Nota explicativa à Declaração de verdades relacionadas com alguns dos erros mais comuns na vida da Igreja do nosso tempo

A Igreja atual sofre uma das maiores epidemias espirituais de sempre. Uma confusão e desorientação doutrinais de alcance quase universal. Este fenômeno representa um sério perigo de contágio para a saúde espiritual e a salvação eterna de numerosas almas. Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer uma letargia espiritual generalizada no exercício do Magistério a diversos níveis da hierarquia da Igreja de hoje. Em grande parte, isso se deve ao facto que não ter sido observado o dever apostólico – como tem sido afirmado também pelo Concílio Vaticano II – de que os bispos devem «solicitamente afastar os erros que ameaçam o seu rebanho» (Lumen gentium, 25).

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Cardeal Muller explica os erros do documento do Sínodo Amazônico

[infovaticana]

A InfoVaticana publica hoje, em colaboração com a mídia de todo o mundo e simultaneamente, a declaração que o cardeal Müller publicou analisando o Instrumentum Laboris do Sínodo para a Amazônia, que será realizado em Roma em outubro próximo.



"Porque ninguém pode lançar outro fundamento fora do já estabelecido, que é Jesus Cristo" (1 Cor 3, 11) Sobre o conceito de Revelação presente no Instrumentum Laboris do Sínodo para a Amazônia
Cardeal Gerhard Müller

1. Sobre o método Instrumentum Laboris (IL)

Ninguém poderia questionar a boa vontade daqueles envolvidos na preparação e implementação do Sínodo e sua intenção de fazer todo o possível para incentivar a fé católica entre os habitantes desta vasta região de paisagem fascinante.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

7 erros sobre morte, inferno e demônio que não devemos cometer

[churchpop]


Dada a complexidade da teologia católica sobre a natureza da morte, o inferno e o demônio, a lista a seguir, com base nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja, contém respostas para 7 erros recorrentes que os católicos devem evitar.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Erros litúrgicos e sugestões para coibi-los – III

[afeexplicada]



Entrada, Sinal-da-Cruz e Saudação

O sacerdote e os ministros – concelebrantes, diáconos, acólitos, cerimoniários – se dirigem ao presbitério, diretamente da sacristia ou em procissão do fundo da igreja. Durante esse tempo, é cantado um canto de entrada, ou a Antífona da Entrada, que, aliás, pode ser simplesmente dita.
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