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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Bispo Strickland: 'Está claro que o Arcebispo Lefebvre trilhou o caminho de um apóstolo'

É claro que o Arcebispo Lefebvre trilhou o caminho de um apóstolo e foi levado a estabelecer um lugar seguro, um refúgio, onde poderia ser encontrada a Missa dos séculos em sua forma pura, um lugar onde o Depósito da Fé seria protegido e a escadaria preservada intacta, mesmo enquanto o macaco da Igreja estava arrancando tábuas e jogando fora tudo o que era mais precioso.

Imagem em destaque
Arcebispo Marcel Lefebvre (terceiro da direita). 

Nesta época do ano, enquanto esperamos por Nosso Senhor, quero chamar nossa atenção por um momento para São José, uma pessoa silenciosa, mas muito importante no Advento de Nosso Senhor. Conhecemos São José como um carpinteiro porque São Mateus e São Marcos usaram o termo grego  tekton  para descrever seu trabalho, que é um termo comum para um trabalhador em madeira, um construtor, um “marceneiro” – alguém cujas habilidades de marcenaria incluem “juntar” pedaços de madeira. Os padres latinos interpretaram esta palavra como “carpinteiro”.

A palavra “marceneiro” é uma palavra adequada para São José porque, de muitas maneiras, ele foi chamado para ser um construtor de escadas que forneceram degraus para o céu “se unir” à terra, e a terra para “se unir” ao céu. A Santíssima Virgem Maria foi chamada para ser a Mãe de Deus, e São José construiu uma escada oferecendo a ela casamento e um lar onde o Menino Jesus pudesse viver na terra. Jesus Cristo habitou na casa que São José forneceu, e embora uma casa e quaisquer degraus que São José construísse fossem feitos de materiais terrestres, o céu andou sobre eles, então pode-se dizer que ele construiu uma escada que conectava o céu à terra.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A conversa tensa e dramática entre Paulo VI e Marcel Lefebvre


Em 11 de setembro de 1976, onze anos depois do Concílio, realizou-se em Castel Gandolfo um encontro entre o Papa Paulo VI e um dos principais céticos, com as reformas que ocorreram na Igreja após o referido Concílio, o arcebispo francês. Marcel Lefebvre.



Naquela época, o fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X já tinha seu próprio seminário em Écône, na diocese suíça de Friburgo, que foi reconhecido pelo bispo François Charrière. Após a recusa desta comunidade a celebrar segundo o novo missal romano de 1974, o Bispo Pierre Mamie, sucessor de Charrière, de acordo com a Conferência Episcopal Helvética e o Vaticano, retirou o reconhecimento canônico e pediu o seu encerramento.
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